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 Em busca das armas sagradas

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AutorMensagem
Zhero Kuratami

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Seg Jan 05, 2015 12:59 am

Off : isso é antes de eles embarcarem !

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- O sacrifício da vida e da morte -


Zhero estava de pé, parado ao lado do banco no qual Lola havia sentado, pensando no que ele havia dito e se ela estaria zangada pelo acidente da tinta fresca.

Zhero: - Hmm... - Ele olhava para o banco com a marca do traseiro de Lola nele - Eh... acho que ela se zangou mesmo... Eu apenas tentei ajudar e talz... - Ele solta um suspiro e começa a pegar as coisas do chão que ela havia deixado cair ao se levantar - Tsc... como sou desastrado...

Depois de um tempo, após juntar tudo, ele joga todo o lixo em um saquinho e deixa em um canto que possa ser visto, logo ele avista Shuuji, Akane e Lola vindo em direção ao avião que estava próximo. Parado e sem se mexer, ele observa Shuuji entrando no avião com Akane e Lola que vinha em sua direção.

"- Desculpe... - De cabeça baixa ela se arrepende pelo que fez, o modo agressivo com o qual "espantou-o" de sua frente. - Não fora minha intenção de... - De repente seus olhos ficam avermelhados e cintilantes. "




No momento em que Lola parou de falar, seu olho esquerdo começou a doer e neste exato momento, as suas lembranças vieram como um flashback em sua memória.

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Inicio do Flashback


" Os deuses lhe escolheram para cuidar do mundo mortal e espiritual... E para isso, terás que achar o seu caminho na terra, usar o poder que os espíritos lhe oferecerão para cumprir a sua tarefa. " - Dizia o velho sábio que lhe guiava o caminho de uma pequena vila ao norte de Kyoto.


Zhero: - Obrigado pelas palavras senhor, irei imediatamente para aonde o senhor me indicou... só espero que ela esteja lá... - Ele dizia enquanto olha o mapa que o senhor havia lhe dado quando estava partindo para a estrada.

Velho: - Claro garoto... um morto não pode fugir de um túmulo... certo ? - O velho dizia enquanto o olhava partir.

Zhero: - Não diga isso senhor ! Não sabes nem a metade do que esse mundo esconde !  - Ele dizia acenando para ele enquanto seguia o caminho que indicava no mapa.

Velho: - a5 - O velho então ficou sem entender e voltou para a sua casa.

Após pegar um avião, um ônibus, um trem e um taxi, depois de 5h horas de viagem, Zhero chega ao local do mapa indicado, um vilarejo vazio, sombrio, onde havia um templo no fundo dela.

Zhero : - Eh... acho que chegamos... - ele dizia enquanto olhava ao seu redor.

Sem pensar duas vezes, caminhou direto ao cemitério da cidade e então procurou pelo nome de uma pessoa chamada de " Kagura Uchihara " , uma mulher que fez parte da era Meiji, esposa de um grande líder da época. Ele caminhou por todo o local, olhando por cada canto até achar, e quando achou, suspirou, fechou seus olhos, levou suas mãos até o túmulo e então pronunciou algumas palavras indecifráveis enquanto sua energia espiritual se ligava ao de Kagura.

Zhero : - Me ajude a encontrar o que eu preciso... me dê a sua visão que lhe darei algo em troca... - Ele dizia enquanto seu corpo era tomado por uma chama espiritual azul que no qual não queimava.

Em sua mente, uma pessoa aparecia no meio de um branco total, o espírito de Kagura agora se comunicava com ele.


Kagura : - O que queres de mim, ser espiritual ? - Ela dizia enquanto o olhava de lado.

Zhero : - Preciso de sua visão... Kagura-sama, preciso saber o que houve naquela época em que viveste com Taisen..

Kagura: - Taisen... - Ela volta a olhar para frente enquanto levava suas mãos em seu peito - E como posso saber se você é confiável as informações que lhe darei ?

Zhero : - Me peça qualquer coisa... que farei por você.

Kagura : - Tens certeza do que estás falando ? Pode muito bem me trair após voltar ao seu mundo depois que conseguir o que quer...

Zhero : - Não tenho a intenção de trai-la... mas já que duvidas de mim... Posso lhe dar um pouco do meu sang... - Ele era interrompido enquanto Kagura levava seu indicador aos lábios dele.

Kagura: - Tudo bem... acredito em você... não preciso de seu sangue... - Ela dizia com um olhar charmoso e elegante. - Lhe darei o que querer... apenas feche os seus olhos...

Zhero fechou os olhos lentamente, e então com uma supresa, rapidamente sentiu os lábios dela nos seus e então como um sonho, começou a ouvir vozes e ver coisas.


" ??? : - Temos que proteger Kyoto... Kagura, Sephiroth, Sayako, Kunisake e Chidori... Preparem-se... Hoje de noite... derramaremos sangue dos traidores...

Logo mais tarde, ele presencia a guerra na visão de Kagura, a visão do inferno encarnado em um Youkai sanguinário, Taisen dilacerava cada inimigo em sua volta, cortando cabeças, braços e pernas com a sua espada que foi forjada com o seu sangue. O fogo dominava cada canto de Kyoto, o chão estava coberto de sangue e de corpos. Sem energias para lutar, Taisen encontra o imperador com a espada ensanguentada e a sua família morta logo atrás.

Taisen: - Traidor... - Ele se apoiava com o joelho sobre chão com a ajuda da espada fincada ao mesmo.

Imperador : - Traidor ? Não... Não sou um traidor, sou apenas aquele que não suporta mais viver no meio de demônios como você... Taisen... - Ele dizia enquanto retirava a espada do corpo de um dos seus familiares e apontava para Taisen - Vocês Youkais, não terão lugar na terra...

Taisen enlouquecido e furioso, se ergueu com um rugido alto e com toda a sua força, aplicou um golpe contra o imperador, mas sem energia o suficiente e com a visão turva, errou o golpe e por consequência, o imperador se aproveitou e fincou a espada em suas costas, atravessando o peito e perfurando o coração assim, o matando instantaneamente.

Kagura ainda vivia, agonizando silenciosamente enquanto observava seu marido sendo morto até sua visão ficar turva pelas lagrimas e aos poucos escura enquanto a morte lhe tirava a vida.
"

Aos poucos, Kagura retirava os lábios dos dele e com as lágrimas em sua face, ela se vira de costas para ele enquanto enxugava as lágrimas no vestido.

Zhero : - O...Obrigado... e... Sinto muito... Agora preciso achar a espada de seu marido... - Ele dizia enquanto ficava sem jeito pelo fato de faze-la se relembrar e de faze-la chorar.

Kagure: - Tudo bem... se estás procurando a espada de Taisen, desejo-lhe sorte... - Ela dizia enquanto caminhava em direção do nada - Adeus e cuide bem da espada...

-----------------------------------------------
Fim do Flashback


Com a mão em sua mão em seu olho esquerdo, Zhero volta a olhar para Lola, enquanto ouvia ela pedir desculpas por segurar a sua face.

"- Você parece estar atrás de respostas para isso que acabei de ver... Se está procurando aquela espada... Então deveria vir conosco... - Em algum momento da visão, ela enxergou ao fundo o rosto de um homem, Abubu? "

Zhero : - Então você tbm pode ver... enfim... Sim, estou procurando pela espada e estou grato pelo convite, sinto que devo aceita-lo e irei contigo.

------------------------------------------------------------------------

Off: Terá continuação ! Só terminei agora para não trancar muito, mas ainda darei a resposta para a Lola no post dela, e estou parando tbm que já é 2h da manhã e tenho que levantar as 6h, portando, me desculpe !

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Seg Jan 26, 2015 1:33 pm

** a missão fica cada vez mais complicada, Harima não era do tipo de arregar fácil, então decidiu ir em direção á torre, mas posicionado no final da comitiva, dando cobertura ao resto do pessoal, não que eles precisassem, mas o orgulho de sub-gerente o forçava a isto e com Ali na frente com Talim, na frente estavam seguros. **

Harima: quente... quente demais e ainda nem chegamos na tal cidade, e pelo tamanho da torre eu já imagino uma subida quilométrica, espero que eu consiga subir voando!

Shuuji: acho que não, Hari-nii. Se essa for realmente a torre de Karin, sabemos que qualquer influência sobrenatural é anulada. Para que a subida seja justa.

Harima: eu sei, mas não custa sonhar, maninho.

** vejo akane rindo de maneira natural, bem diferente do meio-capeta que era e penso: alguma coisa aconteceu com ela. E eu sei quem pode me responder. **

Shuuji: tudo bem, Hari-nii? Ta com a cara fechada.

Harima: nada não. Cuide da retaguarda, tenho que falar com uma pessoa.

Shuuji: pode deixar. Akane-hime, pode ir com a Lola um pouco? Assim que Harima-nii voltar conversamos de novo, e não quero que nada de mal aconteça com você **afaga o rosto e cabelo **. Eu já volto, hime-chan.

** Harima se afasta. Confia em Shuuji para o serviço e chama uma pessoa para.conversar **

Harima: Xy-san, vou roubar a Moka-chan por um minuto. Moka-chan, por favor, preciso falar com você, a sós.

** soou estranho, mas ele sabia q podia se explicar depois, mais afastados do grupo, ele pergunta **

Harima: me diga, o que aconteceu com a Akane enquanto estávamos fora? Ela nem de perto parece a mesma garota. Qualquer um de nós sabe que Marbas viria atrás dela feito louco se ela estivesse viva. Quem é ela?

_____________________________________________

** Shuuji não era acostumado a fazer guarda. Estava atento a qualquer detalhe e tudo que se movesse, ao mesmo tempo não tirava o olho de Akane e pensava no que deve ter acontecido, mas o tempo daria respostas. A cidade estava ali na frente e aparentemente só teríamos problemas do portão pra dentro. **

Daphne: Ali-san tem uma pá de gente nos portões da cidade.

Shuuji: Atenção! Se preparem pra correr!

** shuuji viu uma movimentação na areia atrás deles. Primeiro de leve depois mais intenso mas o úlitmo foi uma onda em volta da cidade. **

Shuuji: pra cidade, agooooooora!

** das areias surgiram bestas como sanguessugas gigantes em torno de toda a cidade, de maneira que afunilavam as escolhas, correr para os que estavam a porta da cidade, e torcer para ser bem recebidos ou encarar a besta do deserto. **

Shuuji: e ai, corremos?
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Fev 01, 2015 12:18 pm

*Mokona caminhava ao lado de Xysuke mais pensativa que o normal. Ela tentava se concentrar à sua volta, a procura de perigos, mas muito lhe vinha na mente. Meditava sobre tudo que tinham vivido até hoje, e como todos tinham mudado. Mesmo ela não sendo uma humana de verdade, e agora descobrindo que guarda uma alma humana dentro de si, Mokona sentia que tinha mudado muito desde a primeira vez que notara que gostava de Xysuke. Todas as experiências boas e ruins ajudaram a modificar a personalidade de Mokona, e ela sentia-se mais segura, mais certa do que queria ser nessa existência. Assim que surgisse a oportunidade, ela daria um passo importante na sua vida, pois sentia que era chegada a hora. Tinha certeza que Xysuke iria apoiá-la, não importasse qual fosse a situação.  

Harima-kun chegou próximo deles e falou:

Harima: Xy-san, vou roubar a Moka-chan por um minuto. Moka-chan, por favor, preciso falar com você, a sós.

Mokona olhou pra Xysuke e só de olharem-se a mensagem era:

Mokona: - Nani??   Question

Ela sorriu para Harima e afastou-se de Xysuke, prestando atenção na conversa:

Harima: me diga, o que aconteceu com a Akane enquanto estávamos fora? Ela nem de perto parece a mesma garota. Qualquer um de nós sabe que Marbas viria atrás dela feito louco se ela estivesse viva. Quem é ela?

Mokona pensou por alguns segundos. Ela estava tentando lembrar no meio de todos os dados dos acontecimentos da luta contra a Salamandra... não... Saladinha... ahh... aquele anjo lá, e aos poucos ela viu novamente a cena de Lola acabando com o sofrimento de Akane com a própria espada, seus sangues se misturando, a voz da Deusa Gaya ao fundo dando o presente da vida humana à Akane, que voltara do mundo dos mortos como um bebê.

Mokona: - Bem, que eu me lembre, foi a Deusa Gaya que deu mais uma chance a Akane, que era uma meio-demônio com coração humano. Acredito que o amor de Lola naquele momento, depositado no âmago de seu ser, ajudou a menina a retornar também. Agora ao que me parece ela está num estágio de crescimento avançado. Pois era um bebê há poucos meses atrás, e agora já tem o corpo de uma criança de 11 anos. Eu não sinto nenhuma vibração demoníaca vindo dela, mas seu poder pode estar somente adormecido. Não podemos ter certeza de nada, nem mesmo ela deve saber o que acontece com o próprio corpo. Com toda essa correria, e tê-las de surpresa aqui não me deixou brechas para perguntar a ela se ela está bem, do que se lembra... Agora é o momento de dar-lhe apoio, e quando a hora chegar, saberemos de mais detalhes. Consegui responder a sua pergunta, Harima-kun? ^^

Mokona continuou caminhando, e ficou observando Akane, que tinha um olhar perdido. Ela parecia tão feliz ao lado de Shujji. Tomara que ambos tenham um final feliz Wink

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Akane
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Fev 01, 2015 12:56 pm



(A tradução da música é exatamente o que ela esta sentindo! )

*Akane vinha caminhando ao lado de Shujji, e nada, nada mais existia ao redor deles. Eles conversavam sobre muitas coisas, Akane queria lhe contar o que ela lembrava, mas queria, acima de tudo, saber mais sobre ele.

Akane: - Shujji-kun, eu tenho uma lista enoooorme de coisas pra te perguntar.

A inocência de Akane ainda lhe ajudava a não ter vergonha de perguntar a um menino coisas que uma garota mais velha teria, então ela veio com uma lista enorme de dados que queria saber sobre ele, que escrevera enquanto estiveram no avião. Ela abriu o pergaminho e começou a falar pausadamente, para dar tempo de ouvir a resposta:

Akane: - Shujji-kun,

QUAL SUA COR FAVORITA?

QUAL SUA MÚSICA FAVORITA?

VOCÊ GOSTA DE CHUVA?

VOCÊ GOSTA DE MAR?

QUANTOS IRMÃOS VOCÊ TEM?

QUAL SUA COMIDA PREFERIDA?

ALGUÉM JÁ TE MAGOOU?

QUAL SUA LEMBRANÇA MAIS QUERIDA?

VOCÊ TEM PAIS?

VOCÊ TEM ALGUM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO?

VOCÊ VAI À ESCOLA?

VOCÊ GOSTA DE CANTAR?

VOCÊ GOSTA DE DANÇAR?


E assim ela foi perguntando e perguntando. Lá pelas tantas Harima-sam reclamou do calor, e pediu para Shujji tomar conta da retaguarda. Ahhhh porque logo agora??? Akane ficou com beiços enormes, e olhou para Shujji, esperando que ele dissesse que não.

Porém Shujji respondeu:

Shuuji: pode deixar. Akane-hime, pode ir com a Lola um pouco? Assim que Harima-nii voltar conversamos de novo, e não quero que nada de mal aconteça com você **afaga o rosto e cabelo **. Eu já volto, hime-chan.

Não só o toque no rosto e no cabelo fizeram Akane ficar vermelha, e toda Aiaiaiai Shujji-kun, mas ele chamá-la de Akane-hime, hime-chan, a levaram às nuvens...

Akane-hime.... hime... hime.... (eco)  Embarassed  Embarassed  Wink  Wink  Wink

Ela foi flutuando para o lado de Lola, imaginando-se uma princesa de verdade... (Ela anda muito com a Makie... ^.~ )

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Seg Mar 09, 2015 4:20 pm

**
Enquanto a aventura não continua, vamos para o....

MOMENTO SHUUJI RESPONDE!

Pergunte qualquer coisa sobre os Kenji que ele responde, não importa o quê!

Na última postagem, vimos que Akane anda com muitas dúvidas, então vamos responder hoooooje: OS GOSTOS DE SHUUJI!

Vamos lá!

QUAL SUA COR FAVORITA?
Shuuji: Vermelho, sem dúvida.

QUAL SUA MÚSICA FAVORITA?
Shuuji: Black Music e Hard Rock, não nessa ordem.

VOCÊ GOSTA DE CHUVA?
Shuuji: Gosto, mas não aaaamo, quem curte mais é o Hikaro.

VOCÊ GOSTA DE MAR?
Shuuji: Há um problema comum aos Kenji, nenhum sabe nadar! (tal qual seu criador), gosto do mar, mas me apavoro nele! Very Happy

QUANTOS IRMÃOS VOCÊ TEM?
Shuuji: Que eeeeeeeu saiba, 3, mas o Harima-san disse que somos 5 no total:
Eu, Hikaro, Harima, Daphne e um tal de Ryu que nunca vi.

QUAL SUA COMIDA PREFERIDA?
Shuuji: Yakisoba, já!

ALGUÉM JÁ TE MAGOOU?
Shuuji: já, consciente e inconscientemente, mas prefiro não lembrar, nem mencionar nomes.

QUAL SUA LEMBRANÇA MAIS QUERIDA?
Shuuji: Salvar uma menina que caía de uma árvore.(lembra pvr!)

VOCÊ TEM PAIS?
Shuuji: Tenho, mas não conheço, Harima-san nunca me fala deles.

VOCÊ TEM ALGUM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO?
Shuuji: Eu não tenho, mas meu sobrinho Seishin tem um arminho, dizem que ele é filho de um arminho famoso em Mahora, a gente deu o nome dele de Sora-kun.

VOCÊ VAI À ESCOLA?
Infelizmente, sim, estou cursando(me formando) a faculdade de Educação Física, estou com aparência de 27 anos, mas na verdade tenho 22, por que Harima-san me fez ficar com 18 anos para tentar conquistar uma garota que eu gostava(Ling, ou ninguém lembrava mais disso?) quando tinha 12, sou do tipo que faz qqer coisa por amor, mas hoje estou atrás de uma maneira de voltar a minha forma original(22 anos). :)

VOCÊ GOSTA DE CANTAR?
Cantar não é meu forte, Hari-nii é um puta músico, mas eu gosto de cantar por mim mesmo, mas sou meio desafinado Very Happy.

VOCÊ GOSTA DE DANÇAR?
Taí uma coisa que sou mais duro que pole dance. Mas alguém pode me ensinar né? Razz
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Ali Al-Said Samir

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Mar 11, 2015 1:59 pm

*A viagem pelo deserto prosseguira até bem tranquila, apesar dos pesares; tínhamos que lidar com o calor escaldante e o frio congelante da noite, a falta de água, as armadilhas mágicas (como miragens e demonios que se disfarçavam de coisas bem atraentes para tentar nos devorar...) e, é claro, enfrentar uma média de cem criaturas por dia. Eu já havia atravessado literalmente centenas de covis de monstros na minha vida, mas nunca havia encontrado um lugar infestado com tantas criaturas diferentes: animais gigantes e minúsculos, plantas carnívoras (havia algumas no primeiro oásis que encontramos e quase que alguns de nós viraram almoço...), dinossauros, youkais, demonios e até seres que não se encaixavam em nenhuma descrição possível; até mesmo criaturas feitas de pura rocha e areia nós enfrentamos! Para um "deserto", aquele lugar estava muito bem habitado... o bom é que com isso até que não nos faltava tanta comida: ensinei os demais a comerem espetinho de escorpião gigante, insetos, larvas e cactos, além de outros animais e plantas comestíveis que encontrávamos em nossas batalhas (alguns nem tanto... eu mesmo cheguei a passar mal depois de tomar um caldo de youkai). Eu já havia notado que aquele deserto era na verdade uma gigantesca defesa para aquela torre no seu centro; afinal, que segredos aquele imenso monolito escodia, para exigir tamanha proteção antes mesmo de suas proximidades? A quantidade de mana no ar, que Harima e os outros sensíveis a magia puderam sentir desde que chegamos, era por si só o principal motivo de haverem tantos seres ali, atraídos como insetos pelo doce; eu sentia também que, apesar daquilo, aquele deserto e aquela imensidade de monstros não era realmente um desafio muito grande: todos nós estávamos correndo sério perigo de morte ali mas, mesmo assim, não era nada que um grupo como o nosso não pudesse enfrentar... era como se fosse apenas um mero teste às nossas capacidades, como Kalil nos alertara. Seja como for, mesmo com tudo aquilo, eu pude sentir ainda mais os laços de amor e amizade existentes entre os Hinata Warriors; apesar de perigosa, aquela viagem pelo deserto lembrava a mim e a Talim de nossas infâncias, quando nós dois, em momentos diferentes de nossas vidas, vivemos em desertos tão desolados (mas não tão perigosos, e nem mesmo sem uma montaria) e nós dois nos sentíamos bastante nostálgicos, apesar das dificuldades que nossos colegas de viagem passavam no deserto, que para nós seria quase que um passeio se não fossem os perigos não-naturais. Mas eu começava a sentir também outras coisas: sentia que Talim realmente estava crescendo, sua atitude em nos guiar pelo deserto demonstrava uma maturidade que raramente eu via nela; sentia o amor entre Xysuke e Mokona crescer ainda mais um pelo outro e também notara que havia algo entre Shuuji e Akane (apesar da notória diferença de idade entre os dois; Mokona me explicou um pouco da história e também da situação de Akane, o que me deixou mais aliviado em relação a isso); via a tranquilidade da jovem Makie, que também me impressionara um pouco ao tentar assumir a responsabilidade pela travessura; eu ainda olhava com um pouco de desconfiança para Zhero, o novo membro do grupo, que havia chegado do nada, mas apesar disso eu não me opusera à sua inclusão no grupo (afinal, eu mesmo ainda era visto com desconfiança pelo Harima...); e por fim, eu estava cada vez mais impressionado com a força e a postura de Lola (além de sua beleza... será que todas as mulheres daquela família me eram tão atraentes assim?!), mas era uma pena que parecia que ela estava se interessando pelo novato... Entre trancos e barrancos, armadilhas e monstros, frio e calor e muitas outras dificuldades, os dias passaram e, na madrugada do décimo dia de viagem, conseguimos chegar até as proximidades da imensa cidadela que cercava a torre. Estávamos acampados a alguns quilômetros dos muros da cidade, descansando para poder enfrentar os perigos que houvessem lá, quando de repente Shuuji, que estava de guarda, acorda todo mundo*


Shuuji: Atenção! Se preparem pra correr!


*Das areias surgiram bestas como sanguessugas gigantes em torno de toda a cidade, de maneira que afunilavam as escolhas, correr para os que estavam a porta da cidade, e torcer para ser bem recebidos ou encarar a besta do deserto.*

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Talim: V-vermes de areia...!



Ali: Eles são capazes de fazer a Dobra de Terra, como eu, mas o alimento favorito deles é carne humana!


*Imprensados entre a parede de pedra e os "vermes malditos", havia muito pouco a se fazer; meu primeiro impulso é avançar contra os vermes, mas o cansaço da travessia do deserto e o imenso número dos vermes me obrigam a me segurar... e também a segurar Talim pelo colarinho, antes que ela cometa a burrice que eu queria fazer e ataque os vermes.*


Ali: Não adianta, Talim, isso seria praticamente um suicídio. Nossa única chance é avançar para a entrada da cidadela, enfrentando o mínimo possível dos vermes antes que todos nos ataquem.

Talim: E como pretende fazer isso, senhor sabichão? Aquelas coisas são muito mais rápidas que qualquer um de nós na corrida! Sem contar que os caras lá podem não gostar da gente invadir a cidade deles!

Ali: Na corrida talvez sim, mas não iremos correr, e sim deslizar. Juntem-se todos perto de mim!




*O grupo se amontoa, comigo no meio; levanto as mãos, bato com o pé direito no chão e um bloco imenso de rocha se levanta da areia sob nossos pés, como uma plataforma, e começa a se mover, como se fosse uma balsa num rio. Avançamos desta forma em direção à cidadela, e os vermes de areia notam nosso movimento; eles vêm em nossa direção em duas filas imensas, e eu, mesmo controlando a plataforma de areia, aponto a palma das mãos abertas e disparo dois imensos jatos de fogo, incinerando cerca de vinte vermes, mas infelizmente deveria haver pelo menos uns cinco mil vindo em nossa direção. Meus ataques retardaram um pouco o avanço deles, mas eles continuaram avançando; eu estava mais cansado do que achava.*


Ali: Não posso controlar a plataforma de pedra e manter o ataque ao mesmo tempo! São muitos!


*Talim já havia sacado suas adagas e fatiou quatro vermes com seu Killer Wind; Xysuke e Lola atacavam com suas armas (o Bastão Falso e as espadas) os vermes que chegavam muito perto; mas o principal poder de fogo era feito por Harima e Shuuji, que disparavam magias fortíssimas, vaporizando a maior parte dos vermes. Como os Hinata Warriors estavam nos protegendo, eu aproveitei para me concentrar mais no controle da terra e acelerei a plataforma, antes que mais vermes chegassem perto. Com a velocidade de um avião a jato, atravessamos o portão da cidadela. Antes que os vermes entrassem, eu dobrei a pedra que usamos como plataforma e bloqueei o portão. Lá dentro, notei rapidamente que as construções, embora talvez tivessem milhares de anos, estavam estranhamente bem conservadas... Todos deitamos no chão, ofegantes, mas não pudemos nem respirar direito, pois estávamos diante de uma tribo inteira de beduínos.*



*Eu e os Hinata Warriors ficamos em guarda. Um dos beduínos saiu do meio do grupo e abaixou o pano que cobria seu rosto: era Kalil, o mesmo que nos encontrou quando chegamos ao deserto.*


Kalil: Meus parabéns por chegarem vivos até aqui, Avatar Ali e Hinata Warriors. Vocês passaram no primeiro teste.

Talim: O quê?! Como sabe quem nós somos?

Kalil: Eu seria muito idiota se não soubesse quem é o Avatar. Quanto aos demais, a fama dos Hinata Warriors já se espalhou até nos cantos mais obscuros da Terra...

Ali: E afinal, que história é essa de teste?

Kalil: Todos que procuram o Mestre Karin devem passar por uma série de testes, para julgar sua dignidade. Afinal, a Torre de Babel, que liga a Terra ao Céu, é um lugar proibido aos seres humanos.

Ali (espantado): Torre de Babel?! Então esta não é a Torre de Karin, e sim a Torre de Babel?!?

Kalil: Esta ERA a Torre de Babel, em tempos antigos, hoje ela é chamada de Torre de Karin. A torre lendária que os seres humanos, em sua arrogância, construíram para tentar retornar ao Paraíso, e foram severamente punidos por Deus. E que vocês, em sua arrogância, tentam conquistar; sinceramente, para mim, você e seu grupo são justamente a epítome do significado da Torre: um grupo composto por tantos seres diferentes, com tantos desejos e ambições, tentando alcançar o Céu...

Ali: Não é nosso desejo conquistar a Torre e muito menos afrontar a Deus de qualquer forma. Nós só queremos falar com o Eremita que nos foi dito que habita nessa torre.

Kalil: Exatamente. E para tanto, vocês devem passar pelos testes, para saber o grau de sua dignidade. Só aqueles que são dignos podem ter uma audiência com o Mestre Karin.

Ali: Que seja então. Estou pronto para o teste.

Kalil (sorrindo): Muito bem então... que o segundo teste comece!


*Para minha surpresa, todos os beduínos bateram com os pés no chão e imensas paredes surgiram do chão, separando o grupo em três, formando um imenso labirinto à nossa volta. Eu, Talim e Makie; Mokona, Xysuke, Lola e Zhero; e Harima, Shuuji e Akane. De cima de um dos paredões, Kalil e seu grupo nos olhavam.*




Ali: Dobradores de Terra? Mas como é possível?! Achei que os únicos que restavam no planeta éramos eu e Gogo!

Kalil: Hahaha, há muitas coisas que você não sabe, Avatar! Seu próximo teste é esse: seu grupo é muito forte unido, mas será tão forte assim, a ponto de conseguirem chegar separados até o centro da cidadela, onde está a Torre?

Talim: Bah! Eu consigo saltar por cima dessas muretas e chegar até vocês brincando!

Ali: Não! Espere, Talim!


*Desta vez eu não consegui segurá-la. Talim saltou, ultrapassando a altura das muralhas; porém, quando ela ia cruzá-las, as muralhas de repente aumentaram de tamanho, surgiram farpas e espinhos afiados como espadas nos muros e no teto. Pega de surpresa, Talim não conseguiu dominar o ar para escapar, mas Makie usou sua fita de ginástica rítmica e laçou Talim no ar, antes que ela se espetasse. Eu aparo ela com meus braços, a coloco no chão e acerto um cascudo em sua cabeça (aproveitando para descontar um pouco o monte de tamancadas que já levei)*






Ali: Não seja inconsequente! É a segunda vez hoje que você escapa de morrer! Eles podem controlar essas muretas como bem entenderem! Para evitar surpresas, teremos que jogar o jogo deles... por enquanto.


*Grito para os outros dois grupos*


Ali: Pessoal, tomem cuidado! O Objetivo deles não é inicialmente nos matar, mas nos testar! Mesmo assim, fiquem atentos que as armadilhas podem ser mortais! Nos encontramos na Torre!


*Eu, Talim e Makie avançamos então pelo labirinto. Como se tratava de um labirinto criado por Dobradores de Terra, as paredes mudavam o tempo todo, e era difícil seguirmos na direção que queríamos; com a vista coberta pelo teto das masmorras e prédios não podíamos sequer nos orientar pela visão da Torre. Felizmente, graças a meus poderes, eu podia sentir com precisão a direção onde estava a Torre, pois eu podia sentir como se fosse um radar sua posição. De vez em quando, conseguíamos sair para áreas descobertas e podíamos conferir se estávamos no caminho certo ou errado, mas logo tínhamos que retornar para a rota por dentro dos muros, corredores, calabouços e prédios. Mesmo assim, nosso avanço era lento; levamos pelo menos dois dias para avançar cerca da metade do caminho. Neste tempo, aproveitei para conversar com Talim e Makie, tranquilizá-las sobre a nossa situação, e principalmente, aproveitei para descansar; nos últimos dias eu havia descansado muito pouco, e aquela viagem no labirinto estava me ajudando a recuperar minhas forças. Estávamos assim, descansando à beira de uma fogueira, comendo um pouco de carne seca que trouxemos (aproveitamos para secar a carne de alguns monstros que matamos no deserto) e bebendo água de uma das fontes que encontramos na cidadela (felizmente haviam muitas fontes então água não era exatamente um problema naquele lugar).*


Talim: Eu não entendo, este teste não parece ser o que eles dizem. Apesar de termos enfrentado algumas armadilhas e alguns monstros neste labirinto, é como se eles não quisessem nos matar...

Ali: E não querem mesmo, Talim. Se quisessem, já teriam feito essas paredes nos esmagarem. Também não acho que seja a intenção deles nos matar de fome. É quase como se eles estivessem ganhando tempo.

Makie: ... Ali-san eu...


*Antes que Makie pudesse falar, ouvimos um estrondo. Seriam nossos amigos lutando perto de nós ou outra coisa...? A resposta veio rápido: um verme de areia gigantesco abriu caminho até nós. Dominei a Terra e lancei Makie e Talim para longe, em seguida joguei uma pedra que saiu quicando no chão; o verme seguiu a pedra e fiz sinal de silêncio para as meninas, o verme era cego e só podia nos ouvir e sentir a vibração no solo. Preparei um ataque, mas o verme rapidamente sentiu nossos batimentos cardíacos e foi na direção da presa mais fácil: Makie. Bati o pé no chão e fiz a terra protegê-la, o verme bateu de cara numa parede de rocha sólida e ficou zonzo. Talim atacou com suas adagas e cortou o verme pela metade, no sentido horizontal; infelizmente, o monstro ainda continuou vivo e, rápido como um raio, prendeu Talim com um dos tentáculos que saíam de sua boca. Antes que ele pudesse engolí-la, eu ataquei: segurei em sua pele áspera e, dominando o Fogo, fritei o verme, que morreu quase instantaneamente, soltando um urro horrendo. Talim e Makie caíram no chão, ofegantes, as duas com lágrimas nos olhos. Eu resolvo quebrar um pouco o clima de terror delas.*


Ali: Puxa, ainda bem que o verme atacou... agora teremos comida pra mais alguns dias. Alguém quer filé de verme bem passado?


*Talim e Makie caem na gargalhada (apesar do medo e da vontade de vomitar devido à minha proposta de refeição), ficam em pé e depois que eu corto alguns pedaços do verme assado (não falei brincando quanto à comida...), seguimos andando. Graças a meus poderes de Dobra do Fogo, tínhamos iluminação ali, então seguimos andando pelos corredores. Até que finalmente chegamos em algo parecido com um imenso salão, mas desta vez sem teto; dali podemos ver a Torre, estamos bem próximos, faltando só algumas paredes, e sorrimos aliviados... quando de repente dois dobradores de Terra saem do chão atrás de Talim e Makie e as prendem, segurando adagas em suas gargantas. No alto de uma parede, Kalil nos observa.*





Kalil: Nada mal, e parabéns por chegarem aqui... vejo que os anos sem usar seus poderes não extinguiram seu sentido sísmico, Avatar Ali, só assim para chegarem aqui tão rápido.

Ali: Você é um covarde! Vai ameaçar as crianças agora?


*Kalil arranca sua túnica, ficando só de calças, salta e fica na minha frente*





Kalil: De modo algum. Só não quero que as duas tentem interferir. Aquilo que você gritou outro dia para seus amigos era verdade... ou quase. De fato, nossa intenção não é matar vocês, e sim testá-los... mas a minha intenção é ter um duelo até a morte com você, Avatar Ali!


*Antes que eu pudesse reagir, Kalil me acerta um soco em cheio no rosto; o soco me arremessa longe, me fazendo atravessar uma das paredes de rocha.*


Makie: Ali-san!

Talim: Ali!

Kalil: Saiba que nós desta tribo de Dobradores temos aperfeiçoado nossa técnica há milênios, em eterna guerra contra os Vermes de Areia e que, diferente da técnica de Dobra de Terra que você aprendeu, a nossa é muito mais...


*Kalil é acertado em cheio na boca por uma pedra que eu joguei, sem Dobra mesmo. Eu saio de dentro da parede, um fio de sangue escorrendo do canto da boca.*


Ali: Blá, blá, blá... Agora entendi porque vocês nos fizeram passar por tudo isto, você queria que eu descansasse, devido à travessia no deserto, para me enfrentar com meu poder em força total, não é mesmo? Que seja então, venha beduíno!


*A despeito da pancada, Kalil sorri e avança, fazendo pedras voarem na minha direção. Bato o pé no chão e levanto uma pequena parede, mas para meu espanto as pedras atravessam a parede, passando próximas ao meu corpo. Kalil atravessa com um soco a minha parede, desvio seu golpe com a mão e tento contra-atacá-lo, mas ele domina o chão debaixo dos próprios pés e se afasta deslizando. Chuto o chão e diversas rochas saem voando na direção dele; ele junta os braços num movimento rápido e dois pedaços das paredes o protegem; ele então arremessa o bloco de pedra compactado contra mim, eu giro meu corpo, desviando, faço um gesto com as mãos e arremesso o bloco de volta. Kalil levanta as mãos e uma rampa de areia surge embaixo do bloco, direcionando-o para cima, o beduíno faz um gesto rápido com as mãos e o bloco se despedaça, se transformando em várias farpas, que giram no ar e ele as arremessa contra mim. Domino uma das paredes e bato nas farpas com ela como se fosse um bastão, me protegendo. Ainda controlando a parede, tento bater em Kalil com ela, mas Kalil novamente domina a areia e faz um abrigo para se proteger do golpe. Ergo a parede para bater de novo, como uma marreta, mas ele salta de dentro da esfera de areia para me socar de novo. Ainda continuo levantando a parede com a mão esquerda e desvio os golpes de Kalil; tento acertar um soco nele, mas ele novamente escapa escorregando pelo chão, como fez antes. Arremesso a parede contra ele, mas ele domina a areia e, gerando uma lâmina fina, corta o bloco em dois. Ele pega os dois pedaços do bloco, ainda no ar, os transforma no formato de duas mãos gigantes e, como se aplaudisse, tenta me esmagar como um mosquito. Para seu espanto, eu suporto o golpe e, segurando os dois blocos, os despedaço em mil pedaços. Um fio de sangue escorre pela minha testa.*

 

Kalil: Vai mesmo me enfrentar apenas com a Dobra de Terra? Não notou ainda que eu sou muito mais forte que você?

Ali(limpando a testa com as costas da mão): Sim, você é formidável. Eu diria até que é um Dobrador mais hábil do que a própria Gogo, que me ensinou a Dobra de Terra. Mas você me desafiou como um dobrador de Terra e, pelo que resta da minha honra de Avatar, eu devo passar no seu teste como um Dobrador de Terra.

Ali (pensando): Eu agora entendo mais o que meu pai e Xysuke me falaram sobre as dificuldades que eu passaria... Pelas palavras deles (OFF: leiam no começo da aventura) e pela confiança que todos depositam em mim, eu não posso falhar!


Kalil: Huhuhu... a única chance que você talvez tivesse de sobreviver é usando suas outras Dobras, mas neste caso, sua morte é certa, Avatar Ali...

Ali: Pare de tagarelar e lute, Kalil! Vamos ver se sua Dobra é mais afiada que a sua língua!



*Kalil assume uma postura de combate e eu assumo outra. Iria começar um duelo entre dois dos últimos Dobradores de Terra que existiam. E como estariam se saindo os outros Hinata Warriors no labirinto...?


Continuem...

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Xysuke
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Leão Coelho
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sab Mar 21, 2015 5:58 pm

Após tantos testes e provações, o Time Avatar iria enfrentar mais um. E, dessa vez, com um plus de dificuldade a mais.

Devido à ação de Kalil, o grande grupo foi separado em três grupos menores:

1 - Time "Harém do príncipe" = Ali, Talim e Makie
2 - Time "Jornada ao Oeste" = Xysuke, Mokona, Lola, e Zhero
3 - Time "Magia" = Harima, Shuuji e Akane



Xysuke pôde ouvir a voz vinda do lado de onde estava o time "Harém do príncipe", com uma advertência.

Ali: Pessoal, tomem cuidado! O Objetivo deles não é inicialmente nos matar, mas nos testar! Mesmo assim, fiquem atentos que as armadilhas podem ser mortais! Nos encontramos na Torre!

Ao sinal de Ali, os três grupos começaram a se locomover. Em menos de 2 minutos de movimentação, já estavam totalmente separados e isolados em seções distantes do labirinto, devido à infinidade de caminhos e bifurcações diferentes dentro dele. Comunicação por meio de gritos já era ineficiente, exceto, TALVEZ, para Ali e Talim, que, aparentemente, tinham a audição mais apurada. E os donos dos melhores ouvidos acabaram indo parar no mesmo grupo. Após o grupo "Jornada ao Oeste" se deslocar por algumas dezenas de metros de corredores, Xysuke teve uma idéia.

- Flor, e se você tentasse estabelecer uma conexão com a Larg-chan, para ver se ela consegue projetar uma visualização em tempo real, vista de cima, deste labirinto, e nos orientar pelos caminhos certos?

Mokona assentiu e tentou se concentrar para se comunicar com Larg.



Sem sucesso. A enorme oscilação de mana daquele lugar tornou impossível se comunicar com qualquer criatura mágica que estivesse do lado de fora. Como se aquela cidadela inteira estivesse envolta em uma intensa e maciça cúpula de interferência eletromagnética contra qualquer tentativa de comunicação com o mundo exterior. Não seria de se estranhar se aparelhos de comunicação modernos, como celulares e gps, também não funcionassem ali.

- Maravilha...a oscilação de mana nesse lugar anula até mesmo as tentativas de comunicação entre as duas Mokonas, que ultrapassa até dimensões e intensos campos magnéticos de planetas...Parece que o jeito vai ser contar com a nossa intuição e a sorte, pra chegar do outro lado...

E assim o "quarteto fantástico" seguiu pelos corredores que pareciam não ter fim, tentando manter uma formação linear e constante, de modo a cobrir quaisquer surpresas desagradáveis que pudessem surgir.

A maior parte do percurso se desenrolou, não sem ataques surpresa nem armadilhas, mas sem muitas novidades e mudanças nos padrões desses ataques e armadilhas. Vermes de areia de tamanho mediano, não gigantes, por vezes apareciam de baixo da terra para tentar emboscar e transformar nossos heróis em seus lanchinhos, mas sem sucesso.

Enquanto Mokona e Lola fatiavam os vermes com suas espadas e Zhero pulverizava os bichos com sua magia, Xysuke usava o bastão falso, fortalecido com um pouco de seu chi, que ele canalizou para dentro da arma, como uma lança ou a haste de uma bandeira para atravessar o corpo do bicho e prendê-lo ao chão e, uma vez com a criatura imobilizada e sem ter para onde fugir, montava sobre o que parecia ser seu pescoço e fazia algo semelhante a isto...

https://www.youtube.com/watch?v=P-gbrwaq42I&t=2m7s
(OFF: Somente de 2:07 a 2:24)

...transformando o que seria a cabeça do bicho em uma pasta de carne, sangue, cartilagens e ossos, lindamente misturados e triturados (off: eu estou partindo do pressuposto que esses vermes da terra possuam algo que se pareça com um esqueleto interno).

O grupo foi seguindo, mantendo a formação enquanto se movia, fazendo algumas pausas para descansar, mas mantendo-se alerta. Quando era necessário dormir, dava-se um jeito de revezar a sentinela. Uma ou duas pessoas ficava de guarda, e o restante dormia. Na noite seguinte, o contrário, ou trocava-se de posto durante a madrugada.

Eventualmente, o quarteto chegou a uma seção mais aberta e ampla do labirinto, semelhante à clareira de uma floresta.

- Ué, que isso? Pra quê essa "cancha" no meio do...

Mas a indagação de Xysuke foi interrompida antes de terminar...

- ???: Ora, ora, ora. Então os famosos Hinata Warriors chegaram até aqui...

O quarteto se pôs em guarda ao som daquela voz carregada de deboche e escárnio. Zhero localizou a origem da voz.

- Zhero: Lá em cima!

O grupo olhou para onde Zhero apontava e viu um dos vários beduínos que estavam com Kalil, antes de começar o teste, parado em pé sobre uma das gigantestas paredes que formavam aquele labirinto. O sujeito tirou seu capuz e revelou seu rosto.



Em seguida, deu um salto e aterrisou em segurança, na frente deles.

- ???: Eu sou o braço direito de Kalil.

Xysuke começou a ficar impaciente e deu dois passos a frente, encarando o sujeito.

- Sem papo furado! Diga logo quem é você!

- Thul: Thul!

- Eu não! Perguntei quem é tu!

- Thul: Eu sou Thul!

- "Tu" é o escambau rapá, não me enrola e responde o que eu perguntei!

- Thul: Eu já respondi!

- Respondeu o quê?

- Thul: Thul!

- Eu o quê?

- Thul: Tu não! Thul! Sou eu!

- Eu sou você???

- Thul: Não! Eu sou Thul???

- Você é eu???

- Thul: Não! Você é você! Eu sou Thul!

Xysuke perdeu a paciência e olhou para Zhero.

- Ei...droga, esqueci o nome do cara novo........TU aí!

- Thul: Pois não?

- Não tu, ele!

- Thul: Mas eu sou Thul!

- Você se chama Xysuke por acaso???

- Thul: Não!

- Então?

- Thul: Não é "tão", é Thul!

E assim a discussão se prolongou até que Xysuke conseguiu entender que o jovem beduíno à sua frente se chamava Thul.

- Aaaaahhh, agora entendi. Mas também, se tivesse falando desde o princípio que seu nome era Thul...

- Mokona/Lola/Zhero: Ele falou...¬¬

- Thul: Enfim, seja como for, estou impressionado. Mesmo que a fama dos Hinata Warriors já tenha se espalhado pelos cantos mais longínquos da Terra (e fora dela), ainda assim é surpreendente ver em pessoa o que são capazes de fazer, ao passarem facilmente pelas armadilhas e monstros ao longo do labirinto, inclusive que já fizeram sucumbir muitos guerreiros poderosos e corajosos que também almejavam subir a torre. Considerem-se dignos de admiração. Entretanto, recebi instruções de Kalil para tornar as coisas um pouco mais interessantes, agora que percebemos que os desafios que vocês enfrentaram até agora foram "peixe pequeno", comparados com as capacidades de vocês.

Xysuke, que estava sentado no chão, de braços cruzados, ouvindo o discurso de Thul, se levantou.

- Já entendi. Você veio nos desafiar para uma luta. E já que é um dobrador de terra "jogando em casa", teremos mais dificuldade. Deixa eu te dizer uma coisa aqui, meu trutra. Você pode ter todas essas paredes e o chão como arma, mas chegamos longe demais para desistir ou sermos derrotados agora. Passamos pelo inferno na terra e mais um pouco desde que saímos da pensão...quase fomos mortos por....

Xysuke ia mencionar os dobradores de água, mas achou que o mestre Lo Meng ia preferir manter nas sombras o fato de algumas dezenas ainda terem sobrevivido e estarem reclusos no Templo da Água em Rozan.

- ...por diversos inimigos mortais ao longo do caminho...

Xysuke tentou disfarçar, mas já era tarde demais...provavelmente Thul sentiu uma vibração diferente na terra no momento em que Xysuke deu essa travada.

- ...nosso avião caiu no deserto, fomos caçados por criaturas ferozes e sanguinárias durante todo o caminho pra cá. Estamos sem uma alimentação decente há dias. Sobrevivemos graças a uma dieta a base de lagartos, escorpiões, cactos e outras coisas que não quero nem citar. O último "barro" que eu soltei tinha o tamanho de três iPhone 6, e cores que eu nem sabia que existiam....só faltou criar vida e me chamar de Papai. Eu não tenho mais intestino, tenho a segunda Revolução Industrial acontecendo aqui dentro, e a culpa é de vocês todos. Tudo isso pra gente escalar a maldita torre, onde o tal do eremita resolveu se enfiar...tá procurando o quê lá em cima? O celular dele é da TIM por acaso? Se você quer lutar, então vamos acabar logo com isso! Trace, on!


Xysuke aplicou mais uma camada de fortalecimento na sua arma improvisada (o bastão falso), canalizando um pouco de seu chi nele.



Thul, por sua vez, não descruzou os braços, apenas sorriu, um misto de satisfação e deboche.

- Thul: Sua determinação me surpreende, chinês, mas o oponente de vocês não serei eu.

- Xysuke/Mokona/Lola/Zhero: O QUE???


Antes de responder, Thul bateu com força o pé direito no chão, fazendo com que algumas colunas de pedra e terra às suas costas, porém bem distantes (o grupo e Thul estavam mais ou menos no centro da grande área aberta), que formavam as paredes do interminável labirinto, se abaixassem. Xysuke e os demais podiam ver, muito além de Thul, que nem se virava nem descruzva os braços, as pesadas e grossas colunas e paredes se moverem de acordo com a sua vontade, de modo a abrir passagem, para o verdadeiro oponente do grupo, que se aproximava.

- Thul: Kalil e eu resolvemos deixar as coisas um pouco mais interessantes, então, trouxemos um convidado especial para lhes fazer companhia.

Antes que qualquer um do grupo pudesse perguntar alguma coisa, foi possível ouvir o som de passos pesados se aproximando, vindos do outro lado da grande área aberta, tão pesados, intersos e ameaçadores que faziam o chão tremer.



O som dos passos pesados ia ficando cada vez mais alto e assustador, e nada da "coisa" que estava causando-os aparecer.

Quando o barulho estava quase ensurdecedor, só então o grupo pôde ver o que estava vindo na direção deles, revelando sua forma do outro lado do grande campo de batalha, a batalha que estava prestes a acontecer ali mesmo...todos já tinham isso como certo.

A criatura deu as caras e entrou na grande área aberta, imponente como um gladiador apresentando-se para um duelo até a morte.



Uma criatura colossal semelhante a um monstruoso lagarto, de aparência vil e ameaçadora, e proporções gigantescas, capaz de devorar com facilidade em questão de segundos, qualquer uma das pessoas que estavam ali naquele momento, se quisesse. Suas escamas eram duras como rocha sólida e seus dentes afiados pareciam capazes de triturar até aço.

- TU TÁ DE SACANAGEM!!!! OLHA O TAMANHO DESSA COISA!!!!!

Sem a batalha sequer ter começado, os quatro já se puseram em guarda. A simples presença do Basilisco a alguns metros de distância seria o suficiente para colocar uma pessoa comum de joelhos, chorando de pavor e implorando pela própria vida em estado de pânico. Mas, no caso dos Hinata Warriors, era diferente, e eles apenas permaneceram em guarda, embora o suor em suas testas deixasse claro que eles não estavam diante de algo que podia se subestimar, e que a coisa estava realmente preta pro lado deles agora.

- Thul: Lhes apresento o Basilisco, o predador natural dos vermes da areia. Apesar de serem muito poucos nesta região, eles são os responsáveis por manter a população de vermes da areia sob controle; do contrário, os vermes já teriam subjugado a cidadela há tempos. Com muita dificuldade, conseguimos domesticar alguns, como este aqui, que parece não estar muito satisfeito com vocês terem "estragado seu jantar", alguns instantes atrás.

Thul dobrou a Terra e um pequeno bloco abaixo de seus pés se moveu para cima, praticamente ejetando-o com força suficiente para ele ir parar no topo de uma das paredes ao redor do pequeno "Coliseu", onde agora estavam os quatro diante da fera colossal.

- Thul: Que a diversão comece! NÃO SE CONTENHA, BASILISCO!!!




O monstro recebeu a ordem de Thul como um sinal para deixar de se conter, e dirigiu seu olhar, pela primeira vez, para baixo, para os quatro à sua frente. Em seguida, soltou um urro assustador e ensurdecedor com toda a sua força, levantando uma grande quantidade de poeira do chão. Seus olhos emitiram um brilho vermelho intenso, como um sinal de que ele iria atacar com tudo, e a batalha tinha início.

- Cuidado, pessoal!!! A coisa está vindo com tudo!!!

O monstro se aproximou correndo com passos largos e pesados, e investiu contra o grupo, tentando abocanhar Xysuke. O quarteto se esquivou facilmente desse primeiro ataque, dividindo-se em 2 duplas. Xysuke e Mokona pularam para a esquerda, enquando Lola e Zhero, para a direita.

- Pessoal, formação estratégia "BAM-Killer", conforme conversamos antes!!!

(BAM = Big Ass Monster)

Xysuke se referia a uma estratégia que o grupo havia discutido há algumas horas atrás, quando foi considerada a possibilidade deles precisarem enfrentar um inimigo muito superior em força e tamanho.

Lola = Tanker / Decoy
Mokona = Short Range Damage Dealer
Zhero = Long Range Damage Dealer
Xysuke = Healer

Lola usou sua agilidade para se mover através dos flancos do monstro, de modo a chamar a atenção dele, desferindo alguns ataques de espada algumas vezes, para forçar a atenção para ela, quando percebia que o monstro ia mudar de foco.

Mokona ficava de olho nas aberturas que o mostro oferecia, graças à ação de Lola, e golpeava com toda a sua força quando via uma abertura de guarda.

Zhero fazia o mesmo, cuidando para não lançar magias de uma forma que chamasse a atenção do monstro, mas procurando focar seus feitiços nos pontos débeis que Mokona abria e expunha com seus golpes.

Já Xysuke distribuía buffs de agilidade, força e destreza, e ficava atento a algum colega necessitando de uma cura caso fosse atingido.

- Basilisco: GRRRRRROOOOOOAAAAAAARRRRR!!!!!!!!!!!!!!!

A besta colossal soltou um grunhido com todas as suas forças, e seus olhos emitiram um brilho vermelho intenso novamente. Era o sinal de que um ataque poderosíssimo estava vindo.

Entretanto, para o espanto de todos, que esperavam um ataque terrestre e rente ao chão, dado o tamanho, peso e lentidão da criatura, o monstro fez o que ninguém estava esperando.....saltou, um salto vertical a uma altura de algumas dezenas de metros. O chão abaixo de suas patas afundou cerca de meio metro devido ao impulso que ele deu para saltar. Era como assistir um ônibus espacial sendo colocado em órbita.

- Não pode ser....eu não acredito que essa coisa consegue saltar a essa altura!!!

Quando o Basilisco atingiu o ponto máximo de sua subida, começou a ser puxado de volta pela força da gravidade. Xysuke e os demais olhavam com os olhos arregalados para ele. A visão horrenda de ver uma criatura maior que um prédio de 2 andares caindo na direção deles, era como ver um cometa em rota de colisão com a Terra.

- AFASTEM-SE E SE PROTEJAM!!! ELE VAI CAIR COM TUDO!!!!

O grupo se separou, indo um para cada canto daquela imensa arena, e tentaram se proteger do impacto, ao mesmo tempo em que tentaram se enraizar ao solo de alguma forma, pois sabiam que, se baixassem a guarda, seriam jogados longe pelo impacto da pancada.

O monstro aterrissou como se fosse um meteoro, e a poderosíssima onda de choque da queda fez o labirinto inteiro tremer, uma enorme quantidade de poeira ser levantada do chão, e as paredes ao redor se racharem. O grupo fez força para não ser arrastado a centenas de metros de distância, cravando suas armas no chão e segurando firme. Foi difícil, mas ninguém tinha morrido nem ficado com ferimentos graves. Thul observava, a uma distância segura, após consertar as rachaduras das paredes com sua dobra de terra.

- Thul: O que acharam do poder do Basilisco? Se ficarem só na defensiva, é isso que ele irá fazer...

Xysuke trincou os dentes.

- Droga, se um de nós tivesse sido atingido diretamente por esse ataque, teria virado mingau na hora...não podemos deixar esse bicho fazer isso de novo, temos que partir pra cima.

OFF: Continuem...

--

Enquanto isso...

https://www.youtube.com/watch?v=qWFxT5H53Bg&t=4s

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Epísódio de Hoje: Kenji Kyodai & Maya!   Seg Mar 23, 2015 1:46 pm

Epísódio de Hoje: Kenji Kyodai & Maya!

Narração Harima:
** Corremos, e como corremos, vermes enormes em nossa direção e nós, tomados pelo cansaço, nos colocávamos em posição de fugir antes que aquela coisa nos pegasse, e certamente acabasse com nossas almas. **


Narração Shuuji:
** Abaixo de nossos pés, a terra se move, rachaduras mostram que o solo está em movimento, em um salto, uma rocha se ergue conosco, nos atirando para cima como leves penas, ao aterrissar, um sentimento de alívio, uma fuga rápida para longe de nossos asquerosos algozes. Porém a alegria durou pouco, e uma horda de vermes em número e força incontável volta ao encalço de nossos heróis, ainda que Lola, Talim, Mokona, Xysuke e Ali e os outros tentassem impedí-los, os seres do deserto se aproximavam de maneira implacável, e foi aí que tudo aconteceu…**


**Som de Explosão**

Harima: Shuuji! do seu lado, vai, vai!

Shujji: Sagita Magika!

Narração Padrão:
** A flecha luminosa dourada atravessa o corpo do verme que urra de dor, caindo ao chão, e transformando-se em pó, Shuuji olha a cena e diz ao seu irmão... **

Shuuji: Harima! Magia! magia pode derrotá-los, um de cada lado, vamos!

Harima: hai!

Narração Padrão:
** Eles pulam para a borda da rocha e concentram seus ataques para atingir uma área maior, neste momento, a frente do caminho, um dos maiores vermes surge, forçando Ali a diminuir a velocidade, em um impulso, Harima usa sua magia de gelo para atrasar os vermes do lado da rocha e salta para a frente, levitando a frente dos demais, Ali estava cansado demais para lutar e manter a rocha em movimento, logo era sua responsabilidade permitir que seus amigos continuassem o caminho, Harima sente a magia a corromper seu coração, por falta de seu cajado, e antes que perdesse o controle sobre si mesmo, e torne-se um inimigo em potencial, ele concentra quase toda sua mana disponível em seu punho, e distanciando-se um pouco da rocha, ele dispara seu ataque contra o verme maior. **

Harima: Shuuji, projeta Akane! Abaixem-se pessoal, e Ali, toca a ficha nessa pedra e não pare por nada!

Shuuji: Hai!

Harima: Vou acabar com todos vocês! O golpe do cem dragões! Rozan Hyakuryu-ha!

Narração padrão(imaginem a narração de cavaleiros Very Happy):
** O punho de Harima dispara uma lufada de ar misturada com magia que levita e despedaça o verme maior, por sorte nossos heróis não tomam um banho de entranhas de verme e numa acelerada maior, todos adentram a cidade. Ali orienta a todos para que saiam do arrocha, ops, digo, da rocha e ele lacra a entrada da cidade com a mesma **

Harima: Algo me diz que a pior parte está por vir.

Shuuji: Hari-nii, ali, olhe!

Narração Harima:
** Beduínos? Há uma certa movimentação mágica, mas isso não faz sentido, considerando que eles podem ser no máximo dobradores, e isso usa elementos da natureza, não magia! **


Narração padrão:
** Kalil e Ali discutem entre si, como velhos conhecidos, porém o grupo de heróis fora desafiado para que chegassem a torre principal, e em um momento, porções de terra se ajuntam, tomando forma de muros, só então vemos as habilidades dos dobradores de terra ficam evidentes, muros enormes de terra nos separam, Akane ainda tenta ficar ao lado de Lola, que com um olhar preocupado vê sua “filha” ser separada de si por um labirinto aparentemente infinito, talvez mais preocupado ainda pelo fato de estar junto de Shuuji, o kenji “atrevido”, com o grupo formado por Harima, Shuuji e Akane, o novo “team magic” avança relutante pelos corredores, embora tenha ouvido o aviso de Ali de que o teste não faria mal a eles, o que se mostra é algo completamente diferente. **

Harima: Shuuji, você cuida da retraguarda, Eu vou na frente e Akane fica entre nós, não se afastem demais.

Shuuji: Hum!

Harima: Pra traz!

BAM!

Narração padrão:
** Um tipo de armadilha é desarmado, formas de estacas de terra e rocha são atirados contra nós, Harima usa um escudo mágico e dissolve a terra, mais alguns metros e não se sabe como, mas tivemos que lidar com mais armadilhas e ‘puzzles’ mágicos, até ficamos presos em um corredor feito de areia movediça apenas! Mas Akane acabou salvando a todos, quando foi atirada por Harima por cima da areia e conseguir sair e jogar algumas caixas que estavam ali, permitindo que Shuuji e Harima se segurassem e saíssem, dando seguimento a aventura, se os outros estavam tendo vida fácil eu não sei, mas eles tinham um perigo a cada esquina! **

Harima: Obrigado Akane, fico devendo essa, agora temos que ir, por algum motivo, a  sensação de magia ainda não acabou e ela está ficando cada vez mais familiar, acho que seguindo-a podemos encontrar a saída.

Shuuji: obrigado, Akane-chan. No fim, você está cuidando de mim mais do que eu de você. ** meio constrangido ** Harima-san, também estou começando a reparar que está energia mágica é comum, vamos segui-la, Akane(off: sem o chan mesmo, ele esqueceu e chamou a menina pelo nome na moral Very Happy), vamos.

Narração Harima:
** Vamos, sim, avante e sem medo nós vamos, seja lá qual o destino que está por vir, minha mana está tentando me vencer e sinto que terei que cuidar para não me tornar o adversário, é bom que esta energia mágica seja de fato uma ajuda **


Narração padrão:
** O fim do labirinto se aproxima, cansados e ofegantes, saem em um tipo de teatro grego, mas com a platéia vazia, com apenas uma pessoa sentada e batendo palmas aos heróis que acabaram de chegar, uma mulher. Sentada na platéia, vestida com um manto roxo, na qual cobria até seus tornozelos, portando duas argolas de ouro em cada braço e uma mascara totalmente lisa e sem expressão, contendo apenas as aberturas dos olhos, que brilhavam com um vermelho vivo de maneira a não se ter ideia de quem poderia ser, seus cabelos negros e longos não eram de maneira alguma menos belos do que o corpo que se levantava e se dirigia ao palco arredondado, porém seus pés não tocavam o chão, e por um momento todos os três ficaram estáticos diante daquela figura humana, porém apelativamente angelical **

??: Sou humana.

Harima: hm? como você?

??: Eu sei tudo sobre você…

Harima: duvido muito.

Shuuji: Quem é você?

??: hmmm… que importa? no fim, não somos todos um?

Harima: Pare de besteira, se não vai nos ajudar, então saia! Vamos chegar até a torre!

??: Calado!

Narração Harima:
** Por que essa sensação de obediência? Eu realmente fui obrigado a me calar. Quem é essa mulher? Tenho a impressão de já ter ouvido essa voz quando criança. **


??: Fui enviada para matá-los, e é isso que vou fazer, Sagita Magika!

Narração Padrão:
** Harima defende-se usando uma barreira de mana, mas como ela sabia uma de suas magias principais? Ela copiava poderes? Alguém mais era como Shuuji? **

??: Você é fraco, Harima! Você deveria ter controlado toda a magia! Seu destino era ser o novo LifeMarker, você nos traiu!

Harima: Só há um povo que deseja ressucitar o LifeMarker! Se esse é o seu desejo, você só pode ser da escola de magia de Kansai!

??: Eu sou mais do que isso, Harima, eu sou a genitora da escola de Kansai! e mais do que isso…

Narração Padrão:
** Retirando sua máscara, seus olhos fitaram o grupo de heróis e ela bradou em alta voz(com magia de expansão de volume) **

Maya: Meu nome é Maya Tsuki Kenji! Eu sou a sua mãe, Harima e Shuuji!

Narração Padrão:
**Mãe dos Kenji, na escola de Kansai? Aquela pela qual Harima lutou contra sua vida inteira? Como seria possível? **

Narração Harima:
** Minha mãe? Não imaginei que o ocorrido na China fosse verdade, meus pais fundaram Kansai! Então porquê eu não fui para lá? Como eu escapei desse destino? Shuuji nunca conheceu a mãe, então ele não vai conseguir lutar, tenho que tomar a frente! **


Maya: estático?

Harima: enojado! como pode se aliar a este povo!?

Maya: os dobradores de terra foram muito bons em permitir testá-los, além do mais, como acha que nos derrotará se não conseguir passar nem por aqui? Tá com medo de bater na mamazinha?

Harima: Nem um pouco, o que eu não entendo é que…

Narração padrão:
** Shuuji segura o braço de Harima, atônito. **

Shuuji: Hari-nii, ela é realmente nossa mãe?

Harima: sim, é sim.

Shuuji: E vai lutar contra ela?

Harima: sim, vou sim.

Shuuji: não vou permitir, ela deve estar certa, e se estamos do lado dos caras maus esse tempo todo?

Harima: Se ela fundou Kansai junto com nosso pai, o objetivo deles é eliminar os seres humanos comuns, sobrando apenas os ‘especiais’.

Shuuji: Mesmo assim! ela não poder….

Narração Padrão:
** Uma flecha mágica atravessa o peito de Shuuji, com uma baforada de sangue, tonteia e segue para o lado, olhando cético para sua mãe que o atravessara com uma sagita. **

Maya: temos uma intrusa, meu assunto é entre eu e vc, Star Revolution!

Harima: Meu ataque! Akane!

Narração Padrão:
** Akane fecha os olhos, pela dimensão do ataque, porém é surpreendida pelo que vê, Shuuji, se sacrifica por uma vez mais, recebendo toda a potência do Star Revolution e caindo ensanguentado e desfalecido aos pés de Akane, de forma a não mexer sequer um músculo **

Harima: Shuuji! Shuuji! Shuujiiiiii!

Maya: ele sempre foi meio emotivo mesmo.

Harima: Desgraçada! Eu juro que vou acabar com você, mesmo que seja a última coisa que eu faça!

Maya: Venha Harima! Venha! Me vença se for capaz!

Narração padrão:
** Harima avança com um ódio mortal, enquanto Maya sequer se movia, seu brilho rubro no olhar se intensificou e enquanto Harima guardava mana para liberar seu Star Revolution em Maya, um brilho verde surgiu e ‘capturou’ Harima, que se viu dentro de sua mente, no corredor onde havia estado no mundo espiritual. **

Harima: estou aqui de novo? como?

??: Harima, sua mãe é apenas uma isca, desde que eles fundaram Kansai, o objetivo era unir os mundos mágicos e so humanos, e isso eu não poderia tolerar.

Harima: Quem é você?

??: Conviva com isso, Harima, você matou sua própria mãe.

Harima: não pode ser!

Narração Padrão:
** Harima volta a realidade, e se choca com o que vê, afinal, ele havia disparado o Star Revolution a queima roupa no peito de Maya, que se esvaia em sangue e tremia no chão, sabendo ser seus últimos minutos, perplexo com o que fizera, Harima, tenta estancar a ferida em vão, visto que o buraco aberto era grande demais, neste momento, o brilho vermelho de Maya some de seus olhos e como um sussurro, ela diz suas últimas palavras. **

Maya: Você cresceu…, controlada fui,... Hari, cuide de Hikaro e Shuuji, ajude Daphne e...ele...ajude...vá atras, Ryu… seu bastão...Harima...Harima...hari…

Narração Padrão:
** Maya prende seus olhos no horizonte, seus membros desfalecem e não há mais movimentos, um embate rápido com fins trágicos, Harima, com lágrimas nos olhos, usa um feitiço da natureza, criando um túmulo de rosas, com um enterro digno àquela que nunca chegara a conviver, seguido de uma preocupação eminente, Harima corre ao lado de Shuuji, se ajoelha ao lado de Akane e se desespera. **

Harima: Shuuji! Você também, não! por favor!

(Shuuji morreu? Harima conseguirá controlar seu mana sem se corromper após todos este acontecimentos, e Akane estará segura se Harima se descontrolar? Não perca no próximo post, que terá uma surpresa além da continuação da história!)
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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Audiopost!   Seg Mar 30, 2015 2:47 pm

Está pronto!
Eis a surpresa que havia prometido, um audiopost!

Estava ouvindo alguns podcasts e pensei: "Pq não narrar as postagens com seus devidos sons, tons de voz, inflexões e afins? vou tentar!"

Admito (com um certo quê de felicidade): não sei fazer voz de mulher, mas todas vozes foram feitas por mim, sem ajuda de software, já os FX e as trilhas, a internet está aí pra isso! Ao final, deixei para apreciação o que considero o nosso tema! (Pelo menos nesses audioposts!)

Ouçam, aproveitem, baixem se quiser. :) (afinal, temos uma vida corrida, se não dá pra ler, pelo menos poderemos ouvir!)

Pois bem chega de enrolação, o audiopost do meu post escrito: Kenji Kyodai & Maya!

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Zhero Kuratami

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Ter Mar 31, 2015 10:32 pm

- New Party -

- Antes de tudo isso -
" Um pequeno resumo "

Zhero começa a sua jornada a busca de sua espada com novos companheiros, apesar de ele não conhece-los direito, ele gostava de estar com pessoas. Em suas jornadas passadas, ele havia passado em vários lugares deslumbrosos e magníficos, mas não tanto quanto aquele deserto, um lugar quente mas que tinha sua própria beleza, até a parte em que... Vermes aparecem como se fossem minhocas gigantescas em busca de carne.

Zhero : - Sempre tem algo que estraga a paisagem.

Lola : - Hã ? (agente)  - Disse ela enquanto guardava a espada em sua bainha, no fundo, uma paisagem coberta de sangue e tripas, não dando para saber o que era aquilo antes de ser " estripado " .

Zhero : - Ahm... Nada nada... hehe  (^^') - Dizia ele .

Agora se concentrando em sua jornada, Zhero sentia uma pequena presença logo a frente, sentia uma aura estranha, nada que o incomodava, mas que lhe causava uma certa curiosidade. Ao adentrar na cidade, ele salta na hora em que um do grupo dobrava a pedra bloqueando o portão e então pousa lentamente sobre o chão.

Zhero : - Enfim chegamos... - Dizia ele enquanto limpava suas vestimentas batendo-os levemente retirando a poeira e a areia, até que alguém o faz parar enquanto começava a falar.

Um ser estranho e um grupo junto a ele estava na frente do grupo, o possuidor da aura estranha agora estava ali, conversando com um do seu grupo que se chamava Ali.

"Kalil: Meus parabéns por chegarem vivos até aqui Avatar Ali e Hinata Warriors. Vocês passaram no primeiro teste."

Zhero ficou ouvindo a conversa dos dois rolarem por alguns minutos enquanto olhava para Lola, tentando obter respostas para a sua dúvida, mas ela estava focada no diálogo e então ele logo desistiu.

"Kalil (sorrindo): Muito bem então... que o segundo teste comece!"

Então Zhero começou a sentir o chão tremer fortemente enquanto muros subiam do chão, separando o grupo. Aquilo não o assustava, mas o deixava preocupado em relação ao restante do grupo, ele mal conhecia o restante, mas sabia que eles iriam o ajudar a recuperar a espada e por isso ele precisava de todos eles vivos.

Agora era apenas um grupo de 4 pessoas, uma Loira muito bonita que usava uma armadura bem reforçado, ela não só parecia forte, mas como parecia muito esperta, um ruivo de cabelo espetado, era forte e tinha um espírito de liderança, mas por algum motivo, ele lembrava um dos deuses chineses macaco ( Wu-kong ) e Lola que no qual ele acabou conhecendo no festival.

Sem muita conversa, seguiram em frente, tentando procurar a saída do local, enfrentando alguns monstros e... vermes pelo caminho, além das armadilhas bem feitas até então encontrar um local mais aberto e ouvirmos uma voz de um local anonimo.

"- ???: Ora, ora, ora. Então os famosos Hinata Warriors chegaram até aqui..."

Sem saber quem falava no local, olhei para os cantos do lugar até encontrar o rapaz estranho. O ruivo do grupo então começou a interroga-lo por um longo período, tentando descobrir o nome no qual ele havia dito bem no início do diálogo. Depois de algumas horas, o ruivo descobriu que o nome era Thul.
Depois de um longo diálogo, Thul resolve chamar seu bichinho de estimação, um largarto gigante, dando início a uma grande batalha.

- Quarteto vs Thul's Pet -


Zhero nunca havia batalhado com um monstro daquele tamanho e não sabia muito o que fazer. Desviado de seus ataques, Zhero tentava revidar com suas magias, mas pelo que parecia não estava fazendo efeito, até que ele teve uma ideia. Ele parou na frente do monstro e então conjurou uma magia que deixou um pentagrama gigante de baixo do mesmo.


Zhero: - Pessoal, quero que me escutem ! - Ele dizia enquanto conjurava a magia - Tentem deixa-lo o mais tempo possível no centro do pentagrama ! Vou tentar transformar esse desgraçado em um iceberg .

Assim, Lola, Xysuke e Mokona o fizeram

Xysuke dava agilidade e destreza extra para o grupo enquanto Lola desferia golpes rápido e precisos sobre as pernas do largarto, Mokona subiu sobre a calda do mesmo e então com agilidade, correu até a cabeça do monstro e com sua espada, com um único corte, feriu os olhos do monstro, o deixando cego.

Zhero: - Agora se afastem ! Yuki Mahoo... Yuki Slash ! - Rapidamente, ele faz um movimento brusco com a mão em direção ao chão, congelando o inimigo . - Bom... parece que deu cer..

Zhero é interrompido ao ver o gelo se rachar aos poucos, até então o largarto se libertar totalmente do gelo que no qual estava preso.

Xysuke : - Não deu certo !

Lola : - Verme insolente...

Mokona : - Aff...

Com o seus olhos cegos, o monstro começa a se agitar brutalmente, quebrando e destruindo tudo que estava em sua volta, até então acerta sua calda em Zhero, fazendo-o voar até o próximo muro que estava ali.

Zhero : MERDA ! - Dizia ele depois de cuspir uma certa quantidade de sangue no chão. - Desculpem pessoal... Minha ideia foi um fracasso... mas ao menos ele tá... cego... cego...ISSO !

Ele se levanta rapidamente e então começa novamente a conjurar outra magia.

Zhero : - Yuki Mahoo ! Slow Time ! - Então ele lança uma rajada de ar ultra gelada sobre os pés do monstro, o deixando lento demais para fazer qualquer coisa. - Xysuke, Lola e Mokona, Fatiem ele com todas as suas forças! - Em seguida, ele lança um feitiço espiritual para cada um deles, dando um buff de força e agilidade com o restante de mana que havia nele.

Com sucesso, Lola dá um salto gigante até o peito do monstro, crava sua katana sobre o mesmo e com toda a sua força, o rasga no meio, enquanto Mokona desmembrava as patas traseiras e frontais e Xysuke finalizava usando o seu bastão como uma lança, perfurando o coração do monstro através do peito rasgado que Lola fizera .

Continuem !

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" Todos acham que conhecem a si mesmo... Mas que na verdade não saiu da capa de seu próprio livro. "
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