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 Em busca das armas sagradas

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Lety Chan
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Mar 18, 2018 9:59 pm

Off: O retorno das loucas Naruzas! xD
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Lelahel

Aquela lua de mel estava mais do que perfeita, embora eu estivesse sempre com pensamentos na pensão em preocupação com cada coisa que Lola e Lana me transmitiam por pensamento. A conexão entre nós estava mais forte do que nunca, e minha sensibilidade devido a gravidez estava alta demais.

Andando pelo local onde Az havia me deixado ver as estátuas e contado suas histórias, acabei me perdendo em devaneios outra vez. Alguma voz me chamava dentro de mim e eu sabia que essa voz era conhecida.

Um súbito de luz, aquela sensação de estar sendo abraçada e contemplada pela força celestial me derrubou internamente em sono profundo. Sentia o bater das seis asas que Lelahel possuía, isso me deixou adormecer enquanto "possuida" pela mesma estava a voar pelo recinto.

lela: - Vou ocultar a minha presença de Azrael, afinal, ele vive me seguindo por onde eu vou.

lety: - O que houve? Por que veio?

Senti lágrimas, lágrimas escorrendo pelo meu próprio rosto. O que está acontecendo?

Lela: - Lety chan, você foi agraciada pela maternidade, o que esperas é um menino, mas, terás outra gravidez de gêmeas quando ele completar oito anos. Essas gêmeas serão o prelúdio do seu sofrimento e da desgraça ao mundo, elas estarão conosco em breve e precisamos deter aquilo que as aguarda.

Lety: - Lelahel, isso é um absurdo! Como ousa?

Ela sorriu, e eu senti que aquilo que comprimia meu peito também eram seus sentimentos sinceros.

Lela: - Essa revelação... Embora seja triste a você minha parte de alma... Revelará quem realmente somos...

Lety: - Quem somos?

Lela: - Sim... Nós somos parte daquele que fora destituído do alto grau de confiança divina... Nós somos L...

Ouvi o estrondo de uma porta, como um trovão sentimos a presença de outro arcanjo, Lelahel deixou meu corpo sem dar menores explicações, ela não deveria estar ali, não fora autorizada e por tanto aquilo me abalou de verdade.

Sentia meu corpo levitar devagar ao chão meus cabelos aos poucos o tocarem também, o tanto de poder que ela me empregou os fez crescer até a altura de meus joelhos... Cada vez que Lelahel surge, deixa algo diferente em meu corpo. Tocando as mão ao chão e sentada de lado, de cabeça baixa sentia as lágrimas caírem sobre o salão de armas onde havíamos nos encontrado.

O reflexo ali, mostrava meus olhos na cor turquesa e não vermelho sangue como eram, os resquícios de poder de Lelahel ainda estavam em mim.

- Eu não entendo Lelahel... Eu não entendo...

_____________________________________
To be continued... T.T

_________________
"Onde a mais pura criatura vive, fica no oceano, que tocando levemente a terra, ostenta formas as margens do teu olhar. Anjo concebido do amor puro, proteja a quem me visita, a quem participa, pois aqui é o nosso lugar!"

Sempre que posso estarei com vocês!

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Mar 18, 2018 10:31 pm

Off: Diva gostosa retornando em 3... 2...1...

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Culpa e ódio

Eu nunca fui uma mãe para Akane, não como eu gostaria de ter sido, assumir a família Naruza resultou em responsabilidades, e deixar que Akane decida com as próprias pernas o que fazer ainda me assusta mesmo que eu não demonstre.

Percebi sua coragem nessa missão, sua mudança e seu jeito perante o problema que acabamos de enfrentar com Harima que resultou em consequencias demasiadas fortes para ela. Antes que adentrássemos naquela porcaria de Torre eu resolvi tomar uma atitude de mãe.

Abracei... Simplesmente a abracei. Sem dizer uma única palavra. Fechei meus olhos e sussurrei em seu ouvido.

- Eu arrisquei a minha vida por você uma vez... Eu arriscaria quantas vezes mais for preciso. - Meus olhos escarlates se abriram e deixei envolto do pulso dela um presente.

- Essa é Raisha é uma cobra branca nascida advinda do meu poder, ela pode assumir a forma do que desejar, essa cobra se adapta a qualquer habitat e temperatura, ela faz parte de mim, e agora de você;


A cobra deu uma leve mordida na mão de Akane, usurpando uma pequena quantidade de seu sangue.

- No momento certo filha... - Um pouco envergonhada. - Ela será muito útil. A língua de cobra está em você Raisha irá lhe obedecer. Assumir qualquer forma ela poderá ter, é só alimenta-la com uma gota de seu sangue.

Poderia ter sido a coisa mais bizarra que Akane ouviu de mim, mas, era muito mais que um presente, era um pedido de desculpas, a cobra iria reagir as emoções dela e a proteger por instinto assumindo a forma que fosse, desde uma espada à um dragão imperial chinês, tudo que ela deveria fazer era dar a ordem.

Minutos depois... Passei reto por Zhero o qual, me observava atentamente fazer aquilo, o encarei e segui seguindo o grupo até a bendita torra dos desastres.

Ao chegar nessa merda, me deparei com as bizarrices de perguntas e respostas de um rato e do grupo, chegou a me dar dor de cabeça e por fim as atitudes hilárias de tentar agradar um Touro...

Eu realmente estava irritada... Não tenho paciência nenhuma para atuar feito uma idiota diante de um guardião ridículo. Enquanto Xysuke estava executando sua performance, corri como uma raio em direção a criatura, sob o comando uma enorme... Enorme serpente surgiu diante do Touro abrindo a boca e mostrando as presas embebidas pelo veneno letal. Aquela era a forma verdadeira do meu Kami.

- Escuta aqui MIMOSA... Eu já passei pelas piores coisas até agora... E o que me falta é muita... Muita paciência... Ou você abre caminho... Ou essa cobra vai jantar muito bem hoje...

Aqueles minutos e aqueles olhares se transformaram em gargalhada do Touro.

Touro: - Garota... O jovem rapazinho ainda não terminou... Gostaria de fazer a gentileza de ser mais educada? HAHAHAHAHAHSUAHSIWH EDUCADA? SÉRIO QUE EU DISSE ISSO?

Lola: Ò.Ô

Touro: Depois você me mostra a dança da cobra ok? UAHHSHUIWHUHUHAUHSDAHHHHUHAUASSHSHUSH.

Um súbito de fúria consumiu Lola, um estrondo de poder fez o Touro se abalar e desequilibrar-se, arregalando os olhos ele a viu montada na cobra rastejando-se para encontrar a outra porta da bizarrice que iria vir adiante.

Touro: ESPERE... A SUA VEZ!

Um tapa enorme me fez voar a alguns metros, bati minhas costas na parede e cai com tudo ao chão sentindo a vista turva. Eu não acreditava que um guardião de merda poderia fazer uma coisa dessas comigo.

______________________________________________
To be continued... xD

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Xysuke
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Ter Mar 20, 2018 7:39 am

(terceira e última parte do turno de Xysuke)

O grande salão ficou escuro novamente, de uma só vez.

A platéia parou de murmurar e ficou na expectativa. Até o Rei Boi guardou silêncio. Sabia que isso significa que a próxima performance estava para começar, e olhou na direção do palco imerso na escuridão total.

O silêncio no ambiente foi total durante alguns segundos. E então, a escuridão foi preenchida pelas primeiras batidas do início da música.

De uma forma análoga a holofotes sendo acesos, gradativamente as tochas que iluminavam o palco de pedra e terra voltaram a ser acesas uma a uma, iluminando pouco a pouco os cinco dançarinos que estavam posicionados em pé lado a lado no palco.

Primeiramente, acenderam-se as tochas que revelaram dois dos aliados místicos de Xysuke, que estavam mais ao fundo e nas extremidades. Alguns suspiros e ovações femininos puderam ser ouvidos na platéia.

Depois, surgiram das sombras outros dois aliados místicos, posicionados mais à frente e mais para o centro do palco. Os vivas vindo das mulheres que faziam parte da platéia foram tornando-se mais fortes.

Por fim, um último facho de iluminação provida pelo fogo revelou Xysuke, à frente e ao centro. Tanto ele como seus quatro familiares estavam caracterizados com a mesma roupa. Xysuke fechou os braços e, em seguida, os abriu com força, no que labaredas de fogo ergueram-se das extremidades do palco, proporcionando um clarão cegande que levou as mulheres da platéia à loucura.

Essa explosão de luzes marcou o início da coreografia.



Completamente nus da cintura para cima, à exceção de Xysuke que, contrastando com os demais, ainda trazia sua bandana preta amarrada à cabeça, os cinco bailarinos executaram sua performance, arrancando gritos, suspiros, guinchos e comentários enlouquecidos de todas as mulheres que estavam no palco, e até mesmo de algumas das acompanhantes do Rei Boi.

Em um determinado momento, apenas Xysuke permaneceu sobre o palco, prosseguindo sua performance. Os quatro aliados místicos foram em direção à platéia, para interagir com as mulheres e fazer algumas danças particulares mais de perto. O barulho e a batida da música eram ensurdecedores, e o calor era sufocante, mas metade do público ignorou isso completamente. Algumas mulheres estavam aos prantos devido à emoção. Outras abanavam-se freneticamente, com dificuldade para respirar. Quem tivesse um olfato mais sensível perceberia que um sutil odor de urina começou a preencher o ambiente da platéia.

A música teve uma súbita interrupção, que, em um primeiro momento pareceu uma falha técnica. A intensidade da claridade provida pelas colunas de fogo diminuiu, e os quatro bonecos de barro voltaram para cima do palco. Xysuke interrompeu sua dança e ficou à espera. Todos os presentes achavam que o show tinha terminado, mas, antes que as primeiras palmas pudessem romper, a multidão ficou estarrecida ao ver Mokona surgir, por detrás dos bastidores, sentada sobre um bloco de pedra que se movia aparentemente sozinho no ar, e aterrissar no centro do palco.

- E-EH?????? - Mokona olhou para os lados, com os punhos fechados sobre os joelhos, confusa e nervosa.

Os quatro aliados místicos estavam posicionados lado a lado, aos fundos do palco. Xysuke aproximou-se de Mokona a passos lentos e olhou profundamente em seus olhos.

- E esta aqui é minha performance especialmente para você - foram as palavras que o olhar de Xysuke transmitiu, sem necessidade de fala.

Levou uma mão à própria nuca e desfez o nó que atava sua bandana. A tira de pano se abriu e caiu a seus pés. Livre pela primeira vez em muito tempo, o longo e crespo cabelo carmesim despencou em cascata ao longo das costas marcadas pelas cicatrizes deixadas por seu pai, estendendo-se até os quadris.

A música voltou a ter início, em um ritmo frenético e as colunas de fogo que proporcionavam o clarão incandescente que iluminava o palco e a platéia voltaram a rugir. Os quatro aliados místicos começaram a executar uma coreografia sincronizada na parte de trás do palco, e Xysuke começou sua performance particular exclusiva para Mokona, o que não fez os gritos e escândalos das mulheres da platéia perderem força. Montou sobre seu colo, olhando profundamente naqueles olhos cor de esmeralda, com seus olhos âmbar meio cobertos pela franja de seu cabelo longo e rebelde.

Pegou as mãos de Mokona e as conduziu até suas costas marcadas e calejadas para que ela as sentisse. Uma mulher guinchou entre os espectadores como se tivesse levado uma facada no peito. Xysuke segurou suavemente o pescoço de Mokona, sem desviar os olhos dos dela um momento sequer, e meneou o corpo ao ritmo da música.

O Rei Boi observava aquilo, com o cotovelo apoiado sobre o braço de seu trono, e o rosto apoiado sobre uma mão. Estava entediado, bem como metade da platéia, que era composta por homens. A outra metade estava em êxtase e vibrando. Bebeu o restante de seu vinho, e atirou a taça ao chão.

- Já chega dessa palhaçada! - rugiu.

Em resposta, a intensidade da música foi diminuindo até o som evaporar-se de vez no ar, e as colunas de fogo foram baixando e morrendo.  A platéia voltou suas atenções ao anfitrião. Os aliados místicos interromperam-se, e Xysuke virou-se para o Rei Boi, também interrompendo sua dedicatória a Mokona e afastando-se dela, enquanto encarava o anfitrião com um semblante de desafio.

- Essa foi a pior apresentação que eu já vi na minha vida, chinês. Não me diverti nem um pouco. Leve esse seu traseiro magrelo, e esses quatro bonecos idiotas de volta para os bastidores - Xysuke não conseguiu evitar um pequeno sobressalto. O Rei Boi sabia da natureza dos aliados místicos - e depois volte para cá quando tiver algo para apresentar que me divir...

Não conseguiu concluir sua frase, pois um coro de vaias femininas rompeu ao longo de todo o salão, abafando toda e qualquer palavra que ele tentasse pronunciar a partir daquele momento. As mulheres da platéia lançavam-lhe insultos e deboches, enquanto vaiavam ruidosamente. Apenas uma pequena parcela dos homens demonstrou concordar com a opinião do Rei Boi. A grande maioria simplesmente se manteve apática, não querendo contrariar as mulheres publicamente.

Até mesmo algumas das acompanhantes do Rei Boi olharam para ele com um olhar frio e decepcionado. O anfitrião olhou para os lados, incomodado e subjugado pela opinião popular. Percebeu que estava desagradando seus convidados, e até suas concunbinas. Por fim, rendeu-se.

- Está bem! Está bem! - resmungou em voz alta - para a sua sorte, metade da minha platéia, não sei explicar como, gostou desse seu teatrinho ridículo. Apenas acabe logo com isso, então.

Xysuke sorriu.

- Obrigado, meu rei. Mas você tem razão. Este circo aqui já foi longe demais.

Olhou para os aliados místicos, que se recolheram para trás do palco, para os gemidos entristecidos da platéia feminina.

- Se me permite, só tem mais uma coisa que está faltando.

Olhou novamente para Mokona, e permitiu-se um momento de egoísmo.

Esqueceu-se de seus aliados místicos.
Esqueceu-se do Rei Boi.
Esqueceu-se da platéia.
Esqueceu-se do calor insuportável.
Esqueceu-se dos seus companheiros.
Esqueceu-se da torre.
Esqueceu-se do eremita.
Esqueceu-se da missão.
Esqueceu-se do Kali-Yuga.
Esqueceu-se de seu mestre.
Esqueceu-se de seu pai.
Esqueceu-se da pensão.
Esqueceu-se da promessa que fizera a Shuuji, sobre ajudar Harima.

Todas as coisas das quais ia esquecendo-se iam evaporando-se da sua mente, fazendo com que restassem apenas aquele par de olhos de esmeralda, aquele cabelo dourado e suave como o trigo, o rosto branco como leite e imaculado, o cheiro característico dela, que, para ele, era mais caro que o mais caro dos perfumes.

E Xysuke levou um dos joelhos ao chão.

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MOKONA SOEL MODOKI,
NASCIDA DA MAGIA,
A NÃO MACULADA,
MÃE DOS CLONES,
RAINHA DO MEU CORAÇÃO,
RAINHA DA MINHA ALMA, DO MEU CORPO E DO MEU SANGUE,
QUEBRADORA DE PARADIGMAS,
PROTETORA DA TERRA,
KHALEESI DOS BRETÕES,
PRIMEIRA DO SEU NOME,
CAMPEÃ DA JUSTIÇA,
CONCEBIDA À IMAGEM DO DEUS MOKONA,
ESCOLHIDA PELA SOUL CALIBUR,
FILHA DE YUUKO ICHIHARA E CLOW REED,
DESCENDENTE DE ALTRIA PENDRAGON,
MELHOR COZINHEIRA DO MUNDO,
MULHER COM O PIOR GOSTO PARA HOMENS QUE EU JÁ VI NA MINHA VIDA,
E MELHOR NAMORADA QUE UM HOMEM PODERIA DESEJAR...

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Mokona
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sab Abr 14, 2018 10:46 am

"Mokona começou a ficar impaciênte, coisa que conseguia controlar muito bem. Aquele Rei Boi estava tirando ela do sério. Todos estavam dando tudo de si para cumprir o teste daquele andar, e esperava que não demorassem para sair dali.

Quando Xysuke levantou de sua cadeira fazendo menção que ia iniciar sua parte na luta contra o boi (Lembrou que Boi é o Touro castrado... será que esse cara era recalcado a esse ponto?). Ela pediu mentalmente ao Mago Clow que lhes dessem forças para enfrentar essa jornada juntos.

Com ajuda de Ali, Xysuke iniciou os preparativos para sua apresentação. Essa era uma pergunta que vagava na mente dela. O que teria no âmago de Xysuke que ele nunca faria em frente a outras pessoas...

A performance dele iniciou, ela obviamente ficou atrás do palco, olhando a performance dele com atenção. Esse tipo de coisa que aproximava as pessoas, e ela queria estar sempre mais e mais perto do coração e alma dele.

Quando ele e seus "minions sexys" começaram a dançar, Mokona arregalou os olhos. Não conseguia desprender seu olhar de Xysuke, que fazia uma performance impressionante. A cada movimento de seus quadris, e tórax com músculos definidos, fazia Mokona sentir borboletas no estômago, e ondas de sensações pelo corpo todo. Ela realmente estava enfeitiçada por ele. Se já não o amasse, se já não se sentisse atraída por ele, faria naquele exato momento.

Do nada a música parou, e algo empurrou suas pernas, fazendo sentar-se num bloco de pedra flutuante, que começou a deslizar em direção ao palco, e a ele.

Mokona segurando-se firmemente no bloco de pedra: - OOoohhhh eeeehhhhhh  cherry

Percebeu que nesse momento era o centro das atenções e ao chegar perto dele, olhando para seus lindos olhos brilhantes e cheios de convicção, o mundo todo ao seu redor desapareceu por completo, e existiam somente os dois.

Ele iniciou uma dança somente para ela, e era a coisa mais linda de se ver. Ela engoliu em seco várias vezes, estava sentindo-se nervosa, coração batendo descompassado, mãos úmidas, lábios secos. Quando ele montou em seu colo, e fez com que ela sentisse a pele de suas costas, um choque percorreu a coluna de Mokona, que deixou suas bochechas ainda mais vermelhas e seus olhos com uma aparência febril. Ela sentia-se como que anestesiada, mas ao mesmo tempo com todo as células do seu corpo vibrando. Seus lábios entreabertos pediam para serem beijados, e ela não iria se incomodar que fosse na frente de todos. Nunca estiveram tão próximos, tão íntimos, e ela queria muito mais que aquilo.

Mas como um balde de água gelada, o Rei Boi gritou para pararem com a palhaçada, e como uma facada em seu coração ela teve que se desconectar de Xysuke.

Rei Boi: - Chega dessa palhaçada, foi a pior apresentação que eu vi hoje - a mulherada berrou em desacordo, deixando o Rei desconcertado. Ele resolveu deixar Xysuke prosseguir com algo que realmente vale-se a pena ELE ver.

Xysuke virou-se novamente para Mokona, ajoelhou-se em sua frente com um dos joelhos, e falou:

Xysuke:-


MOKONA SOEL MODOKI,
NASCIDA DA MAGIA,
A NÃO MACULADA,
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RAINHA DA MINHA ALMA, DO MEU CORPO E DO MEU SANGUE,
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KHALEESI DOS BRETÕES,
PRIMEIRA DO SEU NOME,
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CONCEBIDA À IMAGEM DO DEUS MOKONA,
ESCOLHIDA PELA SOUL CALIBUR,
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A ficha demorou para cair... depois de alguns segundos de silêncio total, entendendo o que Xysuke acabara de fazer, Mokona reagiu de maneira fora do comum...



Um SIIIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM rasgou de dentro de sua garganta e ela pulou em seu pescoço.


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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sab Abr 14, 2018 11:56 am

Xysuke sentiu as lágrimas quentes de sua pequena e bela valquíria queimarem seu rosto. Devido à diferença de altura, Mokona precisou ficar na ponta dos pés para beijá-lo, e agarrar sua nuca com ambas as mãos para manter o equilíbrio.

As mulheres da platéia, as mesmas que, minutos atrás, vibravam e ovacionavam a performance de Xysuke e seus aliados místicos, agora vibravam e ovacionavam o pedido de casamento feito pública e subitamente, e seu desfecho. Algumas choravam de emoção, outras enroscavam-se nos braços de seus pares masculinos.

Xysuke retribuiu o beijo de Mokona por mais alguns minutos, e então colocou as mãos em seus ombros para poder afastar-se dela e olhar em seus olhos. Mas, ao invés de olhos, Mokona agora tinha duas espirais pretas que giravam em sentido horário. Suava, e não devido ao calor do ambiente. Seu lábio inferior, a exemplo do restante do corpo, tremia freneticamente. Seu topete curvo dourado girava em todas as direções, como se fosse o ponteiro de medição em uma máquina industrial sinalizando estado de calamidade.



- Flor? Você esta bem? - perguntou Xysuke, preocupado com a possibilidade de Mokona estar tendo uma crise nervosa.

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- Acho melhor voltarmos - disse Xysuke. - Não há mais nada para fazermos aqui.

Segurando os ombros de Mokona, Xysuke conduziu-a de volta para os bastidores, mas não sem antes dar uma última olhada para o Rei Boi, que olhava para ambos com semblante de tédio e aborrecimento, contrastando completamente com o restante da audiência, agora até mesmo composta pelos homens da platéia, que aplaudia e lançavam vivas aos noivos recém engajados.

- Por aqui, flor - disse Xysuke, voltando novamente sua atenção para Mokona, que se desviou do caminho e agora caminhava com o rosto enfiado em uma parede, tentando atravessá-la, com os pés arrastando-se sem sair do lugar.

O casal desapareceu por trás dos bastidores, disponibilizando o palco para a próxima pessoa que se dispusesse a cumprir o desafio do andar do Boi.

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Abr 15, 2018 2:47 pm

off: OMEDETTOUUUUUU GOZAIMAZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ!
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Aquele momento em que você perde a alma e deixa ela voando em um abismo eterno para todo o sempre, essa foi a primeira impressão daquela apresentação louca de Xysuke... Mas, não parou ai... Aquela declaração que ele fez a ela deu um soco na minha sanidade mental...

Ele a pediu em casamento.

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*kuranosuke na minha mente*: - Eu te disse que seria assim lolinha... ó.ò
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Por alguns instantes o que ainda restava de um sentimento por ele, foi apagado por completo, minha mente ficou vazia... Meu corpo não se movia... Apenas desviei o olhar e falei o mais baixo que conseguiria.

- Parabéns... Vocês sempre se mereceram.

Talvez eu não tivesse percebido, mas, um singelo sorriso brotou em meus lábios. Estava me ajeitando ainda após o tabefe que levei, e por alguns instantes me afastei do grupo passando pelo Touro.

- Se você ousar tocar em mim ou tentar me impedir, eu vou DESTRUIR VOCÊ E SUA EXISTÊNCIA RIDÍCULA.

E assim Lola seguiu para o próximo nível sem esperar por ninguém e deixando um Touro completamente branco somente pelo olhar que ela lançou.

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Ali Al-Said Samir

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MensagemAssunto: One-Hand   Dom Abr 15, 2018 10:12 pm

“Um artista não está presente numa obra feita por ele, assim como Deus não se faz presente no universo que O mesmo criou. Cada criatura existente no universo revela os nomes e os atributos de Deus, bem como as obras artísticas revelam as atitudes do artista”. (Alcorão, 3;190-191).

ON:

*Um desafio onde deveríamos mostrar "algo que nunca faríamos em público". Realmente, aqueles desafios da Torre de Karin estavam cada vez mais complicados, e bem diferentes do que eu esperava. Era algo para nos testar física, mental e espiritualmente... eu via as apresentações de cada um; algumas me empolgavam, outras me deixavam constrangido. Quando terminou sua apresentação, Makie foi "ovacionada" mas de uma forma que a deixou magoada. Vendo aquilo, fui até ela, que me olhou com os olhos lacrimejantes.*


Ali: Sabe, a sua apresentação me impressionou.


*Makie me olhou com um olhar de dúvida tipo "Tá me zoando?", mas eu tentei explicar*


Ali: Não me entenda mal, você realmente desafinou mas... não foi por isso que me impressionou. Sabe Makie, a arte não é apenas uma forma de se fazerem coisas bonitas ou agradáveis. A arte é expressão, a forma de uma pessoa expressar-se ao mundo, transmitir aos espectadores aquilo que o artista sente, ouve, enxerga, imagina ou fala. A arte é mostrar aos outros o ponto de vista do artista, aquilo que ele tem por dentro. Allah nos dá toda a inspiração, mas o que fazemos com ela é o que conta. Sua canção, embora desafinada, mostrou bastante o interior da sua alma, a força e a beleza que você tem. E eu tenho certeza que o Rei Boi também enxergou isso, do contrário ele não teria lhe aprovado, não é mesmo? Não se lamente, se não ficou satisfeita com seu desempenho mesmo sendo aprovada, sei que você é boa em outros tipos de arte, nas conversas que tive com os outros fiquei sabendo que você é uma excelente ginasta e dançarina. Se algum dia quiser, eu posso...



*Naquele instante, Talim me interrompeu*


Talim: E aí, já pensou no que vai fazer para se apresentar?

Ali (um pouco constrangido): Hã... na verdade já. E você?

Talim: Ainda não tenho certeza, mas acho que vou ter que apelar para "aquilo". Que vergonha.

Ali: "Aquilo"? Você tá falando de...


*Sou interrompido de novo, desta vez por Xysuke, que pediu minha ajuda para sua apresentação. Com alguma dificuldade, uso minha habilidade de dobra elemental e crio os ajudantes que ele pede, além de ajudá-lo em sua apresentação quase "pornográfica", que acaba me irritando; o Islam condena qualquer tipo de “caminho” que leve um ser a imoralidade e a sociedade a desordem (e o fato de os homens e mulheres ali presentes discutirem por causa da apresentação só comprova isso). Só não critico Xysuke por usar uma apresentação tão "explícita" por causa do pedido que ele faz à Mokona (e também por causa do que aconteceria na próxima apresentação...). Praticamente todo o palco é tomado pelo momento em que Mokona e Xysuke se comprometem em noivado. E aquilo faz eu me sentir um tanto mal; me lembro de Gogo (por onde será que ela anda?) e olho para Talim e Makie. Levanto os olhos aos Céus e pergunto mentalmente a Allah por que minha vida amorosa era tão complicada e eu não conseguia fazer um pedido assim como Xysuke fez (mal sabia eu a Odisseia que tinha sido até Xysuke fazer seu pedido a Mokona). Os dois saíram do palco e deram a vez; a próxima a se apresentar seria Lola, mas vejo ela passar completamente furiosa pelo Rei Boi; no mínimo ela merecia passar depois do desrespeito com o qaul foi tratada, penso em falar com ela, mas acho que por enquanto é melhor não, melhor ela esfriar um pouco a cabeça sozinha, tínhamos que terminar aquele "show" o mais cedo possível para alcançá-la. Assim, a próxima a se apresentar seria Talim. Ela sai arrumada dos bastidores*





Ali: Uau!

Talim: Hã... eu estou bonita?

Ali: S-sim! Bastante.



*Talim fica vermelha e sorri.*


Ali: Tem certeza que quer fazer isso?

Talim: Não. Mas não temos escolha. Tem que ser algo que a gente não faria na frente das pessoas... E eu tinha reservado isto para nossa noite de núpcias. Depois disso vou ter que fazer apenas uma dança do ventre normal para te excitar.

Ali (vermelho): Hã... não é hora da gente conversar sobre isso.

Talim: E por que não? Sahib Xysuke acabou de...


Ali: Eu sei, e justamente por isso, não quero tirar o momento dele e da sahib Mokona. E você tem que se concentrar também. A Dança da Água não é fácil, ainda mais para você que não é uma Dobradora de Água.

Talim (levemente contrariada): Eu sei, mas sou uma Dobradora de Vento e o vento domina a água e o vapor de água. Apenas prepare o palco para mim.

Ali: Certo. Está com as duas roupas?

Talim: Estou. A apresentação tem que ser completa.

Ali: Vai conseguir trocar de roupa no momento certo?

Talim (sorrindo): Quer ver eu tirar tudo?

Ali: SOBE LOGO NESSE PALCO E PARA DE COISA, MENINA!


*Dando uma risadinha, Talim subiu no palco completamente sozinha. Eu domino a água disponível e a espalho no palco aos pés de Talim. Em seu trono, o Rei Boi sorri, um pouco interessado mas ainda com ar de tédio.*


Rei Boi: Humm, pelo visto teremos uma apresentação de dança agora... vamos ver se consegue me impressionar, menina sino-árabe.

Talim: Pois fica olhando, bafo de capim.


*Talim começa a dançar e a cantar. Ao mesmo tempo que ela dança, ela domina o vento e, com ele, faz a água do chão e do ar flutuar à sua volta e de toda a plateia, de forma tão habilidosa que ela parecia mais uma dobradora de água do que de ar; quando a música rapidamente muda, Talim troca de roupa. O Rei Boi via a apresentação de Talim de olhos esbugalhados.*





*Talim termina sua apresentação e a plateia vem abaixo com os gritos, assobios e aplausos. O Rei Boi aplaude de pé em seu trono, enquanto algumas de suas cortesãs ficam enciumadas, mas mesmo assim também aplaudem.*


Rei Boi: BRAVO! BRAVO! BRAVÍSSIMO!!! Até que enfim alguém faz algo que eu aprovo sem a menor ressalva!


*Vermelha, Talim desce do palco e o Rei Boi em pessoa vai cumprimentá-la*


Rei Boi: Você foi magnífica, menina! Não está apenas aprovada, está aprovada com louvor! Diga-me, o que acha de ficar aqui e ser uma de minhas esposas?

Talim: Hã?!

Rei Boi: Você é bela, forte e talentosa, a esposa digna de...


*Antes que o Rei Boi possa continuar, domino a água e faço espirrar na cabeça dele*



Ali: Esfria os nervos aí, chifrudo. Talim não vai casar com você.

Rei Boi (segurando MUITO a raiva): Oh é mesmo...? E por que não?

Ali (mais vermelho do que nunca): P-porque... porque ela ainda é menor de idade e...

Rei Boi: Corta essa. Aqui a maioridade é com dez anos e sei que ela tem mais do que isso. Além disso, eu adoro garotas novinhas.

Ali: Ora...! E-ela nem mesmo disse que queria e-e v-você não pode obrigá-la!

Rei Boi: Não posso mesmo, por isso perguntei se ela queria. O que me diz, pequena Talim?

Talim: Hã... isso foi muito repentino e... eu mal conheço você...


Ali (apontando o dedo pro Rei Boi): Há! Tá vendo!

Talim (soltando um sorriso sinistro): Por outro lado... ser a esposa de um rei mágico e me tornar uma rainha... não me parece tão ruim...


Ali: O quê?! Que história é essa, Talim?!

Talim (dando de ombros): Melhor isso do que ficar solteira o resto da vida...

Ali: Do que está falando?!? Já se esqueceu que você foi prometida a mim e...


*Só então eu percebo que falei demais. O sorriso na cara de Talim mostra que caí certinho na armadilha.*





Ali: Ô droga...

Talim (me abraçando): Ai, que bom! Eu sabia que você me amava!


Rei Boi: Oh, então é isso... que pena. *olhando para a plateia* Então quem sabe a bela Makie não queira ser minha nova noiva...


*Makie fica vermelha, mas eu agarro o Rei Boi pelo colarinho*


Ali: Pode esquecer!!!

Rei Boi: Ora, está comprometido com ela também, Avatar? Ou quem sabe apenas apaixonado e com ciúmes?

Ali (vermelho MÁXIMO): Hã... eu...


Rei Boi (afastando minha mão): Hahaha, sabe, aprecio um homem que tem bom gosto e espero que consiga se casar com alguma delas... ou quem sabe com as duas.


*Ainda me abraçando, Talim lança um olhar desafiador a Makie na plateia como quem diz "em guarda", mas eu a acalmo com um tapinha no ombro e faço ela sair do palco; ela se senta do lado de Makie, seus olhos soltando faíscas, mas ainda assim indecisa, afinal já começara a ter uma certa amizade entre as duas. Eu continuava no palco, era chegada a hora*


Ali: Hã... ainda falta a minha apresentação.

Rei Boi: É mesmo, já quase ia esquecendo. Entretanto, como castigo pelo banho de água fria, você sofrerá uma penalidade: não poderá usar NENHUM tipo de Dobra Elemental em sua apresentação, Avatar Ali, ou então será prontamente desclassificado.

Ali: O quê?!

Rei Boi: Hahaha, castigo por ser tão cabeça-quente... Quero só ver se vai conseguir fazer alguma coisa com seu braço petrificado e sem seus poderes de Avatar... além do mais difícil, que é me impressionar.


*Gargalhando, o Rei Boi sai do palco e me deixa sozinho. Agora sim eu estava ferrado. Eu planejava fazer um braço artificial de terra ou de água para me ajudar na apresentação, mas agora... sem a Dobra Elemental e com um braço petrificado não poderia fazer uma apresentação de "algo que eu nunca faço na frente de ninguém", nem tampouco poderia usar uma apresentação de formas de artes marciais, já que isso eu fazia sempre naturalmente na frente de todos. Olho os instrumentos que estavam à nossa disposição para nossas apresentações, quase desesperado; não existia nada para usar com apenas uma mão. Penso no esforço de todos até agora, do quanto se sacrificaram para chegarmos até ali, e estávamos apenas no começo... iríamos perder tudo agora, por minha culpa? Não. De repente eu tomo uma decisão. Era arriscado, mas se nem assim eu conseguiria impressionar aquele guardião arrogante, nada daquilo realmente valeria a pena. Só tinha visto fazerem uma única vez, mas se era possível eu iria imitar, mesmo não sendo uma habilidade marcial, e era algo que ninguém, nem mesmo Talim havia me visto fazer quando tinha os dois braços. Caminho até o centro do palco com um case fechado. Sou recebido com aplausos, me curvo agradecendo.*


Ali: Senhoras e senhores, agradeço a paciência e peço desculpas pela demora. Infelizmente, não poderei mostrar inteiramente minha pouca habilidade musical devido à minha condição atual, mas ao menos tentarei lhes mostrar metade dela...

Rei Boi (pensando): Isto vai ser engraçado... o que será que ele pensa que pode fazer com apenas um braço? Não que eu tenha realmente intenção de deixá-lo passar, mas duvido mesmo que ele me impressione.


*Abro o case e tiro um simples violão de dentro. Talim mesmo não acredita que vou fazer aquilo. Inverto o violão para dedilhá-lo, prendo ele ao corpo com uma alça e começo a tocar, rezando para me lembrar direitinho da técnica que vi um violinista maneta fazer uma vez.*



*Uma tempestade de palmas me saúda. Me curvo agradecendo e olho nos olhos do Rei Boi. Uma lágrima sai do olho dele, tanto por estar comovido como por estar tinindo de raiva. Resmungando ele consegue apenas sussurrar*


Rei Boi: Você... passou.

Ali: Obrigado. Salaam Aleikum.


*Saio do palco e sou cumprimentado por Talim e Makie, além dos demais. Mais alguém faltava se apresentar para seguirmos aos próximos andares?*


Continuem...


OFF: A opinião do Ali sobre arte, no início do post, é também a minha opinião pessoal sobre a Arte em geral.

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