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 Quarto 403 - Eduardo Azrael

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Azrael_I
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MensagemAssunto: Quarto 403 - Eduardo Azrael   Dom Jan 20, 2008 3:15 pm

*Uma das paredes decorada com pôsteres de Gichin Funakoshi, Bruce Lee e Hirokazu Kanazawa, junto com um conjunto de Bokken, Tonfa, Bô, um par de Sais, um de Nunchakus(todas as armas estão apenas pra decoração; não preciso delas, hehe) e o símbolo Yin-Yang. Outra decorada com pôsteres de bandas de rock e metal, entre elas Blind Guardian e Guns n'Roses, junto com uma guitarra e um violão. Outra tem uma estante cheia de livros, gibis e um monte de tralha; com um crucifixo de um lado da estante e uma mesa com um PC do outro lado. O armário...bem, tem tanta tralha no meu quarto que eu não consigo achar! O Closet é meu dojô particular, e nele está a janela para as montanhas.*



Sim, o quarto é igualzinho o do Orkut e do outro Fórum...como disse alguém recentemente, o que é bom é para sempre!

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Azrael_I
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MensagemAssunto: Re: Quarto 403 - Eduardo Azrael   Sab Mar 29, 2014 2:58 am

*Entro no quarto e acendo a luz. Parecia que faziam anos que eu não entrava ali... acendi a luz e coloquei uma pilha de livros, cadernos e folhas de papel em cima da mesa. Soltando um suspiro meio desanimado, tentei me concentrar nas anotações, mas não teve jeito. Largo os papéis e ligo o computador. Navego alguns minutos mas logo desligo o PC, tampando sua tela com as mãos. Olho em volta. Um sorriso desanimado surge no meu rosto. Em meio a todos aqueles pôsteres e armas decorativas, eu me lembro o quanto tenho relegado minha própria arte marcial; me levanto então e começo a executar um kata, mas nem isso me anima. Furioso, sinto o ímpeto de rasgar todos os papéis, jogar minhas coisas pela janela e quebrar o quarto inteiro, mas respiro fundo.*

Az: Calma, Edu... não posso deixar meu autocontrole de lado. *olho minhas mãos* O que... o que está acontecendo? O que está me faltando?

*Sento-me no meio do quarto, ajoelhado sobre meus joelhos, na minha característica Seiza, fecho os olhos, respiro fundo e começo a meditar. Sinto o fluxo da respiração, da circulação, dos batimentos cardíacos, das sinapses e das energias percorrendo meu corpo e se estendendo para fora, preenchendo tudo à minha volta. Me integro com o ambiente e, por um instante infinitesimal deixo de ser eu mesmo e me torno... tudo à minha volta. Completamente integrado à Natureza. E volto a ser eu mesmo novamente tão rapidamente quanto começou. De repente, a porta do meu quarto se abre de sopetão com um baque surdo e eu vejo uma figura masculina usando quimono à minha frente.*

Az: Você é...
???: Pai...!

*Antes que eu possa entender, ele avança contra mim, exatamente ao mesmo tempo que meu corpo reage, nenhum de nós dois em atitude ofensiva mas contrapondo o outro, como alguém se refletindo num espelho. Por outro instante infinitesimal, eu o sinto/vejo/ouço/cheiro quando nossos braços se chocam com a defesa que nós dois executamos... e eu finalmente abro os olhos. Estou ali, sozinho no meio do meu quarto, ainda sentado em Seiza. Esfrego a mão no rosto.*

Az: Aquilo... foi um sonho? Uma alucinação? Ou uma premonição? Quanto tempo estive meditando? *olho no relógio* Mais de oito horas direto...! Estranho... foi diferente da maior parte das outras vezes, senti o tempo passar, mas era como se não existisse... será que finalmente estou atingindo o próximo nível...? E o que foi aquilo que eu vi?

*Me levanto, sentindo as pernas dormentes. Outra coisa estranha, elas nunca mais haviam ficado dormentes em tão pouco tempo; já faziam muitos anos que eu meditava por mais de 20 horas sem me sentir cansado, e agora, naquela meditação com quase um terço do tempo, eu me sentia levemente fatigado. Estaria eu evoluindo ou regredindo? Aquela visão teria algum significado ou foi apenas uma reação do meu cérebro ao fluxo a que me submeti? Seja como for, alcancei em parte meu objetivo:já conseguia me concentrar melhor e podia voltar a trabalhar. Ainda havia muita coisa pra fazer e precisava entregar aqueles papéis, portanto afastei meus pensamentos e voltei a me concentrar nos cálculos.*

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Azrael_I
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MensagemAssunto: Re: Quarto 403 - Eduardo Azrael   Qui Abr 03, 2014 9:37 pm

Observação: Todas as imagens neste post são lembranças...


*Naquele instante, eu estava treinando dentro do meu closet; já havia finalmente conseguido terminar meu estudos e estava agora me dedicando à minha rotina diária. Poucos sabiam, mas meu closet era a entrada para um dojo em uma mini-dimensão compacta e moldável, podendo ocupar muitos quilômetros ou só alguns metros de extensão (sem ocupar nem um centímetro do lado de fora do closet) e criar quase qualquer ambiente para treinamento; ali eu podia me isolar e treinar sossegado, sem risco de causar danos à Pensão ou à Terra... ou pior, sem que alguém pudesse descobrir minhas técnicas e usá-las de forma errada. Eu estava numa espécie de simulação de um ambiente alienígena com atmosfera semelhante à da terra, mas a gravidade ampliada. Um treino leve, para os meus padrões, apenas o suficiente para eu descobrir o quanto eu estava forte... e o quanto eu estava fraco. Parei um pouco, sem estar ofegante.*

Az(pensando): Humm... realmente, eu fiquei mais forte. E meu Ki mais poderoso. Mesmo assim... eu me descuidei demais.

*Alguém havia entrado no closet. Senti a presença antes mesmo de ele entrar no quarto, mas permiti que ele entrasse, e me ajoelhei.*

Az: É uma honra recebê-lo aqui, Mestre Hirokazu-sensei.

*Só depois de cumprimentá-lo me atrevi a olhar para seu rosto. Diferente do olhar frio e severo com o qual ele havia me treinado e eu estava acostumado, meu mestre exibia um largo sorriso simpático, quase bonachão e deu uma gargalhada.*

Hirokazu: Huahahahaha! Mestre? Só pode estar brincando, Edu-kun! Há muitos anos você ultrapassou meu nível, e não parou desde então. Me diga, será que algum dia ficará satisfeito com sua força? Se bem que eu não posso falar nada, já que mesmo com mais de 80 anos ainda não estou satisfeito com a minha... Vamos, levante-se daí e venha me cumprimentar direito!

*Sorrindo, fiquei em pé e o cumprimentei à maneira tradicional japonesa, para em seguida ter minhas costelas apertadas em um abraço como de um pai que não via o filho à muito tempo. Hirokazu-sensei era uma das minhas figuras paternas mais fortes. Ele tinha uma postura bem diferente da época em que me treinou; nesta época, ele era tão severo quanto se espera de um mestre tradicional... desde entretanto, que herdei o posto de mestre supremo de nosso estilo, ele havia mudado sua postura, era agora bem despojado e alegre, como se um enorme peso houvesse sido tirado de suas costas... e passado para as minhas, claro. Isto no sentido figurado, porque a verdade é que eu via que ele mal estava se aguentando em pé, naquela gravidade ampliada; embora fosse fácil para mim, que havia me acostumado a treinar em gravidades ainda maiores, para ele era um esforço realmente sobre-humano.  De fato, como ele mencionou, eu o havia superado há muito tempo, mas não era motivo para tentar humilhá-lo. Gritei um comando para o controle do dojo e o espaço à nossa volta se alterou, fazendo com que tudo ficasse na forma básica do meu closet: um pequeno quarto à moda japonesa, com uma janela com a visão de fora da Pensão e a gravidade normal da Terra. Enquanto colocava uma chaleira para ferver um chá num pequeno fogareiro que tinha ali, Hirokazu-sensei olhava em volta.*

Hirokazu: He, impressionante! Chega a ser covardia que você tenha um dojo destes à sua disposição, Edu-kun! Facilita muito o treinamento.
Az: É verdade, Hirokazu-sensei. Por outro lado, acaba me deixando muito relaxado, eu às vezes fico com muita preguiça de treinar.
Hirokazu: Mas não o negligenciou completamente, pelo que vejo. Você está muito mais forte do que da última vez que nos vimos. E parece mais hábil também.

*Cerro um punho e olho para minha mão fechada*

Az: Mesmo assim, eu sinto que não tenho me dedicado o suficiente. Eu pretendo começar um treinamento intensivo em breve, mas... não é a mesma coisa treinar por conta própria.
Hirokazu: "Aprenda com nosso corpo, nosso melhor mestre." Sei muito bem que você teve outros mestres depois de mim, Edu-kun, mas sei também que há anos seu desenvolvimento tem sido focado por e em você mesmo.
Az: Mesmo assim, não é a mesma coisa que treinar sendo orientado.


*As lembranças invadem nossas mentes. O árduo treinamento que fiz com Hirokazu-sensei a partir dos meus três anos de vida, da primeira vez em que estive na Pensão Hinata e muito antes de perder a memória. Os anos que negligenciei meu treino completamente para estudar e poder entrar na Toudai. Os inimigos que o próprio Hirokazu-sensei arranjou para me colocar novamente no caminho das Artes Marciais, no período mais complicado da minha vida, quando perdi minha memória e me dediquei às artes marciais que estavam em meus reflexos, uma vez que minha mente havia esquecido mas meu corpo não. A recuperação da memória e a luta com Hirokazu-sensei pelo título de mestre sucessor. Os anos que passei viajando, me aprimorando ainda mais. Os anos no espaço. O retorno à Pensão Hinata e meus novos amigos, aliados e... meu amor. A chaleira apitou, eu peguei duas xícaras e servi-nos o chá.*

Hirokazu: Fiz bem em escolhê-lo como mestre sucessor de nosso estilo, você desenvolveu o Karate de uma forma que muitos mestres antigos nem sequer imaginavam, e de uma forma que eu mesmo apenas sonhava. Você conseguiu adicionar muitos complementos e tirar muita coisa desnecessária, polindo o Karate de uma forma impressionante. Mas ainda incompleta, se me permite esta observação, meu caro ex-aluno.
Az: Deus, eu sei disso... Cada vez que treino, me esforço para melhorar ainda mais minha arte marcial. Mas cada vez mais estou convencido que é impossível conseguir a perfeição nas artes marciais, tanto para o aluno quanto para a arte em si. Eu quero ver até onde posso ir. E principalmente, se é possível conseguir com outros.
Hirokazu: Como assim?
Az: Sensei, cada vez mais penso que meu caso é único... encontrei muitos mestres de artes marciais na minha vida, alguns até mesmo moram nesta Pensão mas... encontrei poucos como eu. Muito poucos que não tiveram talentos naturais e conseguiram superar seus limites...

*Hirokazu-sensei sorveu ruidosamente um gole de seu chá, em sinal de que o estava apreciando muito. Ele me olhava, seus olhos como que querendo ver através de mim.*

Hirokazu: Você realmente é um caso raro, Edu-kun. Foi um dos meus maiores desafios. Tive muitos alunos, mas de fato você foi o que me deu mais trabalho. Várias vezes me perguntei se você sequer sobreviveria...



*Tomei um gole do chá, de cabeça abaixada, sem olhar nos olhos de Hirokazu-sensei.*

Hirokazu: Mas eu sempre soube que você não desistiria, mesmo que isso o matasse. E sabe por quê? Pelo motivo que me fez aceitá-lo como meu aluno.
Az: ...?
Hirokazu: A força do seu espírito.
Az: ...
Hirokazu: Quando o vi pela primeira vez nesta Pensão, Edu-kun, você me pareceu tão normal quanto qualquer garoto de sua idade. Sem força física anormal, sem um talento nato para as artes marciais, inteligente mas não genial... e quase completamente sem Ki. Um garoto normal. Mesmo assim, resolvi aceitar treiná-lo como um favor a seus pais e a você, e como uma experiência.
Az: Sei... o senhor tentou desenvolver em mim o Ki e a habilidade do nível de um mestre, mas sem treinar a minha força e resistência físicas, não é mesmo?
Hirokazu: Exatamente. Quis começar no sentido diferente do treinamento normal, para só depois me concentrar na sua força. Isto foi também um teste para você, para ver se seguia adiante mesmo sendo treinado de forma diferente dos outros alunos. E você me surpreendeu quando superou esse treino.
Az: Bom, tenho que agradecer isso à minha teimosia... Afinal, por mais de um ano, o senhor só me treinou em bases e meditações...



Hirokazu: Mesmo assim, foi realmente um espanto quando você manifestou o Ki pela primeira vez. E num nível ainda mais alto que o melhor dos meus outros alunos, na época. Aquilo serviu para comprovar não apenas minha teoria, mas muitas outras a respeito do Ki, como o fato de que o Ki realmente está em todos os seres e não apenas isso, pode ser treinado mesmo pelos que parecem não ser capazes disso. E que mesmo um aluno sem talento pode conseguir ser um mestre, desde que se dedique. A sua simples presença em minha academia já serviu para mudar bastante a forma como o Karate era treinado, Edu-kun. Depois disso, dediquei-me a treiná-lo nas técnicas e katas. Com o conhecimento recém-adquirido do Ki, você conseguiu aprender com muito mais facilidade e incorporou o Karate em seu corpo de tal forma que, mesmo quando precisou sair do dojo quando sua família voltou ao "Burajiro" e você omitiu seu treinamento, a arte marcial ainda permaneceu incrustada em seu corpo, mente e espírito de tal forma que você ainda se lembrava dela, mesmo depois de anos e de sofrer aquele acidente em que perdeu a memória.



*Fico vermelho com os elogios, e um pouco envergonhado por minha preguiça em continuar treinando naqueles anos mas agradeço me curvando levemente. Sorri também com a pronúncia do sensei, a única coisa que nunca vi naquele homem, que parecia invencível em tudo, foi a capacidade de pronunciar a palavra Brasil sem sotaque. Ele terminou seu chá e continuou a falar.*

Hirokazu: Depois que você recuperou sua memória e me desafiou pela sucessão, eu não pude expressar minha alegria. Finalmente um de meus alunos chegava a este nível. Era como ver seu filho se casar e lhe dar netos, mesmo que o meu próprio filho biológico não tenha sido capaz de me suceder.
Az: É isto que não entendo, sensei... o senhor nunca se importou que um "gaijin" como eu herdasse sua escola?
Hirokazu (sorrindo): Demorou muito para fazer esta pergunta... mas a resposta é que, apesar de todo meu assumido preconceito para com ocidentais, mesmo com você, Edu-kun, sabe muito bem que em nosso estilo o que se preza é mesmo a capacidade. Em você eu vi surgir um potencial que nunca vi em nenhum de meus alunos, devido à sua dedicação. Esta sempre foi sua maior força, rapaz. Como eu disse, fiz bem em escolhê-lo. *dando de ombros* Mesmo porque, você foi o único que conseguiu superar a prova...
Az: Sensei, agora que o senhor falou... me lembro que na verdade eu não cheguei a derrotá-lo. Nós empatamos. Como pode me considerar então o vencedor, e pior, o sucessor digno?



*Pela primeira vez naquele dia eu senti uma intenção agressiva em meu sensei, como se a qualquer momento ele fosse me dar um dos muitos cascudos que me deu na época do treino e eu constantemente errava os movimentos mais básicos. Mesmo assim, ele não ousou levantar a mão contra mim, embora o tivesse feito por muito menos em outros tempos. Embora eu jamais tenha tido outra atitude de luta contra ele após nosso duelo e não o faria novamente caso ele quisesse me bater, ele sabia que apenas se eu deixasse ele conseguiria.*

Hirokazu: Lembra-se do que você disse naquele dia?
Az: "Não sou capaz de vencê-lo... mas não deixarei que você me vença, sensei."
Hirokazu: Exatamente. A prova era para determinar se você era um sucessor digno. Ao empatar comigo naquela época, você provou isso, e tornou-se o primeiro mestre sucessor a superar o desafio sem efetivamente vencer a prova. Você não precisava me vencer, na verdade nunca precisou. Se nós lutássemos novamente menos de um ano depois, eu com certeza teria sido esmigalhado por você, Edu-kun. Acompanhei de perto seu desenvolvimento e vi quando sua força superou de longe a minha, mas eu não precisava acompanhar, depois de nossa luta eu sabia que você alcançaria as estrelas, e além. Um patamar que eu nunca fui capaz. E em poucas décadas, você se tornou o mestre mais forte e habilidoso de nosso estilo, como nunca houve outro igual. Pensei que você já tinha entendido isso há anos. É a primeira vez que me decepciona em décadas, rapaz.



*Recuo para trás e me curvo até minha cabeça bater no chão. Mas de repente ouço a gargalhada do sensei enquanto ele me dá uns tapinhas nas costas.*

Hirokazu: Hahaha, não se preocupe, só estou brincando, Edu-kun. Sei muito bem que, apesar de tudo, sua mentalidade ainda é fortemente ocidental, e ocidentais sempre precisam ouvir as palavras, hahaha! E é por isso que eu digo: você não é especial por ter nascido assim, você se tornou especial com seu próprio esforço de nunca desistir e o quanto você lutou por isso! Só é pena que nunca consegui lhe ensinar a ter mais confiança em si mesmo, hehehe. Mas tenho certeza que um dia você aprenderá sozinho... ou então vou começar de novo a dar pancadas na sua cabeça para ver se aprende, hahahah!

*Lentamente eu me levanto, ainda tímido e sem coragem de encará-lo nos olhos, mas à medida que ele ri, eu também começo a rir.*

Az: Eu disse que não sei até onde posso chegar, mas lhe garanto sensei, conseguirei treinar um sucessor adequado ao nosso estilo!
Hirokazu: Hehe, tudo bem, só não demore tanto quanto eu. Quero ver meus "netos de escola" ainda. Hahahah!

*Ambos continuamos rindo mais um pouco. Mas algo ainda me incomodava. Parei de rir*

Az: Sensei, por que o senhor veio me visitar hoje? Duvido que seja uma visita casual.
Hirokazu (rindo): Ora, não posso visitar meu sucessor apenas para lhe filar o chá, contar bobagens do passado e rir um pouco? Hehehe... OK, você me pegou. Mas creio que você mesmo já imagina por que eu vim aqui.

*De fato eu já imaginava. Tudo o que havia acontecido até hoje na Pensão, tinha sido uma série de acontecimentos interligados que pareciam fazer uma conjunção até um certo ponto de nossa história. É claro, muito daquilo tudo tinha sido graças à manipulação de Metraton e Sandalphon mas... resolvi fazer de cara a pergunta principal.*

Az: Sensei, até onde o senhor e outros seres humanos foram responsáveis por eu e alguns dos maiores mestres de artes marciais do mundo se reunirem nesta Pensão e enfrentarem algumas das maiores ameaças que a Terra já teve?
Hirokazu (sorrindo com o canto da boca): Bem direto, não? Muito bem, vou lhe contar o motivo pelo qual realmente vim aqui hoje... contar-lhe o pouco que posso sobre a Iniciativa Hinata Warriors. E principalmente, sobre a próxima geração.

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MensagemAssunto: Re: Quarto 403 - Eduardo Azrael   Sex Jun 06, 2014 10:37 pm

-.-... Visitando em momento off...

Vamos depois dar inicio a 2º fase dessa vez? ^_^

Afinal tem os filhos ne? -.-

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Sempre que posso estarei com vocês!

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MensagemAssunto: Re: Quarto 403 - Eduardo Azrael   Sab Jun 07, 2014 12:38 am

Off:

Alô, lindona! Estou muito ansioso pela nova fase, e claro que não me esqueci dos nossos pimpolhos!

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MensagemAssunto: Re: Quarto 403 - Eduardo Azrael   

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