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 Em busca das armas sagradas

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Ter Ago 05, 2014 4:41 pm

Depois daquela bagunça toda, Lola desfez a paralisação dos três dobradores, e seguiu o restou do grupo. Ela tinha em mente do que estava acontecendo, mas, não engolia a aparência daquele mestre velhote lá. Desconfiada, ela observou cada um dos homens se entregando a meditação, onde descobririam sobre o tal rei king kong.

- ... Humpf... - Vira a cara na direção de Mokona e cruza os braços. - Enquanto os Machos ali saem de "férias" eu vou rondar este lugar, depois da recepção "calorosa" desconfio até das encarnações destes imbecis. - Ela parecia cerrar os punhos, sentia calafrios se 5 em cinco minutos, não parecia se sentir bem por ali.

Ela começou a caminhar pelo lugar, se despediu de Mokona fazendo um gesto para que ela ficasse de olho nos homens enquanto se ausentava. Recolocou seu sobretudo e passou a subir nas montanhas com apenas alguns pulos. Ela não parecia nem um pouco cansada ou desgastada; ao longe em cima de uma montanha ela viu o pôr do sol, e a brisa do mar ao longe tocar em sua face obrigando-a fazer fechar os olhos e sorrir de forma doce, como antes muito tempo não fazia. Ao reabri-los seus olhos refletiam uma profunda tristeza, algo que ela não sabia explicar para si, algo no fundo de seu coração, gostaria de reencontrar, mas, não sabia o que era.

A China lhe proporcionava lembranças, do seu passando, treinando com seu mestre Kuranosuke, que por sinal uma vez lhe comentou sobre esse tal mestre gagá ai que estava passando instruções aos demais, mas, mesmo assim, ela continuava um pouco tensa a respeito daquele lugar. Eram de fatos lembranças boas e ruins, na China ela colocou tudo a prova, seus sentimentos e sua força diante de um treinamento severo para quando voltasse para família Naruza. Por alguns instantes, ela sentiu algo gélido correr sua face, limpou a lágrima com uma mão, e sorriu ao se lembrar das atrapalhadas de Kuran ao ensiná-la.

- Faz um tempo desde que ele veio com Kunisaki para cá... - Riu ao se lembrar do convite que Kunisaki fez ao Kuran para ajudá-lo com os negócios na China. - Espero que esteja bem seu pateta... - Riu novamente.

Apesar das mudanças, Lola ainda continha seu coração puro e ingênuo, mesmo se tornando aquela pessoa fria e seca diante dos problemas. De repente ela escuta um barulho de pedras rolarem nos seus pés, com um movimento brusco e ágil, sacou a katana e quando se deu por conta quase matara uma menina pequena chinesa.

???: ... [Não me mata moça, por favor!] - Ela falava em sua língua nativa.

Lola: - [Não se preocupe, não faria isso... ] - Guardou a Katana, envergonhada e se virou de costas para a garotinha de aparência ter uns 8 anos.

???: - [Meu nome é Mei lin Iao... Qual é o seu?] - Curiosa a garota procurou sua face sorrindo.

Lola: - [Lola... Naruza Lola...] - Escondeu os olhos e a face nos cabelos.

Mei: - Heh... Você é japonesa como pensei... ^^

Lola: o.o... Como sabe...?! ¬.¬' hoje em dia a cultura e o estudo estão em todo lugar Lola... - Fala para si mesma em um momento.

Mei: Lola chan! ^^ Posso te chamar assim?

Lola: ¬¬''' ahm... pode... - Envergonhada.

Mei: Hum... Você é muito bonita Lola chan... Sabia que a gente vai ter um festival aqui?

Lola: ... Que tipo de festival?

Mei: O festival do Macaco! ^^

Lola: ¬¬' (pensa: De novo o King Kong) ... Hum... E o que eu tenho a ver? -.-

Mei: Parece que vão trazer um bastão do rei macaco pra cá! ^^

Lola pensa: - Provavelmente uma réplica. -.-

Mei: Precisamos de uma moça alta e forte e com músculos e turbinada... Para trazer o bastão... Dizem que ele é muito pesado! -.-/

Lola: Tá... Por acaso me chamando de OGRA? ¬¬****

Mei: NÃOOO >.< Só que eu vi vocês lutando... Você é muito forte... ¬.¬ Até mais forte que meu pai... Tsui Iao...

Lola: O.o..... - Se apavora ao ouvir aquele nome e se arrepia. - ¬.¬ Graças a Deus que não é aquele demônio...

Mei: Demônio? o.Õ

Lola: -.- nada... nada... ¬.¬ Bem façamos assim... Se meu grupo não tomar outro caminho, eu vou a esse evento com você... Desde que eu não tenha que vestir nada avantajado... -.-' tenho que comunicar isso ao resto... Mas, vai depender da vontade deles ok?

Mei: Ieeiii!!! - Pula que nem pipoca. - Vou avisar meu papai! ^^ Seria muito legal se o pessoal do seu grupo se apresentasse também, estamos precisando de um Rei Macaco... O que você acha? ^^

Lola imagina Xysuke vestido de Macaco e solta uma risada louca que ecoa pelo vale.

Mei: o.õ...

Lola: Desculpe... É que tem uma pessoa perfeita para isso... - Lola se despede da menina e volta tocando em seu peito tentando conter o riso.

Ela volta para onde todos meditavam e cutuca Mokona contando a ela o que ela viu, e explicando a situação de Mei.

- Você, daria uma bela noiva Macaca não acha Mokona? - Ela sorri malignamente para a mesma, apontando para Xy.

Continuem...

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Leão Cabra
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Ago 06, 2014 3:52 pm

*Quando o mestre do templo aquático apareceu, todos se acalmaram, já que entre mortos e feridos todos se salvaram, então estava tudo melhorando... Somente quando Mokona teve certeza que tudo estava bem, ela desativou seu modo batalha, e foi ajudar Xysuke com os feridos. *





*Ela percebeu o quanto ele estava gastando energia para curar a todos, e ficou preocupada. Será que ele não se importaria em receber um pouco de energia sua? Bem, veria a necessidade depois. Ao ouvir as palavras do Mestre Pão de Ló, lhe veio a mente que essa jornada seria mais perigosa do que imaginara. Eles não conheciam a vida de Ali babá, e não sabiam o que mais aquele tosco não tinha feito, ou tinha feito, para que eles levassem no lombo por coisas que não tinham culpa. Ela não era o tipo de pessoa que desconfiava dos outros, sentia que ele era sincero, mas teria que ficar de olho para qualquer outro mal entendido que viesse a acontecer.

Depois da conversa, e da possibilidade de viajarem para mais um lugar onde teriam pistas do Rei Macaco, Mokona perguntou-se porque ninguém perguntara ao Mestre sobre alguém que consertasse as armas... Ou Ali não queria mencionar esse detalhe? De qualquer forma, teriam que procurar por todos os cantos do planeta e do Universo!

Xysuke estava exausto depois de curar tanta gente, e resolveu meditar para se recuperar. Era uma recuperação demorada, mas se ele queria assim, ela ficaria de olho em tudo, enquanto eles descansavam.*


Xy: Flor...vou me ausentar por algumas horas, provavelmente. "Não me espere para o jantar, querida"

*Lola aparecera como uma ninja, e viera comentar com Mokona que encontrara uma estranha no mato, que viera pedir ajuda para um tal festival... E tínhamos tempo pra isso? A ideia de ver Xysuke de Rei Macaco fez sua mente ir para um outro lugar, lugar esse que Mokona queria Lola BEM distante...  Like a Star @ heaven *

Mokona: - Lola-chan, eu não sei se ele vai amar tanto assim fazer papel de Rei Macaco, e também não sei se teremos tempo para esse tipo de distração. Vamos conversar com todos e ver o que acham! Por mim, não tem problema, vou com a galera! Fora que nesses festivais sempre tem muita comida gostosa...  :HO: 

*Ao falar em comida, Mokona sentiu que além de seu estômago estar vazio, ela precisava recuperar seu mana, e uma das formas que conhecia, era comendo! Ela levantou de onde estava sentada e deu alguns passos, para tentar descobrir onde ficava a cozinha daquele lugar... Esperava que não tivessem só chuchu (chuchu = água kkkkkkkkkk desculpa ai quem gosta de chuchu!). Porém, ela sentiu um arrepio em sua espinha, um tremor por todo o corpo. Não estava entendo o que lhe acontecia. Ela tenta caminhar novamente, em busca de água, pois sente sua garganta seca. Sente tontura e suor em sua testa... aquilo seria... oh não! Ela esquecera completamente que estava dividindo mana com Arthuria... por isso estava tão... fraca... Será que aquela louca resolvera usar magia, mesmo sem saber muito sobre isso? (para saber o que Arthuria anda fazendo, ir para Casa de Chá)

Ela caminha em direção a Xysuke e Ali para pedir ajuda, vê Talim de pé ali perto e tenta balbuciar alguma coisa, só que ela tropeça e acaba se embolando em Talim. As duas vão ao chão, os rostos próximos.



Mokona respirava agora com dificuldade, ela precisava recuperar-se antes que o pior acontecesse! Olha para Talim, olhar vago, bochechas rosadas, e balbucia: me perdoe, mas é um caso de vida ou morte. Ela segura o rosto de Talim delicadamente. Aquele toque faz com que a energia de ambas entre em conexão. Talim ficou sem saber o que fazer, seus olhos cheios de lágrimas. Sentiu a perna de Mokona no meio das suas, e estava totalmente travada. Vida ou morte? O que acontecia com Sahib Mokona?

Talim: - Sa... Sahib Mokona... o que você vai... fazeerr...

Mokona aproxima seus lábios dos de Talim, e aos poucos começa a sugar o mana que vem da energia vital dos seres humanos. A energia, como linhas douradas saíam dos lábios de Talim suavemente, e entravam na boca de Mokona.



Porém, receber mana de um ser vivo era algo forte demais para resistir, e Mokona acaba beijando Talim, enquanto recebia aquela energia revigorante.



Fazia muito tempo que ela não precisava sugar mana de alguém dessa forma. O caso agora era realmente grave, e se não fizesse isso, desapareceria. Poderia fazer isso com Xysuke, mas ele estava fraco demais para lhe prover de mana, então Talim teria que servir. As duas estavam no chão, Mokona em cima de Talim, em uma visão totalmente fora do contexto do templo. Seriam expulsas por atentado ao pudor certamente... Aos poucos Mokona sentiu que não estava mais em perigo e soltou o rosto de Talim suavemente. Olhou para ela, olhos nos olhos, as duas ofegantes, pois a troca de mana fora forte. Talim estava visivelmente cansada. Talvez um pouco rubra demais...  Question 



Mokona: - Talim-chan, muito obrigada, você salvou minha vida! - Mokona falava aquilo, como a coisa mais normal do mundo. Como se andar beijando pessoas por aí fosse super simples. - Me desculpe por usar de sua energia sem ter tempo hábil de lhe pedir, ou lhe explicar! - Ela estava de joelhos agora, segurando Talim, que estava tonta.



Talim estava no mínimo consternada, seu corpo tremendo sem entender o que tinha acontecido, mas certa de que tinha ajudado Mokona.

Talim: - Sa...sahib Mokona... eu... nós... que bom... que pude ajuda-la... ha... ha...  Razz 



Mokona: - Agora vamos descansar um pouco. Venha. - Elas foram até os sacos de dormir que retiraram do avião para descansar o corpo. Esperaria até amanhã para entrar em contato com a Casa de Chá e tentar entender o que tinha acontecido por lá! Começou a achar que essa ideia que tivera de se desdobrar fora uma PÉSSIMA ideia!  nhu

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Ali Al-Said Samir

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sab Ago 09, 2014 1:24 am

*Tranquilamente eu meditava em frente à estátua de uma de minhas vidas passadas, o Avatar Zhou. A energia natural do templo, carregada com a força da Natureza que preenchia Rozan, mais a intensa empatia que me ligava ao lugar sagrado através de minhas reencarnações me permitiram acessar facilmente o Mundo espiritual, apesar de fazerem alguns anos desde que fiz aquilo pela última vez. Minha consciência estava de volta ao Mundo Espiritual, e diante de mim minha alma projetou a consciência do grande Avatar Zhou. Cumprimentei-o com a típica saudação do Kung Fu*



Ali: É uma honra reencontrá-lo, Avatar Zhou.

Zhou: A honra é minha, Avatar Ali. A última vez que nos vimos, você ainda era um garoto que nem sabia Dobrar a Água... e agora é um Avatar completamente realizado.
Ali (abaixando a cabeça): Realizado... mas fracassado. Eu falhei em minhas obrigações como Avatar, em meus deveres como Cavaleiro das Arábias e até mesmo como amigo e irmão.
Zhou: Não pense deste jeito. Em minha época, assim como você, eu me omiti de muitos de meus deveres e, por minha causa e minha omissão, o Templo da Água original foi destruído. Eu acreditava que não deveria buscar a paz pela guerra, mas infelizmente muitos inimigos não pensavam assim e, me omitindo de enfrentá-los, acabei permitindo sem querer que eles matassem muitos de meus conterrâneos, Dobradores ou não. Por causa disso eu singrei a China em busca de justiça para os culpados e, mais tarde, em busca de construir um novo lar para os Dobradores da Água, onde eles finalmente pudessem encontrar a paz, e eu pudesse me redimir de meus erros. Se você ainda tem vida, deve usá-la para corrigir seus erros. Este não é o dever do Avatar, mas o de todo ser humano.
Ali: Eu sei. E é justamente isto que venho tentando fazer há tempos... Assumi inclusive novas responsabilidades, e devo ajudar meus companheiros da Pensão Hinata a consertarem suas armas, além da minha.
Zhou: Você começou cedo a trilhar a Jornada do Avatar, Ali. Talvez cedo demais. Por outro  lado, se me permite observá-lo, embora tenha se tornado um Avatar realizado, acredito eu que sua Jornada Avatar apenas começou. Prova disso é você estar aqui, de volta ao Templo da Água. Tenho muito a alertá-lo sobre seu destino, e também o de seus companheiros.

***

*Enquanto isto, no mundo físico, após algum tempo Harima se sentara do meu lado e alinhara seu Ki ao meu. Nossos Chakras responderam um ao outro e logo a Consciência de Harima chegaria ao Mundo Espiritual. Da mesma forma, Xysuke também fez a mesma coisa; prontamente, ambos sentiram seus Chakras Abdominais esquentarem e, rapidamente, uma onda de energia atingiu os dois através de seus Chakras Coronários (no topo da cabeça), percorrendo através da espinha a Kundalini e iluminando todos os Chakras. Mesmo quem estava no mundo físico pôde ver aquela imensa emanação de energia de nossos Kis reagindo, interagindo e ressonando. Era muito raro três pessoas que dominavam com tal intensidade estas energias se encontrarem assim; por um instante, todo aquele trecho do Mundo Espiritual se iluminou como se o Sol tivesse pousado ali, mas as coisas logo se acalmaram e eu e Zhou vimos os corpos espirituais de Harima e Xysuke ao nosso lado e os dois puderam vislumbrar a glória do Mundo Espiritual.*




Harima: Ali-san, é aqui?
Ali: Sim, Harima. Bem vindos ao Mundo Espiritual.

Zhou: Quero parabenizar vocês dois, jovens, por conseguirem vir aqui. Mesmo com a presença do Avatar, o guia humano para o Mundo Espiritual, é muito difícil a consciência humana se manifestar aqui. Os seres humanos há muito negam suas naturezas espirituais, e por causa disso o próprio Mundo Espiritual costuma mantê-los longe. Mas eu vejo claramente que vocês dois são pessoas extremamente espiritualizadas; o fluxo do Chi passa por seus corpos espirituais com uma intensidade assombrosa e vai direto a seus corpos físicos através do Terceiro Chakra, o Abdominal, a fonte da força... o ponto que no Japão chamam de Tanden ou Seika-no-Itten.

*De fato, os Chakras de Harima e Xysuke brilhavam e giravam intensamente, como uma roda de fogo; todos os seus Chakras brilhavam daquela forma, assim como os meus, era possível ver o fluxo de energia através deles e, no caso de Harima, seu Chakra Frontal (na testa) brilhava ainda mais intensamente*




Zhou: Harima, por você ser um adepto da Magia, sua fonte de força é também seu Chakra Frontal, pois a força de um mago é sua inteligência e sabedoria. É através deste Chakra que flui a Mana, a energia mística que lhe permite fazer magia.


*No meu caso, devido aos anos de treino que tive no domínio dos Elementos e do Ki, meus Chakras brilhavam de maneira uniforme; meu Chakra Coronário (no topo da cabeça) se assemelhava a uma coroa no mundo espiritual que terminava na forma da seta em minha testa, ressaltando o poder do Avatar em relação à Iluminação e sua responsabilidade com o Mundo. Entretanto, aquele Chakra já brilhara mais intensamente anos atrás, antes de eu selar meus poderes. Embora nem eu nem Zhou soubéssemos o motivo, no caso de Harima e Xysuke seus Chakras Coronários mais se assemelhavam às Auréolas de anjos; isto era devido à ligação que os dois tinham com os anjos Miguel e Raphael. Uma ligação que podia ser observada claramente em seus corpos espirituais no Mundo Espiritual; entretanto, nem eu nem Zhou estávamos a par da relação dos Hinata Warriors com os anjos. (OFF: Não descrevi a aparência dos corpos espirituais de Xysuke e Harima, só a de seu sétimo Chakra; a aparência deles é por conta os dois)*




Ali: Bem, vocês demoraram um pouco para chegarem aqui... Estávamos discutindo justamente a respeito de nosso próximo ponto de parada quando vocês dois se manifestaram. Será melhor que Zhou lhes explique o que iremos encontrar.

Zhou: O eremita que Lo Meng lhes aconselhou a procurar é um antigo amigo do Rei Macaco;  este eremita é na verdade um ser espiritual que há muito escolheu viver no Mundo Físico, protegendo a Árvore Sagrada, que muitos dizem ser uma rota a Deus.
Xysuke: Um ser espiritual? Como assim?
Zhou: É um espírito antigo que assumiu forma física e até hoje reside na Terra.
Harima: Isso é possível?
Zhou: Seres espirituais podem atravessar a barreira entre os mundos, já que diferente dos humanos eles não negam suas naturezas. Entretanto, é muito mais fácil para um ser de um nível superior descer a um nível inferior, sendo bastante difícil seres inferiores ascenderem aos níveis superiores (embora não totalmente impossível); imaginem o Mundo Espiritual como um gigantesco prédio, onde cada andar é por si só uma dimensão inteira. Os andares superiores são habitados pelos seres mais evoluídos na hierearquia espiritual e são completamente negados aos humanos vivos; os andares superiores são habitados por espíritos iluminados e os mais altos, pelos anjos. Os andares inferiores são habitados por espíritos malignos e demonios, sendo que, quanto mais energia maligna eles tiverem, mais baixo são obrigados a habitarem, pois uma força semelhante à gravidade da Terra os puxa para baixo. Em termos leigos, os andares inferiores são o que chamam de inferno e os superiores são o Paraíso.
Harima: E a Terra?
Zhou: A Terra fica exatamente no meio desse "prédio" que é o Mundo Espiritual; entretanto, o Mundo Físico não é o único a ocupar este andar. O Purgatório fica no mesmo andar que o Mundo Físico, separado por uma "parede espiritual" que impede as almas de transitarem de volta ao físico (e mesmo assim vez ou outra uma alma consegue atravessar; é o que chamam de fantasma). Este limbo em que estamos é um plano ligeiramente superior ao Mundo Físico, e costuma ser um dos últimos andares a que as almas humanas vivas conseguem ascender sem morrerem. 
Ali: Muitos vêm para cá para meditar ou para treinar. Eu mesmo vinha aqui com uma certa frequência... mas isto foi antes de selar meus poderes de Avatar.
Zhou: Aqui, neste mundo entre a mente e o espírito, o tempo passa de forma diferente. Antes de vocês dois chegarem, eu e Ali já conversávamos pelo equivalente físico a quase um dia, embora sequer uma hora tenha se passado no mundo físico, mas isto depende muito da intensidade e do tipo da meditação, o contrário também poderia ter acontecido. Quanto mais profunda a meditação, mais ligado ao Mundo Espiritual fica o corpo físico e seus Chakras se abrem, permitindo a circulação das energias. É por isso que, meditando, consegue-se repor mais facilmente o Chi e a Mana.
Ali: Acredito que vocês dois já tinham conhecimento disto, mas como não sei se ambos já estiveram com suas consciências presentes nesta parte do Mundo Espiritual, onde pode-se ver o fluxo de energias, bem, talvez seja melhor eu lhes demonstrar.


*Faço uma demonstração a Harima e Xysuke e, aprofundando um pouco minha concentração e minha respiração, o Ki circula e entra em meu corpo espiritual de forma visível como um raio de luz pura. Suspiro, retornando o fluxo ao normal.*



Ali: Seres com uma natureza espiritual têm muito mais facilidade em controlar isto; eu faço desde a infância graças aos poderes de Avatar. Já o Mestre Lo Meng só conseguiu isso depois de quase trinta anos de treinamento meditativo intenso.

Zhou (sorrindo): Por isso mesmo eu disse que vocês dois estavam de parabéns. Ao que tudo indica, meu discípulo Lo Meng propôs isto a vocês como uma espécie de teste para saber se eram realmente dignos.


*Algo similar a um vento percorre aquele lugar onde estávamos. Zhou parou de sorrir.*


Zhou: Mas me distanciei um pouco do assunto. Como eu dizia, o ancião que vocês irão visitar é um antigo espírito que decidiu encarnar de vez na Terra, exatamente o contrário do Rei Macaco.
Xysuke: Como assim?
Zhou: O Rei Macaco era um macaco sagrado que nasceu de uma pedra mágica no topo da Montanha de Frutas e Flores. Ele era tanto um ser físico quanto um ser espiritual, que recebera a verdade do Céu, a beleza da Terra, a essência do Sol e o esplendor da Lua. Embora nascido na Terra, o Rei Macaco quis ascender aos Céus, coisa pela qual ele lutou boa parte de sua existência. Após séculos de batalhas e missões ele finalmente ganhou esse direito. Não se tem certeza quando, mas é um fato que ele saiu da Terra para o Paraíso, supostamente levando seu bastão Ruyi Jingu Bang, que vocês tanto procuram.
Ali: Não entenda mal, Zhou, não estamos à procura do bastão, mas sim da pessoa que o consertou... ou então de quem o criou.

*Zhou coçou a barba*

Zhou: Tem razão, me desculpe. Seja como for, é dito que o bastão foi dado ao Rei Macaco por Ao Guang, o Rei Dragão do Mar do Leste; entretanto, sua confecção e seu suposto reparo são totalmente desconhecidos, exceto por aqueles que eram próximos ao Rei Macaco. Eu mesmo desconhecia o fato de que o bastão se partira em algum ponto de sua história. Hão de convir que esta história é mais vaga do que o próprio Rei Macaco; somente ele próprio ou alguém próximo a ele poderia saber disso. O Ancião que vocês irão ver era um amigo pessoal do Rei Macaco antes mesmo de sua Ascenção; se tem alguém em toda a Terra que saiba ou se lembra de quem consertou Ruyi Jingu Bang, esse alguém é esse ancião. Eu mesmo não conheço mais ninguém, seja aqui ou na Terra, que tenha conhecido o Rei Macaco, exceto talvez o próprio Ao Guang, mas o reino dele é praticamente inalcançável nos dias de hoje, e não sei se alguém sabe o caminho para lá.

Xysuke: Por isso mesmo o nosso trabalho; um amigo me contou há algum tempo que ele treinou com o Rei Macaco (ou com alguém que se encaixava na descrição) e chegou ele próprio a manusear o bastão.


*Zhou se mostrou surpreso com as palavras de Xysuke. Porém, olhando melhor para ele, voltou a sorrir.*


Zhou: Conhecendo as histórias do Rei Macaco, eu não me surpreenderia se ele tivesse por bem resolvido visitar a Terra novamente, e nem que ele tivesse treinado um humano. Isso sem contar o fato de que ele deixou descendência, tanto na Terra como no Mundo Espiritual.
Ali: Filhos...? Do Rei Macaco?
Zhou: É um boato antigo. Dizem que o Rei Macaco teve filhos, e que alguns desses podem ter encarnado, talvez  em corpos humanos... ou mesmo não-humanos ao longo dos sécullos.
Xysuke: Bom, pelo que eu entendi, esse meu amigo treinou com o verdadeiro Rei Macaco. Se era ele em seu corpo real ou encarnado em alguém, isso eu já não sei.
Zhou: Vocês parecem mesmo confiar nesse amigo, a ponto de se arriscarem tanto por uma informação tão vaga.
Ali (murmurando): Até eu confio, naquele cabeça-oca... pena que ele está incontactável, no momento.
Zhou: Minha sugestão seria que vocês esperassem até poderem falar com esse amigo e indagá-lo a respeito. Entretanto, lamento que não terão tempo a perder com isso, devem arrumar suas armas o quanto antes.
Harima: Como assim?
Zhou: Um grande mal paira sobre vocês e seu grupo, neste instante. Era sobre isto que eu também estava discutindo com Ali: o ataque dos Dobradores de Água a seu grupo não foi um mero rompante ou vingança, nem tampouco foi ideia deles. Alguém os manipulou.
Xysuke: Como?!
Zhou: Não estou dizendo que eles sofreram lavagem cerebral ou foram magicamente dominados; é mais como se alguém tivesse manipulado as emoções negativas deles, as aumentando e levando-os a agirem daquela forma tão imprópria, como se ficasse soprando "ideias" em seus ouvidos. Mas eu nem consigo imaginar que tipo de poder poderia aumentar as emoções negativas dos Dobradores da Água, conhecidos justamente por serem os que melhor controlam suas emoções.
Ali: Quem... ou o quê poderia fazer uma coisa dessas? E por quê?
Zhou: Não tenho como lhe responder, Ali, é um pressentimento extremamente forte que tenho. Desde que saímos da Pensão Hinata (OFF: Lembrando que Zhou é uma parte da alma de Ali, ele sempre esteve conosco) eu tive a sensação de que um mal nos cerca a todos, e esta sensação ficou ainda mais forte antes de chegarmos ao Templo da Água.
Ali: E você sugere que a gente saia do Templo o mais rápido possível?
Zhou: O perigo não está no Templo, ele está cercando seu grupo, não importa aonde vocês vão. Se irão investigá-lo para combatê-lo imediatamente, ou se irão seguir em frente, é algo que vocês devem decidir. Seja como for, o perigo que eu sentia antes de entrarem no Templo aparentemente desvaneceu. Seu grupo e os Dobradores do Templo estão seguros... ao menos por enquanto. Sugiro que aproveitem para recuperar suas forças e descansarem, mas partam o mais rapidamente possível, é imprescindível recuperar o Kali-Yuga, o cajado do Milennium Master e a espada Zulfiqar o quanto antes, eu tenho um forte pressentimento de que eles serão necessários para vocês no futuro próximo.

***


*Ficamos conversando durante muitas horas com Zhou no Mundo Espiritual (o que representou muito menos no mundo físico, mas um certo tempo se passou por lá também). Enquanto isso, na Terra, Mokona recarregava suas energias beijando (!) Talim de uma forma que ela nunca havia sido beijada antes.*

Mokona: - Talim-chan, muito obrigada, você salvou minha vida! - Mokona falava aquilo, como a coisa mais normal do mundo. Como se andar beijando pessoas por aí fosse super simples. - Me desculpe por usar de sua energia sem ter tempo hábil de lhe pedir, ou lhe explicar! - Ela estava de joelhos agora, segurando Talim, que estava tonta.

*Talim estava no mínimo consternada, seu corpo tremendo sem entender o que tinha acontecido, mas certa de que tinha ajudado Mokona.*

Talim: - Sa...sahib Mokona... eu... nós... que bom... que pude ajuda-la... ha... ha...


*Em suas aventuras junto comigo, Talim já havia conhecido muitos tipos de seres, inclusive aqueles que dependiam de energia mística para viver. Embora não fosse uma usuária de magia, a carga de Mana de Talim era muito alta, bem acima da média para seres humanos e vez ou outra ela era seguida por seres atrás de sua energia mágica. Ela já tivera que fazer doações de mana antes e estava relativamente acostumada com aquilo, mas nunca havia feito isso de uma forma tão... íntima. Foi então que ela caiu em si e se levantou com um pulo, com os olhos arregalados Shocked  Shocked .*

Talim: E... essa não! E-esse tipo de c-contato é um haraam (pecado) grave! E-eu tenho que me purificar! Oh não! Agora eu não vou poder casar com o Ali!!! Uááááááááá!




*Talim se levantou e saiu dali correndo e chorando... sem motivo, na verdade, visto que ela entendeu errado certos dogmas, além do fato de que foi Mokona quem a beijou, e não o contrário! Naquele instante, eu encerrara minha meditação e me levantava, me espreguiçando, enquanto via a Mokona ajoelhada no chão e esperava Xysuke e Harima também voltarem do Mundo Espiritual.*

Ali: Ai, minhas costas... o que é a falta de hábito... e então, vamos ou tem mais alguma coisa que queiram fazer... ué? Cadê a Talim?


Continuem...


OFF: Vou deixar por conta do Xysuke e do Harima se o Zhou falou mais alguma coisa de relevante, além de quanto tempo mais estivemos em meditação; lembrando que, por ser uma parte da minha alma, ele sabe de tudo que eu sei e tudo pelo que passamos até agora (mas ele não sabe nada da Pensão antes da aventura de Israel), lembrando que ele está ciente de tudo que acontece no Mundo Espiritual e pode ter informações sobre a localização da Daphne. Lembrando ainda que, embora eu tenha colocado algumas falas do Xysuke e do Harima, não foi nada demais (nem postei nenhuma ação deles), só perguntas simples que qualquer um faria (e algumas das coisas que discuti em OFF no Messenger com o Xy), e que qualquer um pode fazer isso com o Ali também, se quiser, desde que sejam falas simples como as que eu usei, e que não descaracterizam o personagem. Na dúvida, é só espelhar na Mokona também (muito bom, Moka-chan, hehehehehe).

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"Mac Allah(Poderoso é Deus)... eu sou apenas Seu humilde servo."
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Xysuke
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Ago 14, 2014 11:39 am

OFF: nenhuma substância entorpecente foi consumida durante o making of deste post.

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A audiência com o avatar Zhou tinha terminado. Era hora de voltar pro mundo físico.

Xysuke já havia se separado de Ali e Harima, e agora vagava pelos "corredores", por assim dizer, daquele andar do prédio que era o mundo espiritual, seguindo a analogia de Zhou, enquanto procurava uma saída.

Em resumo, deveria fazer o caminho inverso agora...desligar-se do mundo espiritual e voltar a concentrar sua mente no mundo físico do qual viera.

Entretanto, enquanto tentava, uma parte de Xysuke parecia querer dar mais uma caminhada sem rumo naquele lugar fascinante.

"Eu sou aquele que é você..."

- Xy: Hm?

Xysuke começou a ouvir alguém falando com ele.

"Você é aquilo que eu sou..."

...

...

...

...

"Você é o início e o fim de você mesmo..."

- Xy: Alguém está falando comigo...

"Você é apenas a cópia dos ideais de alguém..."

- Xy: E daí? Algum problema com isso?

Xysuke continuou a caminhar, tentando ignorar a voz, e, ao mesmo tempo, fazendo questão de responder a todas as suas provocações.

- Xy: Por que não mostra seu rosto?

"Por que não me mostra o seu verdadeiro eu?"

- Xy: ???

Não haviam direções para Xysuke saber para onde caminhar. Apenas um grande universo colorido e despadronizado.

- Xy: Eu não estou mais no mundo espiritual? Por acaso essa confusão toda aqui é um reflexo da minha mente? Não sei para onde olhar...não sei para onde caminhar...

"E o que você faz então?"

- Xy: ...então, eu simplesmente sigo caminhando para algum lugar.

"Quando não se sabe a direção, qualquer direção serve."

Xysuke passou do lado do que parecia uma parede, coluna, espelho, ou o que quer que fosse, que, tecnicamente deveria refletir sua verdadeira imagem.

- Xy: ...... - olhando para a imagem refletida

...

...

...

...

...

...

- Raphael: Você não existe por si só....tudo o que você é, não passa de um compilado de idéias de outrem, adaptadas ao seu bel prazer, em uma tentativa desesperada de resgatar algo que você pode chamar de originalidade.

- Xy: ...

Xysuke tentou olhar para o que pareciam ser suas mãos....não aparecia nada. Ele viu, na imagem refletida, Raphael mostrando suas mãos. Ele tentou ignorar, e continuou andando simplesmente. Mas, agora que tinha parado para percebeu, olhou para baixo e viu que também não tinha pernas. Não enxergava seu próprio corpo, naquele lugar. Como se seu corpo real não existisse. Ele passou perto de outra coluna de cristal que reflete o que deveria ser outra de suas verdadeiras imagens.

...

...

...

...

...

...

- Edgemaster: Até quando pretende continuar com isso? Quando pretende reconhecer que você...

Xysuke continuou andando, e passou na frente de outra coluna...

...

...

...

...

...

...

...

...

- Raphael / Edgemaster / Gwen / Raiyor: Sou eu....

Xysuke ignorou novamente, com o rosto sem expressão, e seguiu andando.

"Você realmente acha que, ignorando a verdade, ela deixará de existir?"

As cores e luzes do lugar que, há alguns minutos atrás era o mundo espiritual, dançavam ao redor de Xysuke, como se brincassem com ele.

- Xy: A única verdade é a que eu mesma faço.

"Como?"

- Xy: A única verdade que existe é aquela que eu deixo que entre em mim.

"Como?"

- Xy: Todo o resto não me serve.

"Como?"

Xysuke não respondeu e continuou andando por aquele limbo que parecia não ter fim, até dar de cara com um rosto que não esperava ver naquele lugar...

...

...

...

...

...

...

- Tsui: ...

...

...

...

- Xy: Por que ele está aqui? Não era para aqui ser a minha mente? Ou o mundo espiritual? Ou o que quer que seja?

- ???: Ele pode ser considerado o que você deveria ser, mas falhou em se tornar.

Xysuke olha na direção da voz.

- Sao: ...

- Xy: Eu sou apenas eu mesmo...não me compare com ele...somos totalmente diferentes.

- ???: Me pergunto se ele teria quebrado-o...

Xysuke olhou na direção da voz.

- Kilik: ...

Xysuke seguiu caminhando. Apesar não ter pernas, ele sentia como se se locomovesse. Apesar de não ter chão, paredes, teto, céu nem nada, ele sentia como se se deslocasse de um lugar ao outro naquela dimensão estranha. Uma estranha sensasão de espaço, onde não há espaço. Logo, ele passou na frente daquilo que seria mais um reflexo de si mesmo. Mas...havia algo errado. Este aqui, ele ainda não conhecia...

...

...

...

...

...

...

- Sun Wu-Kong: .........

- Xy: ... - olhando para o reflexo à sua frente.

- Sun Wu-Kong: .........

- Xy: ...

- Sun Wu-Kong: .........

- Xy: ...

"Macaco vê, macaco faz? Não é isso?"

Xysuke não sabia dizer em que ponto no tempo ele tinha deixado o mundo espiritual e passado a estar perdido dentro da dimensão da sua própria mente. Ele simplesmente voltou a caminhar na direção de ALGO, que nem ele próprio sabia o que era.

"O que você procura?"

- Xy: Eu estou procurando a saída deste lugar.

A voz misteriosa repetiu a pergunta.

"O que você procura?"

- Xy: Eu já disse, eu quero sair deste lugar.

De novo.

"O que você procura?"

Xysuke pensou melhor na resposta correta para aquela pergunta. Não era aquilo? Então, o que poderia ser? Vamos pensar...

- Xy: Eu procuro..........

Cenas específicas da vida de Xysuke começaram a passar diante dele, como passagens de um filme.

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Sao: Você é uma vergonha como filho.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Kilik: A partir de hoje, você não é mais um monge. Abandone o caminho do kung fu, e viva como um homem normal.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Akamaru: Você nunca será bom o bastante para ela...
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Tsui: ....morra.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Larg: Cabeça de tomate...ainda não percebeu?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Lola: Não me importa mais...faça o que bem entender.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
- Az: E o que você está fazendo enquanto isso? O que você tem feito esse tempo todo?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

- Xy: Eu procuro..........




...




...




...




...




...




...




.....................a mim mesmo? Seria isso?

Foi como se Xysuke tivesse dado a resposta certa, como uma senha para parar de lembrar de todas aquelas coisas. Os relances de momentos na sua vida cessaram, e ele seguiu caminhando, até que...

- Xy: Mo-chan, é você?

Xysuke visualizou Mokona, com toda a sua beleza e sorrindo pra ele o sorriso mais lindo que ele já tinha visto. Ele tenta caminhar até ela. Sim, ela era a saída dele para aquele caos, que era nada mais nada menos que ele próprio.

- Xy: Mo-chan?

Quanto mais Xysuke caminhava na direção dela, mais parecia que Mokona se distanciava, sem deixar de sorrir para ele e com seus cabelos loiros e soltos ainda brincando com o....vento? Vento? Naquele lugar? Era uma maneira de dizer que Xysuke é, entre outras coisas, um cabeça-de-vento?

Enquanto perseguia Mokona, Xysuke passou na frente de mais uma coluna de cristal, onde aparece uma imagem do Kali-Yuga, intacto, mas que se quebrou quão logo Xysuke passa por ele sem lhe dar atenção.

"Sim, foi assim que tudo começou....o amor que você sente por ela o tornou cego para as coisas ao redor, e isso foi a sua ruína."

Xysuke acelerou o passo, ao ponto de começar a correr, estendendo o braço para frente, em uma tentativa de conseguir tocar em Mokona.

"Agora, você é tudo isso. Um conjunto de confusões e perturbações sem sentido, que você não sabe onde começa nem onde termina."

- Xy: Mo-chan, espere, não vá!!! Ah, cala a boca, voz maldita, já encheu o saco!!!

"Sua jornada não começou agora, com você buscando um conserto para a sua arma"

- Xy: Cala a boca...

"Sua busca já começou desde antes disso, há muito tempo atrás"

- Xy: Cala a boca!!!!!

Mokona estava muito longe a essa altura, quase ao ponto de Xysuke perdê-la de vista em meio ao que parecia ser uma névoa....ah, que ótimo....agora tinha neblina também na mente dele....

"Fazendo os outros rirem...fazendo aquilo que mandam você fazer....tudo isso é apenas você desesperadamente procurando uma resposta"

- Xy: NÃO ENCHE!!!!!!!!!!

Mokona desapareceu da vista de Xysuke. No mesmo instante, foi como se a lei da gravidade tivesse sido ativada novamente, dentro daquela dimensão, e Xysuke começou a ser puxado pra baixo, em queda livre, como se caísse de um precipício.

- Xy: ......
- olhando para algo parecido com "cima" enquanto caía

Não havia pânico. Xysuke não sabia mais o que havia. Não sabia o que sentir. A ausência de Mokona tornou a mente dele mais caótica do que já estava, e ele se viu puxado para dentro das trevas que haviam em si mesmo. Geralmente, se grita quando se cai em um precipício.

- Xy: ......gritar pra quê? Eu nem sei pra onde eu estou caindo. O que há la embaixo? Sequer existe "embaixo"? Por acaso eu estou caindo "pra baixo"?  Por acaso eu estou caindo em direção a algo? Se for assim, se for para me deslocar para algum lugar, eu não me importo, mesmo que eu me arrebente no processo.

"Você é o início e o fim de você mesmo....e, a isso, há de retornar....a menos que...."

Antes de poder ouvir o final da frase, Xysuke se deu conta de que já estava de olhos abertos novamente, sentado de pernas cruzadas no grande salão do templo, com a estátua do avatar Zhou à sua frente.

############################################
OFF: a música pode parar por aqui.
############################################

Xysuke se sentia meio tonto e com um pouco de dor de cabeça. Olhou para suas mãos e pernas....que alívio, estavam de volta.

- Xy: Itte.. - com a mão na cabeça - ..quem é que precisa de maconha quando dá pra fazer a cabeça legal só com isso....@.@

Ele olhou para o lado e viu Mokona, já com sua mana reabastecida, graças a Talim. Emocionado, e a achando mais linda que de costume, ele a abraçou com força.

- Xy: Que alívio...você está aqui, flor...

Xysuke se acalmou ao ver Mokona ao lado dele e ao sentí-la em seus braços, e respirou fundo, soltando-a logo em seguida. Ignorando temporariamente os últimos acontecimentos malucos de quando ele estava sozinho, ele processava tudo o que conseguiu abstrair de informação, da audiência com o avatar Zhou, e fazia um compilado de informações úteis que poderiam levar para a sua jornada.

O sábio que iam encontrar a seguir era um ser espiritual encarnado por vontade própria na Terra. Ele parecia ter as respostas que estamos procurando.
A origem do Rei Macaco.
O fato do rei macaco ter deixado descendentes na Terra e no mundo espiritual (E o jeito estranho como o avatar Zhou olhou pra ele antes de revelar essa informação).
E a que parecia ser a mais importante de todas...havia algo ou alguém por trás do ataque dos dobradores de água. Alguém estava tentando prejudicar os HW, e impedí-los de chegar ao seu objetivo....como se o conserto do Kali-Yuga, da Zulfiqar e do cajado do Harima fosse a última coisa que esse "alguém" quisesse que acontecesse...

Xysuke se levantou. Independente do que tivesse sido discutido na audiência com o avatar Zhou, a rota deles já estava traçada.

Ele contou a Mokona tudo o que tinha se passado durante a audiência. Achou melhor não contar, por enquanto, o que aconteceu depois, levando em conta que nem ele próprio ainda tinha entendido direito o que foi tudo aquilo. Era melhor dar uma refletida, antes de compartilhar com Mokona um monte de informações desconexas e incoerentes, só pra deixá-la confusa e preocupada. Xysuke perguntou se, "do lado de cá", estava tudo em ordem no tempo em que ele, Ali e Harima estiveram fora. Mokona contou a ele que Lola tinha mencionado o tal do festival do macaco (sem a parte de Xysuke se vestir de macaco).

######################################################################################
OFF: Se Mokona vai contar a Xysuke sobre o beijo com Talim ou não, eu deixo a critério dela.
######################################################################################

Xysuke se dirigiu a Mokona, Ali, Lola e quem mais estivesse por perto naquele momento (talvez Harima já tivesse voltado), e deu seu voto.

- Xy: Eu acho que é uma boa a gente dar uma conferida nesse festival...o próprio mestre Lo Meng disse que uma tempestade se aproximava, e que não era uma boa idéia a gente viajar de avião agora, nessas condições. Ele até ofereceu a hospitalidade do templo pra gente passar a noite. A nova amiguinha da Lola parece estar contando com a presença de todos nós, e também não é como se precisássemos sair correndo, só porque temos uma dica que promete, com esse sábio da torre que parece ter as respostas que buscamos.

Sem perceber, repetiu as palavras de Mokona.
- Xy: ...Fora que nesses festivais sempre tem muita comida e mulher gostosa...  

Riu disfarçadamente, contendo uma leve hemorragia de nariz. (Erros semânticos propositais para tentar fazer a piada ridícula ter alguma graça.....a gente vê por aqui, apoio Rede Globo).

- Xy: Temos que ver o avião também. Levamos uma baita pancada de água dos dobradores quando chegamos, e caímos no lago. Mas não creio que tenha sido mais grave que a aterrissagem forçada de Seta-san na pensão. Nada que uma ou duas dobras de metal não resolvam, pra lataria ficar que nem nova....hein? Hein?
- chega perto de Ali e cutuca o braço dele com seu cotovelo.

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sex Ago 15, 2014 9:36 am

** Por favor, ouça isto ao ler **



** A conversa com Avatar Zhou havia terminado, novas metas, novos objetivos, fora uma conversa muito edificante, apesar de ter tido mais questionamentos, mas não me achei digno para fazê-los naquele momento, decidi observar os 'corredores' daquele local, que de tão vazio parecia estranhamente acolhedor, levantei-me e começei a andar, e como andei! Mas não me sentia fatigado, já estava distante de Ali e Avatar Zhou, a primeira coisas que me veio a cabeça foi... **

**troque a música por esta**



Harima: que lugar enorme, bem que poderia achar a saída daqui.

**Pisco e nesta piscada, as coisas mudam, estava num lugar absurdamente branco, tipo um sanatório, em um corredor, com várias portas e uma ao final dela, quando finalmente resolvo andar uma voz me diz**

Voz: Harima, a porta ao final deste corredor é o retorno para sua dimensão, porém não permitirei que saia daqui sem antes entender seu propósito em consertar e recuperar seu cajado, quero que abra todas estas portas, pois você está dentro do caminho da sua vida e de seu antecessor, Cristiano, e quero que até o fim dele este corredor continue como está, intacto.

** engulo em seco, temendo o pior **

Voz: abra a primeira porta, Harima.

**abro-a, vejo Cristiano chegando na pensão, sendo recebido por Lety, Pedro, Mary Jane e outros, quando ia para a próxima porta, uma explosão de sangue sai pela porta, manchando o corredor**

Harima: Mas o que... !?

**Vejo a morte de Yago e o ataque de Deadline, atordoado, saio dali e abro a segunda porta, e nem mesmo vejo o que tem lá, e o sangue já jorra pra fora outra vez, e então vejo a morte de Mary Jane**

Harima: eu tenho que sair daqui!
Voz: ainda não! Terceira porta!

**abro relutante a terceira porta, vejo o torneio de artes marciais, a aventura em okinawa, todas as mortes e as vezes em que fiquei do lado do mal, sendo um inimigo, um rio de sangue saia dali, de forma a formar um fio de 2 a 3 de dedos de sangue no local**

Harima: eu quero sair daqui!
Voz: abra a última porta.
Harima: não, eu não aguento mais!

**Ao abrir a última porta, vi minha chegada a pensão, todas as aventuras até agora(não dá pra listar todas, né?), as coisas boas e ruins, e um misto de água e sangue praticamente encheu o lugar até o teto, mas não estava me afogando, dentro daquela coisa, meu cajado apareceu e então ouvi**

Voz: pegue-o.

**Tomei o cajado, instantaneamente, a água e o sangue sumiram, o corredor estava limpo e as portas fechadas**

Voz: você fez o bem, sim, mas ainda há um lado negro que mancha seu corredor, sua missão, seu propósito em consertar e recuperar seu cajado, e que ali você terá a oportunidade de limpar seu corredor e deixá-lo como está agora, limpo e sem mancha.

Harima: e se eu falhar.
Voz: falamos sobre isto depois... solte o cajado e abra a porta de saída.

** eu soltei o cajado e abri a maçaneta, imediatamente, todo o sangue e água voltaram como uma onda, fechei a porta atrás de mim antes que me acertassem, quando a porta foi fechada, abri meus olhos, num súbito, assustado, porém, esclarecido, me levanto e ao sair dali, vejo uma movimentação, ouço Xysuke dizer: **

Xy: Eu acho que é uma boa a gente dar uma conferida nesse festival...o próprio mestre Lo Meng disse que uma tempestade se aproximava, e que não era uma boa idéia a gente viajar de avião agora, nessas condições. Ele até ofereceu a hospitalidade do templo pra gente passar a noite. A nova amiguinha da Lola parece estar contando com a presença de todos nós, e também não é como se precisássemos sair correndo, só porque temos uma dica que promete, com esse sábio da torre que parece ter as respostas que buscamos.

**Shuuji se aproxima de mim**

Shuuji: ta tudo bem, nii-san?(é tá tudo bem, e não tatu do bem! Very Happy)
Harima: Tá tudo bem, Shuuji, apenas minha dívida está no vermelho, e eu quero quitar isso logo.

**olho pra Shuuji, ele não entendeu, mas tenho certeza que Ali e Xy sabiam do que eu falava, eles também dever ter um preço de sangue a pagar, assim como Az**

Harima: vamos aproveitar o festival, Shu.
Shuuji: hai!

**Chego perto de Xysuke**

Harima: Com certeza vamos ao festival e digo mais! Deixo a comida e joginhos por minha conta! aproveitem a vontade! **mostro uma sacola cheia de grana**, eu tinha que vir preparado. : )

Shuuji: não sei não. ** shuuji se aproxima de Ali ** Ali-san, sei que é hora de relaxar um pouco e aproveitar o festival, mas prometo não importunar mais sobre isto, meu irmão é teimoso, mas ele voltou diferente da meditação, tem alguma ideia do que aconteceu com vocês?

**Continuem**
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sex Ago 22, 2014 4:45 pm

"Mokona está aguardando o resto do pessoal. Pra onde forem, ela vai junto! ^.~*

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Sex Ago 22, 2014 10:38 pm

Off: Desculpa a demora... Mas, é que comecei a trabalhar de novo e tem sido difícil ficar acordada x.X.
______________________________

Enquanto Lola repensava na resposta de Mokona, quando ela fora fazer outra pergunta... Meio que... Congelou...



Sabe aquele momento em que algo de estranho de repente do nada acontece e você fica com a cara mais de vácuo possível? Pois, então, fora assim que Lola ficara após aquela cena perturbante.
Parecia que Lola havia morrido por alguns instantes.

Choque mental... lol!  
Pânico... tongue 
Surpresa... panic 
Terror... medo 

Durante alguns minutos depois... Ficou pensando de quais formas Xysuke entenderia aquilo:

 Question 

1.: ACHOU BONITINHO?
2.: GOSTOU E PRETENDE APLICAR A TÉCNICA COM AS DUAS AO MESMO TEMPO?
3.: NÃO ENTENDEU NADA?

Logo ela chegou a uma conclusão. Mas, resolveu pigarrear e ignorar a situação do momento "vela" em que se encontrava assoviando para o além.

Depois do retorno mediúnico, profundício e literalício com um toque de mãe DINÁ... Os garotos pareciam retornar do mundo do além e analisar a idéia de irem para o festival.

- Se para vocês não tem problema... Acho que primeiro deveríamos descansar, e depois, seguir até o local... - Olha Ali. - Tem alguém aqui não homicida que sugestionaria um local para repousarmos um pouco depois dessa batalha fora da casinha? ¬¬

Continuem...

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Ago 28, 2014 1:59 pm

OFF: Desculpem aí a demora em postar, pessoal, mas acreditem, vai valer a pena, heheheheheheeh...

ON:
Doce como um Beijo


*Todos estávamos de volta do Mundo Espiritual. Pelo visto a jornada ao interior de suas próprias almas tinha sido bastante produtiva. Restava agora decidirmos o que fazer, mas pelo visto todos já haviam decidido.*


Xy: Eu acho que é uma boa a gente dar uma conferida nesse festival...o próprio mestre Lo Meng disse que uma tempestade se aproximava, e que não era uma boa idéia a gente viajar de avião agora, nessas condições. Ele até ofereceu a hospitalidade do templo pra gente passar a noite. A nova amiguinha da Lola parece estar contando com a presença de todos nós, e também não é como se precisássemos sair correndo, só porque temos uma dica que promete, com esse sábio da torre que parece ter as respostas que buscamos. (sussurra alguma coisa) Temos que ver o avião também. Levamos uma baita pancada de água dos dobradores quando chegamos, e caímos no lago. Mas não creio que tenha sido mais grave que a aterrissagem forçada de Seta-san na pensão. Nada que uma ou duas dobras de metal não resolvam, pra lataria ficar que nem nova....hein? Hein?



Harima: Com certeza vamos ao festival e digo mais! Deixo a comida e joginhos por minha conta! aproveitem a vontade! **mostro uma sacola cheia de grana**, eu tinha que vir preparado. : )

Shuuji: não sei não. ** shuuji se aproxima de Ali ** Ali-san, sei que é hora de relaxar um pouco e aproveitar o festival, mas prometo não importunar mais sobre isto, meu irmão é teimoso, mas ele voltou diferente da meditação, tem alguma ideia do que aconteceu com vocês?


Lola: Se para vocês não tem problema... Acho que primeiro deveríamos descansar, e depois, seguir até o local... - Olha Ali. - Tem alguém aqui não homicida que sugestionaria um local para repousarmos um pouco depois dessa batalha fora da casinha? ¬¬


*Meio tonto com todo mundo falando comigo, respondi a todos um por um... a começar por Lola, afinal as damas primeiro*

Ali: Bom, sahib Lola, acredito eu que todos mereçamos um descanso... se vocês não estiverem à vontade para dormir aqui no Templo, mesmo depois do que o Mestre Lo Meng falou, poderei tentar conseguir um alojamento na vila próxima daqui, onde vivem as famílias dos Dobradores de Água; é a única vila em quilômetros.


*Olho pra Xysuke*

Ali: Bem, o Festival do Macaco é uma comemoração anual aqui no templo e vizinhanças. Para falar a verdade, eu quis passar aqui no Templo primeiro justamente porque eu sabia que haveria o festival e poderíamos encontrar mais alguma pista... ou simplesmente aproveitar a festa. Afinal, apesar de importante, não é como se nossa missão fosse totalmente urgente, não é mesmo? Quanto ao avião, não se preocupe, ele foi feito justamente para aguentar as pancadas do Seta-san e muito mais... por isso que preferi emprestá-lo do que fretar um para nós. Os outros Dobradores que não estão muito machucados e eu tiramos ele da água enquanto vocês ajudavam os feridos, o avião vai estar pronto para partir a hora que quisermos.


*Olho então para Shuuji*

Ali: A jornada ao Mundo Espiritual é também uma jornada ao interior de nós mesmos, sahib Shuuji. Depois que encerramos a conversa com o Avatar Zhou, Xysuke e Harima ainda ficaram mais um curto período de tempo (que pode se estender por uma eternidade) no Mundo Espiritual, onde acredito que tenham podido descobrir mais sobre eles mesmos. Agora o quê, exatamente, só perguntando pra eles...

*Finalmente olho pro Harima e sorrio com sua oferta*

Ali: Não se preocupe, sahib Harima, não que iremos gastar alguma coisa apenas para participar do festival (embora, segundo a tradição, seria bom ajudarmos com alguma coisa lá, talvez cozinhando, arrumando ou participando da encenação), mas como fui eu quem arranjei esta viagem e estes problemas para vocês, é tudo por minha conta. Dinheiro pra mim não é problema.




*Mostro a Harima meu cartão de crédito, que comprei (e haja grana pra isso!) de um velho amigo que não poderia mais usá-lo (algum problema com identidades secretas ou coisa assim). Dinheiro REALMENTE não era um problema pra mim.*

Ali (guardando o cartão): Bem, se não se importam, vou procurar a Talim e me preparar para o Festival. Vejo vocês depois. Salaam Aleikum.

*Faço uma reverência e saio do salão principal, enquanto tento seguir o Ki de Talim. Havia muitos Kis fortes no Templo, tanto dos Hinata Warriors quanto dos Dobradores mas com a minha prática eu conseguia identificar todos. Qual não foi minha surpresa mquando vi Talim (vestida) jogando MUITA água na cabeça, várias vezes com um balde*

Ali (pensando): Ué... está se purificando por quê? Não é nem hora de rezar...


***

*Cerca de uma hora mais tarde, eu e Talim andávamos pela praça da vila próxima ao Templo, ambos vestidos com nossas melhores roupas (que estavam secas dentro das malas no avião; usando a Dobra de Água consgeui secar todas as nossas coisas imediatamente); havia até bastante gente lá, mais do que o normal, vindas de longe por causa do festival. Talim bufava e estufava as bochechas.*

Talim: Droga... quer dizer que eu fiquei jogando água na cabeça por nada?

Ali: Haha, como você é atrapalhada, Talim! Xysuke e Az haviam me contado um pouco sobre a natureza mística da sahib Mokona e eu também posso sentir o fluxo de energias nos chakras dela, bem diferente da maioria dos humanos (e se você tivesse treinado melhor também teria percebido isso). É óbvio que ela só pegou um pouco da sua energia emprestada, já que não quis atrapalhar a meditação do Xysuke. Ela nunca ia tentar nada romântico com você, o amor dos dois é forte demais para isso (além do que ela não me parece ser do tipo que gosta de garotas...).

Talim: Ela podia ter me avisado... foi o meu primeiro beijo...

Ali: Ah, não se preocupe com isso, é óbvio que esse beijo não valeu. Veja isso como se você tivesse feito respiração boca-a-boca nela (ou melhor, ela que fez em você, hehehe).

Talim: ...

*Talim e eu paramos no meio da praça, admirando a decoração. A Lua cheia já começava a nascer, embora ainda não fossem nem cinco da tarde e os raios de Sol combinados com a escuridão de algumas nuvens distantes enchiam o Céu de todas as cores possíveis; uma cena realmente linda. Coloquei uma mão no ombro de Talim e olhei em seus olhos.*

Ali: Seu primeiro beijo tem que ser com alguém que você ame e que também ame você, e de preferência com quem você esteja disposta a se casar. Aí sim vai valer.

Talim (pensando): A... alguém que eu ame...? E que também... me ame?! S-será...?

Ali: Ah! Olha só, Talim... eu quero que você feche os olhos...

*Talim olhou meu sorriso e seu coração bateu forte. Ela lentamente fechou os olhos, inclinou o rosto para cima e ficou esperando, esperando, esperando... até que sentiu algo macio e doce encostar em sua boca; era uma sensação diferente dos lábios de Mokona, mas... Ela saboreia por uns instantes que para ela pareciam eternos, até que sente algo entrar em sua boca e tocar sua a língua... Quando ela abre os olhos e percebe que está com um palitinho com três bolinhos na boca e eu estou comendo outro alegremente, enquanto olho as nuvens Uma vendedora próxima da gente vendia um monte de doces para a multidão.*



Ali: Humm, espetinho com docinhos da vila! Fazia anos que eu não comia isso! Deliciosos, né não Talim?


*Nem olho para ela enquanto falo isso, mas se olhasse teria visto uma cara inominável. O sangue sobe à cabeça de Talim, ela agarra uma das estátuas de pedra da vila e me acerta na cabeça com a força de um meteoro, fazendo uma cratera no chão.*

Talim: S-S-SEU... SEU... SEU MOLEQUE PRÉ-ADOLESCENTE IDIOTAAAAAA!!!




*Talim sai dali, pisando duro, indo para outra parte da vila. No fundo da cratera eu agonizo.*

Ali: Aiii... Ué... ela detestou tanto assim os docinhos...? 



Continuem...

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Ago 28, 2014 4:24 pm

** yare! Az-san, achei interessante o fato de todos falaram com o Ali, considerando que ele é o único que conhece o local, torna as coisas até mais verossimeis (serio que eu falei de verossemelhança? palavra do dia!) **

** Harima nota que dinheiro não seria necessário neste momento, e guarda suas finanças para necessidades futuras, afinal, vai saber... **

Harima: bem, é hora de aproveitar o festival! Estou doido pra comer um pouco, essa loucura toda me deu uma fome danada.
Shuuji: Hari-nii, vou dar uma volta no festival!



Harima: hai hai.

** vou em uma barraca de doces e compro alguns, sento em uma pedra e começo a comer enquanto assisto uma apresentação dos dobradores de água locais que não nos atacaram **

Harima: caramba, eles tocam pra valer, som interessante, bem, hora de me divertir!

** Harima foi em barracas de jogos, locais de oração, até tirou a sorte, e por sorte ele tirou 'boa sorte', já pensou se fosse mau agouro? ganhou algumas coisas, fez bons amigos, e até tentou aprender a dobrar água, mas o máximo que conseguiu foi erguer um tanto de água e deixá-lo cair sobre a própria cabeça, fazendo a alegria dos que estavam por perto. **



** Enquanto isso, Shuuji se sentia um tanto solitário, apesar de tudo, estava entre amigos, sim, mas ainda assim, estava só, era engraçado como o sentimento de ser um na multidão o alcançara com tamanha facilidade, quando vira, já andara boa parte do festival e se distanciara do resto do povo, querendo privacidade, concentrou-se para fazer seu Ki fluir como uma pessoa comum, para evitar ser seguido, viu um velho teatro chinês no qual estava vazio, pois as apresentações ainda começariam em cerca de 1 hora, mas resolveu ficar sentado ali, vendo o palco vazio, com a sensação de isolamento do mundo e um gostoso silêncio... **

Shuuji**sussurro**: Hikaro-nii e Hari-nii... vocês tem pelo que lutar: Lana, Luna, Seishin e Liriel, seus poderes e reencarnações, vocês com certeza são superiores ao seu irmão mais novo...

** Shuuji realmente não sabia que sentia, sempre tentara se afirmar como um kenji, um Hinata Warrior com seu poder(só tem um) e seu jeito desleixado, apesar de ser uma máscara para seus verdadeiros sentimentos, já era praticamente um homem e nem mesmo tinha sua vida definida, um keitaro 2.0! em parte sabia por que, desde que o feitiço do crescimento o atingiu(ele cresceu para 18 anos, quando tinha apenas 9), teve que amadurecer muito rápido, mas ainda sentia um vazio fora do normal... **

Shuuji: hunf... quem sabe?



** Naquele teatro vazio, Shuuji dirigiu-se ao palco, que ainda estava fechado com portas de folhas de arroz, esgueirou-se por detrás, dentro daquela escuridão, concentrou-se e deixou seu Ki fluir em forma de luz, concentrou-o em seu dedo, ligou uma velha caixinha de música e usou a luz para criar desenhos a esmo por traz daquelas porta, esvaindo sua tristeza em forma de arte, sem se importar com pessoas, lutas ou mais nada, naquele momento, era apenas ele e suas frustações em forma de luz **

** OFF: apenas o Shuuji está deprê, mas eu não! é que as vezes eu entro tanto no personagem que até me faz pensar se eu estou assim mesmo ou é o char! **

Continuem!
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Uchihara Sephiroth
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Ago 28, 2014 10:20 pm

( Postarei na casa de chá, já que... a larg deixou ele alone Very Happy )

_________________

Só o tempo vai dizer se você merece ou não viver a esse mundo... se ele não cumprir esse papel, eu mesmo o farei.
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Ago 31, 2014 1:27 am

OFF: Quando eu estava postando meus posts mais recentes, o Harima acabou postando também e acabei sem postar meu post mais importante; ele tem pouca relevância para a aventura das armas, exceto pelo fato de que mostra a localização de Lety-chan e Az. Porém, este post tem uma importância fundamental para o futuro da Pensão.

ON:

TEN-NO-RYU

"Nada é tão maravilhoso que não possa existir, se admitido pelas leis da Natureza." - Michael Faraday


*A milhares de anos-luz de distância da Terra e das aventuras de Xysuke, Harima, Ali, Mokona, Lola e os demais, completamente alheia aos perigos que aconteciam na Terra, uma nave singular singrava as estrelas. À bordo, apenas dois passageiros: Lety-chan e eu; a muitos anos-luz além do cinturão de Kuiper (fronteira do Sistema Solar) e de outras estrelas, nossa nave flutuava tranquilamente na imensidão infinita do espaço. Na verdade, Rai-Ohkih estava parado numa zona neutra e longe de qualquer estrela para repousar; apesar de ser uma nave, Rai-Ohkih era também um ser vivo e precisava descansar, então ele aproveitava aquela zona tranquila do espaço para dormir enquanto absorvia energia das estrelas distantes, e eu e Lety-chan também dormíamos. Mas nos sonhos, eu começo a ouvir as vozes dos meus amigos, como que me chamando (OFF: e estavam mesmo, nas primeiras páginas desta aventura). Era como se, ignorando todas as leis da Física, eu pudesse ouví-los a bilhões de quilômetros*

Ali: Az.
Mokona: Az...
Xysuke: ...Az...
Harima: ...Az...?

*De repente eu espirro e acordo. Esfrego o rosto, olho para o lado e vejo ela: minha amada esposa... Após tantas coisas que aconteceram, eu e Lety-chan finalmente havíamos nos casado. Minha felicidade era tanta que eu finalmente conseguia dormir; eu sofria há anos com dificuldades para dormir, mas nos últimos tempos eu conseguia dormir melhor até do que quando eu era um bebê, pois eu sentia que finalmente minha vida estava entrando nos eixos, graças a Deus e à Lety-chan. Mesmo assim, aquele espirro e os sonhos me acordaram e eu comecei a pensar na Terra e em tudo que já nos acontecera; tentei dormir de novo mas não consegui, era tanta coisa na minha cabeça naquele momento que eu não conseguia relaxar, então com todo o cuidado para não acordar Lety-chan eu me levantei da cama e caminhei até a ponte de Rai-Ohkih, onde uma sonda se ativou e começou a flutuar a meu lado, me escaneando, como era o padrão; aproveitei enquanto o robô fazia isso para contemplar um pouco as estrelas; embora estivéssemos numa zona neutra, era possível admirar toda a glória da Galáxia através das janelas da nave.*


*Ao fazer isso, me lembrei dos meses que passei perdido no espaço junto com Rai-Ohkih, fazendo esse mesmo tipo de observação; isso foi algum tempo antes de eu ir para a Pensão Hinata e conhecer Lety-chan e os demais, mas a sensação que eu tinha ao olhar as  estrelas agora era completamente diferente: enquanto naquela época eu estava desesperado, achando que nunca mais voltaria à Terra, hoje eu podia admirar tranquilamente a beleza do Espaço Sideral, pois não havia o menor risco de nos perdermos novamente (graças às melhorias em Rai-Ohkih e na minha própria experiência com navegação espacial). Foi por isso que eu insistira naquela viagem com Lety-chan; ela queria passar toda a Lua-de-Mel no Caribe enquanto eu insisti que a viagem espacial nos daria mais... privacidade, que era exatamente o que ela também queria. E o que nós precisávamos. Passamos então três semanas na Terra, duas delas no Caribe, e em seguida partimos para o espaço; em poucos dias chegaríamos a Jurai para uma visita rápida ao planeta, pois o que importava mesmo era a viagem, de modo que eu e Lety-chan pudéssemos finalmente ficar a sós e curtir nossa vida de casados sem ninguém nos incomodar (OFF: Se tivéssemos ficado na Terra, Az teria sido contatado por Ali e os Hinata Warriors para saberem sobre o Rei Macaco, e aí adeus Lua-de-Mel...). De fato, naquela nave eu e Lety-chan tínhamos tempo de sobra para nós dois, já que Rai-Ohkih não precisava de manutenção e conseguia viajar sozinho seguindo a rota (e ele não podia "espiar dentro de si mesmo" graças às salvaguardas ativadas, então eu e Lety-chan tínhamos total privacidade). Tínhamos mantimentos e água de sobra no compartimento de carga (além de morangos e champagne...) e um estoque imenso de cenouras para o próprio Rai-Ohkih (ele não precisava, já que consegue se alimentar de energia das estrelas, mas o glutão adora cenouras como o bom cabbit que é...). A sonda soltou um "bip", indicando que estava tudo bem comigo, voltou para sua prateleira e desligou. Dei uma olhada nos instrumentos do painel de navegação, e Rai-Ohkih também estava 100% bem. Aquela viagem seria boa para Rai-OhKih também, pois ele poderia finalmente reecontrar seus pais que ele não via há alguns anos. Por falar em pais, pouco antes de sair da Terra levei Lety-chan para conhecer meu pai que ficou muito surpreso não só pela visita, já que nós não nos víamos há anos, mas pelo fato de eu ter me casado; e também levei ela para ver o túmulo da minha mãe, que eu também não visitava há muito tempo. Antes disso fomos também visitar os pais dela (e não preciso nem dizer o quanto o pai dela ficou furioso com o casamento repentino e ainda mais por não ter sido convidado...). Olho novamente pela janela, na direção de onde viemos, e não consigo ver a Terra ou sequer o Sol; nosso planeta era tão grande do ponto de vista humano e aconteciam tantas coisas lá, era quase inacreditável no quanto ele era pequeno em relação ao restante do Cosmos.*

Az (sussurrando): A Terra... meu amado planeta natal... o quanto eu lutei para protegê-la até agora...

*Talvez alguém (incluindo eu mesmo) pudesse pensar que era egoísmo meu simplesmente sair do planeta de férias, mas não era esse o caso. Embora eu fosse um dos "defensores não-oficiais da Terra", eu também era um ser humano e precisava de um tempo para mim... ou melhor, para nós, pois eu não estava pensando apenas na minha felicidade mas também e principalmente na de Lety-chan, a pessoa mais importante do Universo para mim (e olha que eu conhecia boa parte do Universo!). Além disso, não era como se eu fosse o único capaz de defender a Terra; todos os Hinata Warriors tinham essa capacidade (e se alguém quisesse férias depois eu assumiria o lugar sem problemas), além de meus mestres e até o Ali. Além disso haviam os anjos, que também sempre estavam lá para nós; apesar do grande temor que eu sentia por sair por tanto tempo, não era como se a Terra corresse perigo imediato e em qualquer emergência eu e Lety-chan poderíamos voltar (embora isso só em ultimíssimo caso...). Ao pensar nos anjos, pensei também em Lelahel e Azrael; como eles estariam agora que também estavam casados? Suspirei. Minha cabeça estava realmente cheia, eu precisava esvaziar um pouco meus pensamentos se quisesse dormir, então sentei ali mesmo e comecei a meditar de forma a limpar minha mente. Estava quase entrando em transe quando aconteceu. Eu abri os olhos e me levantei imediatamente, assustado. Era impossível!*

Az: Há mais alguém na nave?!

*Olhei de um lado para o outro. Será que eu me enganara? Apenas eu e Lety-chan havíamos embarcado em Rai-Ohkih há quase uma semana e ainda não havíamos aportado em nenhum planeta (pretendíamos fazer isso apenas na volta de Jurai), era impossível que mais alguém houvesse embarcado! Mas então, de quem era aquela quarta presença que eu sentira? Tentei me acalmar. Nos meses em que eu e Rai-Ohkih estivemos à deriva eu cheguei a ter alucinações causadas pela situação, mas nunca havia me enganado em sentir uma presença desde que dominei o controle do Ki; além disso, não havia motivos para alucinar agora e a sonda indicou que eu estava bem de saúde física e mental. Olhei em todos os cantos da nave e cheguei até mesmo a olhar para fora, para ver se alguém ou alguma coisa estava no casco ou se alguma outra nave havia nos abordado, mas não encontrei nada. Apenas eu, Lety-chan e Rai-Ohkih, em toda aquela zona neutra do espaço, num raio de anos-luz. Mas então, de quem era aquela presença que eu sentira? Tornei a me concentrar, desta vez em pé e de olhos abertos. Sim, eu não me enganara, realmente havia mais alguém além de mim, Lety-chan e Rai-Ohkih, e a presença estava DENTRO da nave! Mas era uma presença pequena, inofensiva, com um Ki puríssimo... não podia pertencer a um germe ou micróbio, ou mesmo a um inseto, apesar de pequena aquela presença tinha um Ki tão intenso e refinado que só podia pertencer a um ser humano. Mas como? Olhei novamente em volta, então olhei para Lety-chan, que dormia tranquilmente. Como podia ser possível?! A outra presença vinha exatamente da mesma direção que Lety-chan! Corri até ela e a olhei. Nada debaixo da cama, nem no teto, a presença vinha de DENTRO dela! Afinal, o que significava aquilo? Um fantasma não teria Ki, então de quem era aquela presença extra que eu sentia vindo da Lety-chan? Seria a Lelahel? A Auryanna? O Ki dela havia se dividido em dois? Não, não era nada tão poderoso assim... era um Ki muito mais puro e suave...* (começa a tocar esta música:)



Az: O que é isso? Espera aí... Eu já senti algo parecido na Luna e na Lana, mas isso foi quando as duas... estavam... grávidas...

*Eu finalmente caio em mim. E caio ajoelhado no chão. Começo a chorar, como se fosse uma criança, mas não era tristeza o que enchia meu coração: era a maior felicidade que um homem poderia sentir*


Az (sussurrando): O... o que é isso? Estou... diante da grandiosidade do Universo... com estrelas, supernovas e planetas sendo criados à minha volta... e estou chorando... por algo que é fisicamente tão pequeno... menor que uma cabeça de alfinete... mas que para mim é maior do que minha vida... maior do que todo esse Cosmos...

*Chorei quase uma represa, enquanto me controlava para não acordar Lety-chan acidentalmente. Me acalmei e voltei a me concentrar no Ki, apenas para ter certeza. Não havia dúvidas: a presença de Lety-chan e... mais alguém. Uma alma recém-gerada, com não mais do que alguns dias de existência (provavelmente gerado ainda na Terra), pura como só um bebê poderia ser. Então isso explicava os enjôos que ela sentira (eu achava que era por causa da viagem espacial)... Eu queria correr, gritar, pular, segurar Lety-han nos braços e voar, mas tive que me conter, pois nada deveria incomodá-la agora. Não me atrevi nem a ligar a sonda para escaneá-la e ver se estava tudo bem com os dois, queria que ela estivesse bem acordada nesse momento. Eu precisava contar isso a ela, mas só quando acordasse; quem sabe se ela já não sabia? Dei um beijo em seu rosto e depois outro em sua barriga; sussurrei então algumas palavras*

Az: Não tenho como saber se você é menino ou menina, minha capacidade de premonição não é tão precisa assim... mas já posso sentir que seu futuro será grandioso... e eu prometo que sempre vou te proteger... farei de tudo para você ser forte... mais do que eu mesmo... sua mente, corpo e espírito serão como o Estilo do Céu ( 天の流 - Ten-no-Ryu falei esta última frase em Nihongo)...

*Enxugo o rosto. Em seguida, com cuidado novamente para não acordá-la (ou acordá-los), me deito na cama (afinal, aquilo conseguiu tirar todos os outros pensamentos da minha cabeça) e Lety-chan veio se aninhar em meus braços. Dou mais um beijinho em seu rosto*


Az (sussurrando): Aishiteru, Lety-chan... Ore wa futari-san daisuki. (Te amo, Lety-chan... Eu amo vocês dois.)


Continuem...

_________________






"Queira o melhor... mas prepare-se para o pior do pior."

"Que Deus tenha piedade da sua alma... pois eu não terei!!!"


Última edição por Azrael_I em Dom Set 07, 2014 8:28 pm, editado 1 vez(es)
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Xysuke e Mokona
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Set 03, 2014 10:49 pm

OFF: Pessoal, esse post é grande pois decidimos fazer via Skype, pra ser mais engraçado, então ele vale pelos posts de Xysuke e Mokona! Aproveitem que tá muito hilário!

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Depois de descansarem, Mokona achou próprio vestir uma roupa diferente para o festival. Estava ansiosa por poder passar algumas horas ao lado de Xysuke, e curtir o namorado... Nossa, fazia muito tempo que eles não saiam como namorados...




Ela foi encontrar Xysuke no grande salão principal do templo, para que fossem para o festival. Seu estômago roncava, e ela precisava comer.  Lembrou-se dos festivais japoneses de que havia participado, mas festivais chineses para ela eram novidade! Ia ser super divertido, e já que estavam ali, e ninguém mais tencionava matá-los, tinham mais que aproveitar.

Enquanto isso...

Xy: Yosh, é isso aí! Topo, topo, por que não? Vamo cair pra dentro!

--

Referência, pra quem não entendeu:



--

Ao contrário de Lola, que passou a olhar torto os dobradores e o templo após o ataque, Xysuke e Mokona aceitaram de bom grado os quartos que o mestre Lo Meng ofereceu a eles no templo (um pra cada um, diga-se de passagem). Xysuke pôde levar suas coisas para seu quarto temporário, tomar um banho na ducha que eles tinham ali (ducha de água fria, diga-se de passagem, já que a "ducha" eram simplesmente os 2 dobradores que foram acompanhá-lo no banho, jogando água nele), e vestir outra roupa. Estava entusiasmado por poder ter um encontro com Mokona, depois dessas ultimas horas difíceis. Eles mereciam um tempo a sós, e o Kali-Yuga podia esperar. Além disso, levar Mokona para ver o festival era uma boa maneira de pedir desculpas por ter feito ela ter que, literalmente, se desdobrar em 2 para cuidar da casa de chá e, ao mesmo tempo, acompanhá-lo.

Xysuke se lembrou de Ali e Harima, cheios da grana, e se sentiu o pobretão do grupo a2

Ao ter visto o cartão de crédito internacional de Ali, Xysuke teve uma sensação de deja vu......

Um certo homem....que uma vez ajudou seu mestre em uma batalha....




Enquanto se arrumava, ele pensava em tudo aquilo que tinha visto na sua breve ida ao mundo espiritual...

...por que, afinal de contas, ele viu aquele macaco estranho em uma das suas imagens? Qual era o significado daquilo?
Cada vez mais perguntas...resposta, que é bom, nada...
Bom, isso podia esperar.

Xysuke terminou de se vestir, pegou um pedaço de pau que tinha ali por perto, e se olhou no espelho.



Xy: YOSH!

Xysuke encontrou Mokona no salão e arregalou os olhos... ela estava linda com aquele vestido azul, parecendo uma conterrânea sua.

Xy: Flor, to pronto! Uouu!! Você ficou linda nessa roupa!!! Vou ter que ficar ligado porque certamente vão ter outros marmanjos secando a minha flor!!! a19

Mokona sentiu seu coração falhar uma batida. Xysuke estava lindo naquela roupa chinesa, que com certeza lhe caía muito bem (Mokona do futuro anotando lista de fetiches ^.~). Ela chegou próximo a ele, sorriu, segurou em sua mão e disse...

Mokona: Então vamos!

...seguido de um rugido de leão que era seu estômago roncando. Ela estava transbordante de felicidade. Umas férias não faziam mal a ninguém, e aproveitá-la com quem se ama, não tinha preço.

O casal se aproximou da entrada do festival, onde puderam ver um cartaz gigante escrito, em mandarim tradicional:

+-----------------------------------------------+
| 29º FESTIVAL DO MACACO DE ROZAN |
+-----------------------------------------------+

Olhando do lado de fora da entrada, já podiam se notar as luzes das barraquinhas (era noite) barulhos e pessoas indo e vindo, algumas vestidas de forma mais tradicional, para entrar no clima das festividades, de forma semelhante a como os japoneses usam a tal da Yukata nas suas festas.

Xy: - Festival do macaco então! Isso é ótimo! Agora sim, me sinto realmente em casa! Faz muito tempo desde a ultima vez que fui num festival do meu país natal, flor...e foi na época em que eu ainda estava no templo. De certa forma o Templo da Água me faz ter boas lembranças do Templo Ling Sheng Su, os dobradores me lembram muito meus irmãos, e o mestre Lo Meng, com sua sabedoria, me lembra muito...

O senso de humor de Xysuke mudou ao se lembrar de seu mestre. Ele resolveu mudar de assunto.

Xy: Vambora, que a noite é uma criança!

E saiu puxando Mokona pela mão.

Xy: Você está com fome, certo? O que gostaria de comer? Estou vendo que eles tem várias opções aqui! A propósito, flor, sabia que o yakisoba é um prato originalmente chinês? É um macarrão frito feito a base de sobá, uma massa, por sua vez, japonesa, que é feita a partir da farinha de trigo sarraceno. Aí, você frita esse macarrão, adicionando carne e legumes, e
- faz um bico de francês - voilá, tem-se o delicioso yakisoba tradicional. Mas, sendo praticamente uma "gourmiss", você provavelmente já sabia disso ^^' se não quiser yakisoba, podemos experimentar os espetinhos de bolinhos de peixe, frango, carne....ou alguma outra coisa que eles estejam servindo aqui...

Enquanto eles avançavam caminhando despreocupados pelo festival, e Xysuke contava como era feito o macarrão Chop suey, Mokona babava pelas comilanças a sua volta. Todos os barraqueiros ofereciam alguma comida para ela, e ela ia comendo o que aparecia. Quando Xysuke terminou de falar com aquele biquinho de francês, Mokona estava ligeiramente de boa cheia...



Xy: - a1 ....uou...acho que nem precisei me preocupar, você já se achou por aqui! Muito bom, flor, aproveitando ao máximo sua beleza e feminilidade pra ganhar as coisas de graça  a8 - Xysuke fez esse comentário ao observar como os donos das barraquinhas olhavam encantados para aquela menina, de aparência ocidental, vestida com as roupas do seu país. Mokona cativava os corações por onde passava - Está se saindo muito bem se tornando uma mulher humana, HAHAHAHAHA!!!

Xysuke comia animadamente um espetinho que o senhor de uma das barraquinhas tinha oferecido pra ele, enquanto caminhava de mãos dadas com Mokona. Achava uma graça como sua namorada era apaixonada por comida. No festival tinham diversos tipos de barracas, e obviamente que no país fabricante dos produtos dos 1,99 tinham que ter as barraquinhas de bugigangas.  Em uma dessas barraquinhas eles estavam vendendo uns pingentes de coração, que chamou a atenção de Mokona.



Ela comprou o pingente, que vinha com duas correntes para colocar no pescoço. Segurou firme na mão e puxou Xysuke para o meio de duas barracas, longe do fluxo do povo que andava por ali.

Mokona: Xy-kun, eu nunca consegui te presentar com algo que eu achasse apropriado, e agora eu finalmente achei alguma coisa que eu gostaria de te dar...

Ela pegou a mão livre dele, e largou o pingente preso na corrente. Mostrou o seu, ao lado do pingente dele, para que ele pudesse ver que formavam um coração. Ela estava trêmula, e muito feliz. Bochechas coradas.
Mokona: Eu vejo esse pingente como uma representação do nosso amor... somos um só coração, pra sempre...

Xysuke ficou emocionado com o presente que Mokona lhe dera, e com o significado profundo dele. Pegou Mokona e abraçou, abraçou, abraçou, apertou, apertou, apertou, girou, girou, girou, jogou pro alto, jogou pro alto, jogou pro alto...até que resolveu colocá-la no chão novamente.

Xy: - Obrigado, flor, eu adorei!!! Vou ostentar o presente que tu me deu pra todo mundo, quando a gente voltar, HAHAHAHAHA a10

Xysuke estufou o peito e bufou; em seguida colocou o pingente em seu pescoço e, como um agradecimento, se aproximou de Mokona, ergueu seu topetinho loiro e lhe deu um beijo um pouco acima da testa, na verdade, exatamente onde a pequena quantidade de fios loiros saía de sua cabeça.

Mokona ficou muito feliz por ele ter gostado do presente. Colocou o pingente no pescoço também, que se destacava no azul do vestido chinês. Ele aproximou-se de seu rosto, e ela ficou esperando um beijo nos seus lábios, mas lembrando-se que provavelmente ali não poderiam fazer aquilo, abriu os olhos de novo, e percebeu que ele levava a mão até seus cabelos. Ahhh, ele lhe daria um beijo na testa, boa idéia! Não era exatamente o que queria mas... mas... Mokona sentiu os lábios quentes dele logo abaixo do seu topetinho... e sentiu algo que nunca sentira antes. Ela sentiu um tremor saindo dali, passando por seu pescoço e descendo por sua coluna, como um choque. Sentiu as pernas bambas e ficou tonta com aquela sensação deliciosa.



Mas o que poderia ser aquela sensação???

Mokona: Aaahhhhnnnnn!!!!!!!!!! (gemido feminino de hentai sussurrando no ar do local, e ecoando por toda a China!)



Xysuke se afastou rapidamente, ao ouvir Mokona soltar um gemido estranho e inesperado.

Xy: a1

Ficou olhando para as pessoas ao redor, que olhavam estranho pra eles, e disfarçou.


Xy: Ahhh, o que foi, flor??? Está passando mal? Comeu Bolinho de peixe estragado???? - pegou a mão de Mokona - eu cuido de ti, não te preocupaaaaaa!!!!

Saiu arrastando ela entre a multidão, para um lugar mais distante, mas ainda nas dependências do festival. Quando já estavam em outra parte do festival, voltaram a caminhar normalmente.

Mokona: - Xy-kun, eu... não sei bem... seu beijo foi tão... quente... - ela apoiou-se nele, molhando os lábios com a língua. Ela precisava sentar em algum lugar, tomar um refresco... estava doente, só podia ser! - Eu preciso tomar alguma coisa... e sentar... gomene ^^ºº

Xy: Ok, ok!! - ainda meio nervoso e constrangido - tomar alguma coisa e sentar - olhava pros lados, buscando um banco e uma barraquinha de bebidas - tomar alguma coisa e sentar...sentar alguma coisa e tomar.....tengar malgusa toma e montar a13


Xysuke achou um banco e levou Mokona até ele, fazendo-a se sentar... em seguida, foi até o que parecia ser uma barraquinha de refrescos, pegou o primeiro que viu, entregou o dinheiro pro tiozinho e voltou correndo.

Xy: Tá aqui, flor, toma!

Abriu o pequeno frasco, colocou na boca de Mokona e o virou lentamente, enquanto a segurava firme com a outra mão. Só depois dela ter tomado uns bons goles, ele prestou atenção no rotulo do frasco....

+-------------------------------------------------------------------------+
| SAKE HARDCORE EXTREME LUST EDITION - 69% ALCOHOL |
+-------------------------------------------------------------------------+

Xy: .......OH SHIT!!!!!!!!! a1

Mokona tomou em um golão o refresco, e começou a tossir, pois era muito forte, e irritou a sua garganta demais da conta. Foi ficando vermelha, quase sem ar, abanando-se vigorosamente com as mãos, até que a ardência foi passando, e ela começou a sentir-se estranha. Sentiu como se seu coração estivesse na sua barriga, não, talvez um pouco mais para baixo, pois algo ali pulsava. Suas pernas e braços ficaram sem força, e o mundo começou a girar. Ela olhou para Xysuke, lindo a sua frente, e quis levantar para chegar até ele, e lhe dar um beijo. Ela precisava beijá-lo, AGORA! Fez força para levantar, mas precisou segurar-se no encosto do banco.

Mokona: - Zysuke... kun... meu lindo... fosse sabe que é o cara mais lindo dessas paradas??? Eu di amo dimaissss, ta sabendo... e eu quero... eu quero... te dar um beiço... AGORA MESSSSMO...

Ela falou isso e foi se agarrando nele, tentando beijá-lo a todo pano...



Xy: - M....M-M-M-M-Mo-chan!!!! @.@

Mokona estava bêbada, o efeito do sake tinha sido forte demais

Xy: Droga o que foi que eu fiz....embebedei minha namorada....qualquer um que passar por perto vai achar que eu quero me aproveitar dela!

Xysuke olhou para Mokona, enquanto a amparava e ao mesmo tempo evitava que ela caísse em cima dele, para evitar uma situação constrangedora......droga, ela tinhha que ficar tão linda, até mesmo neste estado? O rosto estava corado, ela começou a suar, a luminosidade do local sobre a pele suada dela deu um brilho especial...além disso, os seios dela pareciam maiores e pareciam que iam rasgar aquele vestido justinho a qualquer momento... Xysuke sentia isso ao senti-la tão perto dele, no banco, abraçando-o e se roçando nele como uma gata carente....

Xy: Ah, droga, ela está tão sexy assim que eu não sei o que faço, estou num conflito de ética agora @.@


Um anjinho com o rosto de Xysuke, do tamanho de uma miniatura de Saint Seiya apareceu no seu ombro direito.

- Se realmente a ama, não deve se aproveitar da sua fragilidade dessa forma, deve ampará-la.

Um diabinho com o mesmo rosto de Xysuke e do mesmo tamanho, apareceu à esquerda

- Vira homem, o pau mole!!! Agarra ela com tudo, aproveita a chance!!! Vocês dois querem isso, qual é o problema? Está esperando o que?

Xy: Ninguem chamou vocês dois, vazem daqui!!!!! ¬¬ estão mais atrapalhando que ajudando!

Anjo: - Que cara mais ignorante ¬¬ vamos?

Diabo: - Deixa ele se ferrar sozinho ¬¬ partiu jogar um soul calibur 5? eu vou ser o Kilik...


Os dois desaparecem em um PUFF...

Xy: Pronto, assim é melhor ¬¬"

Xysuke olhou para Mokona e lutou com unhas e dentes para não ficar reparando nos seus dotes femininos, acentuados por aquela roupa tão sexy, e que estavam cada vez maiores. Notou que o efeito luxúria do sake começava a passar, dando lugar ao efeito sono...Pegou um leque de abanar e ficou fazendo uma leve brisa no rosto de Mokona, para refresca-la... ja que abrir a roupa dela estava fora de questão!

Foi difícil, mas Xysuke conseguiu resistir à tentação...sua namorada já era bonita e sensual naturalmente....com o rosto vermelho e ousada daquele jeito então, minha nossa....faltou pouco para Xysuke fazer uma loucura, e estragar o futuro pedido de casamento!

Xy: - Flor, você está bem? Desculpe ter te dado sake...não prestei atenção u.u'

Xysuke fez mais uma besteira...não escolheu bem as palavras que ia usar a seguir.

Xy: - Eu NÃO queria fazer algo estranho contigo....eu JAMAIS tentaria fazer uma coisa dessas contigo.......eu NÃO tenho essas intenções contigo!!

Um vento soprou na frente deles, carregando uma folhinha, em um momento de silêncio...

Xy: Aliás, não, pera...o que foi que eu acabei de dizer!!! Esquece, flor...É EXATAMENTE TUDO O QUE EU DISSE, SÓ QUE AO CONTRÁRIO!!!....putz, piorou!! a13

Xysuke gaguejava.

Xy: O que eu quero dizer, flor.......é que eu te amo muito, e me preocupo contigo, acima de tudo, e não faria algo que te faltasse com respeito ou mexesse na sua liberdade - a conversa ia ficando mais picante, e Xysuke ficava corado e olhava pro lado enquanto ia falando - ..........se..........se formos fazer alguma coisa ¬¬"...........eu quero que seja em sã consciencia, e ambos nós dois querendo isso........entende o que quero dizer?

Mokona aos poucos foi sentindo que o efeito passava... Xysuke falara em Sake? Então aquele era o efeito do álcool no corpo? Mas parecia que no seu metabolismo (se é que um ser mágico tinha isso) a coisa não durava muito. Era por isso que Larg tomava sake com a Youko direto! Ela estava de pé na frente de Xysuke, que estava realmente constrangido, perturbado com tudo aquilo! Não parava de gaguejar. Ela tinha dado um show! Tinha queimado o filme de ambos, e começou a ficar com vergonha de si mesma, já que as pessoas que estavam ao redor deles agora cochichavam olhando pros dois... Xysuke começou a pedir desculpas e falar várias coisas que ela não estava querendo acreditar, mas aos poucos ele foi se acalmando, os dois muito próximos um do outro. As ultimas palavras dele a fizeram sorrir de uma forma marota, sua coragem sobrepujando sua vergonha...

Mokona: - Tenho certeza que você nunca ia fazer nada que eu não quisesse, pois eu confio minha vida a você. E sim, eu quero que nossa noite mais importante seja muito perfeita. Quero aproveitar cada segundo ao teu lado, descobrindo esse mundo novo que nos aguarda...

Xysuke voltou a olhar para Mokona.

Xy: ...Mo-chan...

Mokona: - Eu... quero muito que isso aconteça... eu andei estudando essa parte da vida humana... sabe... de onde vem os bebês, e a ana... anatototototomia humana... homens e mulheres... eu... eu... - foi ficando mais vermelha - Eu não fazia idéia de como eram os corpos dos homens... e... bem... eu... é... - ela foi falando, e enfiando o rosto no peito dele, morrendo de vergonha... como ela tinha chegado nesse assunto? - Bem agora eu sei como... como vocês homens são... e mais ou menos como a coisa toda funciona... então eu... huumm... err....

Xysuke fervia de cima a baixo. Seu rosto estava da mesma cor do seu cabelo, e vapor saia de suas orelhas. Sempre esteve acostumado a fazer piadas sujas com outras pessoas.......nunca pensou que falar sério sobre esse tipo de assunto com sua namorada seria tão diferente, tão...estranho. Estavam falando sobre coisas que iriam descobrir juntos em breve, quando a grande hora chegasse, quando acabasse o primeiro capitulo de suas vidas juntos, o capitulo que se iniciou com o beijo, e começasse o próximo capitulo, com o casamento e o passo seguinte que dariam, como adultos de verdade.

Xysuke se lembrou de Az e Harima, ambos já casados (e, sem que ele soubesse, ambos já papais xD) e começando a construir suas famílias. Olhou rapidamente para Mokona, aninhada em seu peito....quanto tempo mais ele a deixaria esperando? Há quanto tempo será que ela está na expectativa de receber aquele pedido dele? Até quando Xysuke e Mokona continuariam sendo o casal que "não andou ainda", que "ficou pra trás"? Essa espera devia estar sendo muito cruel para Mokona...mas ela, compreensiva como só, nunca quis tocar no assunto, para que Xysuke não se sentisse pressionado a nada, nem cobrado. Maldita vida de Hinata Warrior, que não nos dá um sossego para vivermos como pessoas normais e sermos felizes ¬¬

Xysuke achou melhor mudar de assunto e continuar aproveitando o festival, antes que os dois estrebuchassem de vergonha.

Xy: - E...então, vamos indo? Consegue caminhar?

Mokona: - Claro!! Consigo sim!! - que bom que ele parou antes que a coisa ficasse mais séria! @.@

Mokona caminhou um pouco a frente de Xysuke, tentando tirar o vermelho que sentia nas bochechas, e vislumbrou algo familiar no canto do seu olho direito.




Mokona: - Xy-kun... olha ali... parece uma das caixas que estavam no avião... será que alguém roubou/achou/pegou emprestado/a caixa está viva e se mexe???? (Começa agora o novo "CSI Hinata Sou" )

####################################################################################

OFF: esse post já tem uma continuação pré-programada. Aguardem, mas fiquem a vontade para aproveitar mais o festival ou fazer qualquer outra coisa que não seja seguir nossa viagem...AINDA. Vem coisa mais engraçada por aí.

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Makie-chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 04, 2014 5:16 pm

*Makie estava MORRENDO de tédio... Não acontecia mais nada naquela Pensão, que um dia fora a CASA DA MÃE JOANA, ONDE TODO MUNDO FAZIA O QUE QUERIA, E ERA UMA ZOEIRA TOTAL! Depois que a Lety-chan saíra de Lua de Mel (HALELUIA HELUIAAAAAAAAA), e vieram arrumar a Pensão que estava demolida, umas pessoas estrangeiras apareceram no pedaço. Ela sendo uma hóspede, não sabia de tudo, porém dava pra ver que aquele cara que aparecera por último era, SIM, cheio dos petróleos nos bolsos, e ele provavelmente transformaria a Pensão em seu resort Japonês...  (=S)

Tentou ouvir o que eles falavam, mas levou a pior com uma portada no nariz. Depois que seu nariz melhorou, ela estava dando uma banda pelos arredores da Pensão, depois do seu treino, e encontrou aquela menina muito bonitinha, e estranha, de cabelos vermelhos, sentada feito uma estátua na escadaria que levava para a Pensão... Como era mesmo o nome dela... Ah sim...*

Makie: - Acho que era Megane... hum... não... Shirlane... Atakane... Luane... Ariane... Aricunane... putz... não era tão grande... ou era? Agaliquemane... cravos-da-terra-do-rio-de-jane. Ahhhhhhh!!! @.@ Ah! AKANE!

Akane que estava sentada na escada, virou para ver quem falava, sem parar, atrás dela.

Akane: - Ah é você Power Ranger Pink...

Makie: - WOW! Você conseguiu descobrir minha identidade secreta???

Akane: - Pois é... Sabe de uma coisa, vou voltar pra Pensão e vou atrás da Oka-san...

Makie: - Tá atrás da Lola? Olha, ouvi pelo rádio corredor que ela ia viajar com aquele povo lá, e iam partir hoje mesmo!

Akane: - Yoshi! É esse então o meu destino! Preciso falar com ela, pois preciso ir com eles!  (agente)

Makie: - Ei garotinha, calmae... Não é assim “Vou viajar esse eh meu destino!” Teu destino é a escola, e ficar de canto por aqui! Não inventa moda!

Akane olhou para ela com cara de braba, e começou a subir os degraus de volta para a Pensão, resmungando:

Akane: - Ela vai ver quem é garotinha... Garotinha é o cara%$#@

Makie: - Ei Akane! Não inventa, vou contar direto pra Lola, e ela vai mandar tu ficar quieta em casa! Não foge! Akane-chan!

Akane, como toda boa criança de 11 anos, leonina, com 1/3 de sangue da Lola, e o resto de sangue de demônio, não daria ouvidos a alguém lhe MANDANDO NÃO fazer alguma coisa. Ela faria justamente o contrário. E Makie como defensora dos frascos e comprimidos, não iria deixar uma criança se meter em encrenca... encrenca em dobro! Akane chega próximo ao avião, tentando não ser percebida, pois no fundo ela sabia que se a Lola a visse, com aquele corpo de criança, ia mandar ela se catar e brincar de casinha. Ela entrou sorrateiramente no avião, se esgueirando para dentro do compartimento de carga. Ela precisava se esconder em algum lugar, pois depois se encontrarem a clandestina na viagem, não iam ter o que fazer a não ser aceitar sua presença! Makie entrou logo atrás dela, pois não iria deixar uma mera criança fazer o que bem entendesse!

Makie: - Akane! Akane?! – ela sussurrava, sem saber bem por quê.

Akane achou uma caixa grande, onde poderia ficar escondida até reaparecer no meio da viagem. Ela entrou na caixa cheia de cobertores (perfeito) e ouviu a voz da Makie.

Makie: - Ah você está ai, sua pestinha! Não vou deixar você fazer o que quiser! Só eu posso fazer o que eu quiser!

Akane: - Dá o fora, sua louca!

Makie chegou perto dela, pra puxá-la de dentro caixa. Porém Makie era uma adolescente pequena e magra, e Akane se equiparava a ela em tamanho e força. (Alias as duas pareciam ter a mesma idade ^^ººº )

Makie: - Sai daí Akane-chan! É sério, não vê que você não pode viajar assim?! É loucura! – Makie puxou Akane com força. Mas Akane puxou foi a Makie, que se desequilibrou e acabou se embolando pra dentro da caixa também. Akane sentou de joelhos, braços cruzados, extremamente certa do que estava fazendo. Makie sentou da mesma maneira, e tentou ganhar tempo, ou ganha-la na conversa! As duas estavam com as cabeças um palmo pra fora do limite da caixa... A tampa daquela caixa estava aberta, encostada somente em um pedaço de lona... O pessoal estava terminando de concertar a lataria do avião... um solavanco balançou todo o avião... A tampa se soltou...

Makie: - Vamos embora daqui antes que seja tard...

Akane: - Eu não vou a lugar nenh...

A pesada tampa de madeira da caixa fechou com todo o seu peso em cima da cabeça das duas... Elas viram estrelinhas e ficaram desmaiadas ali dentro.

Seta-san verificou todas as caixas e utensílios antes de viajarem. Fechou todas, prendeu para não desnivelarem o avião, e algum tempo depois eles partiram.
......
...
.

*Makie abriu os olhos e estava na escuridão total... OH MY GOD! Estou cega?! Ela tentou lembrar o que tinha acontecido, e lembrou de tudo… Uma raiva surgiu e ela procurou por Akane. Ela estaria bem?*

Makie: - Akane? Akane?

*Akane gemeu e começou a se mexer. As duas precisavam sair dali antes que o avião partisse! Ela começou a gritar por socorro e bater na tampa da caixa*.

Makie: - Socorro! Alguém nos ajude! Por favor!! Socorro!

Akane: - O que houve? O que... – então ela entendeu que elas estavam presas. Tentou empurrar a tampa da caixa, mas sem sucesso. Estava bem presa. Ela resolveu acompanhar Makie do berreiro. – Socorro alguém nos ajude!

Makie: - E se nos venderam para o mercado negro? Seremos escravas para toda a vida?  (=O)

Akane: - Seremos escravas dos youkais do vento... Dizem que eles tem o %$#@ maior de todos os reinos...  (^^')

Makie: - Hum... agora quem viajou foi você Akane!  (^^)

*Elas ficaram fechadas ali por um bom tempo até que ouviram vozes conhecidas*.

Makie: - Mokona-chan e Xysuke-kun? Estamos salvas! Daskete kudasaiii!!!!!!!!!

Akane: - Help, Help!!!

*Elas gritaram e bateram naquela caixa de madeira, desesperadamente! Ela estava quase viva!! Elas tinham que sair dali!!!*

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 04, 2014 10:37 pm

Off: Ameiiiiiii os posts da mana com o mano!!! Ri! xD Agora momento secsi abaixo!
_________

Linda e inocente?...

Embora tudo parecesse perfeito, Lola se sentia um pouco estranha ainda com a ideia de participar do festival. O templo em que se encontravam, estava sob o comando dos dobradores, os mesmos, aos quais ainda não confiava. Mei fora visitá-la por lá, afinal a jovem menina conhecia os mestres da dobra de água e tinha livre acesso nas dependências do lugar devido ao seu pai ser um grande amigo de alguns.

Mei: Oie! Vim te ver e te dar um presente! ^^


Lola estava admirando a vista do seu quarto e acabou se assustando com a entrada brusca e repentina da menina empolgada.

Lola: Como sabia que estaria aqui? ¬¬'

Mei: Porque eu vi a luta de vocês antes ué... O Grande mestre não é tão ruim assim... -.- Acreditei que ele os deixaria descansar por aqui até mais a noite. - Deixa uma caixa em cima da cama dela.

Lola: O que é isso? - Se aproximou abrindo de leve o objeto.

Mei: Um presentinho pra você! Era da minha mami... Mas, espero que sirva! Meu pai deixou que você usasse somente hoje a noite... A festa pode ser tradicional, mas, as vestimentas são desta época! ^.~ Depois venho trazer o teu script ok? - Vai saindo do quarto.

Lola: ESPER... - Fica sem jeito e sem palavras, resumindo no vacuo.

Nossa heroína HW resolveu então tomar um banho, ouvindo de longe a bagunça que se encontrava no lugar, muitas vozes e gritos de ordem, como que organizando os detalhes do festival. Ao sair do banho, agradece as jovens que a ajudaram no mesmo, e resolve por fim se vestir.


Lola se impressionou ao se olhar no espelho. Por um momento, uma súbita vergonha a fez lacrimejar, mas, se conteve escondendo sua pequena fragilidade dentro de si mesma. Havia uma fragrância em cima de uma mesa, um presente de Mei, um cheiro delicioso de rosas brancas agora perfumava a HW.

Lola: ... Não precisava de tanto... ¬.¬ Mas, já que é pelo festival... Só espero que ninguém ria de mim... Será que a Mei vai me trazer esse script a tempo? o.o... Ouvi as dobradoras falar que seria por volta das 21:30 da noite.

Ela sai do templo, e começa caminhar em direção ao festival, sem perceber começava a chamar atenção. Lola observava tudo friamente, mas, ao longo do caminho um sorriso singelo começava a surgir.


Danças lhe chamaram atenção.


E assim finalmente parou em um banco embaixo de uma linda árvore descansando um pouco os pés devido ao sapato um pouco apertado.

____________________________

Continuem... huhuhuh...

Obs.: Hoje só com a Lola galera, depois continuo com o resto!

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Zhero Kuratami

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 04, 2014 11:28 pm

Encontro inesperado

Ele estava caminhando perto da pensão, a noite estava escura e fria, o local parecia estar vazio, o que o deixou desanimado e chateado pelo esforço que ele havia feito para chegar la. Voltando para a estação de ônibus, ele caminhava lentamente coma sua cabeça baixa observando o chão enquanto andava, pensando nas coisas em que seu mestre dizia a ele a muito tempo atrás.

* Momento flashback de sua memoria *

Ikuma: - Meu jovem aprendiz... agora você está pronto para desvendar os mistérios do mundo.

Zhero: - Mas mestre... Eu acho que eu ainda não estou pronto para isso... Pretendo treinar mais aqui ! Afinal... este é o meu mundo, não pretendo sair daqui tão rápido.

Ikuma: - Meu jovem, meu tempo aqui neste lugar está curto, já lhe ensinei tudo que eu sei e sei que você vai ter sucesso lá fora. Seja você mesmo, o tempo lhe dará as respostas para as suas dúvidas.

Zhero: - Mas mestre...

Ikuma era um senhor de idade muito sábio, passou e viajou o mundo todo em busca de relíquias espirituais, acessórios com poderes inimagináveis e outras raridades que a terra lhe oferecia. Em sua última busca, Ikuma descobriu um dos maiores segredos escondidos na face da terra, uma pequena adaga no qual tinha o poder de usar o poder espiritual de antigos guerreiros da terra e do mundo espiritual.

Zhero foi encontrado por Ikuma em um pequeno vilarejo enquanto ele viajava, o pequeno Zhero era conhecido e famoso na vila, por conseguir falar com espíritos que ainda vagavam sobre o vilarejo, ajudando-os a se comunicar pela última vez com a suas famílias.

Ikuma se interessou pelo pequeno jovem e então propôs a sua família que iria leva-lo para sua casa para treinar seu dom, iria alimentá-lo, educa-lo de sua forma. A família desconfiou um pouco, mas logo aceitaram pois eram pobres e não teriam condições de cria-lo por lá.

A jornada de Zhero começa, desde os seus seis anos de idade, começou a treinar suas habilidades espirituais com Ikuma, dia e noite parando apenas para comer, tomar banho e dormir. Longos vinte anos se passam e Zhero está pronto para encarar o mundo. Ikuma passa a pequena adaga que achou em suas descobertas e então lhe ensina a última coisa.

Ikuma: - Zhero... Sua jornada será difícil, encontrará várias dificuldades em sua jornada em busca do que quer, mas vou lhe ensinar a última coisa que sei... - Ele leva sua mão velha e enrugada até o peito de Zhero e então fechou os olhos. - Não deixe seu coração puro se corromper, os espíritos estão ao seu lado e se isso acontecer, eles vão te abandonar ...

Zhero: - Sim mestre... Mas... por onde posso começar ? - Ele coloca a adaga em um pequeno suporte feito para o abjeto em sua cintura enquanto falava.

Ikuma: - Vá até a china, lá existe um pequeno templo escondido aonde dobradores os guardam com suas vidas. Lá você vai  encontrar a resposta que precisa... Agora vá ! - Ele dá um pequeno empurrão em suas costas para a fora da casa. - Siga o seu rumo... viva a sua vida agora... e respeite os espíritos.

* Fim do flashback *

Após se lembrar da conversa com seu mestre e de seus ensinamentos, ele arruma sua mochila em sua costa e então resolve pegar o próximo voo para a china enquanto ele pegava o ônibus para o aeroporto. Chegando ao local, ele sem pensar duas vezes, saca seu dinheiro e logo compra as passagens. Dez horas se passam e então ele chega a china e logo pega um ônibus próximo a Rozan, e da parada, foi caminhando além das montanhas em busca do local.

Depois de algumas horas, ele encontra vestígios de luta por perto, logo deduz que lá seria o caminho certo a se seguir.

Zhero: - Que coisa... o que houve por aqui ? - Ele ouve alguns passos se aproximando .

??? : - Um pequeno engano... nada demais . - Ele aparece entre algumas rochas escondidas.

Zhero: - Engano ? Bom... Já que você está aqui... Pode me ajudar ? - Ele mostra um pequeno mapa com as localizações riscado em vermelho e uma pequena assinatura sobre a ponta superior esquerdo em azul.

???: - Bom amigo... Acho que você é o enviado de Ikuma... vou lhe ajudar a chegar no templo e me perdoe por não me apresentar... Sou chamado de Wei Zhung, me siga .

O rapaz o leva por caminhos estranhos e as vezes ocultos até chegarem ao templo, o local era rochoso e cheias de cachoeiras. Chegando ao local, ele olha em volta impressionado com toda aquela estrutura que se encontrava .

Zhero: - Se não se importa... o que vocês são ? Pelo meu ver são... dobradores, certo ? Meu mestre me disse isso uma vez, que o templo era guardado e protegido por dobradores...

Wei Zhung : - Sim, somos dobradores, dobradores do elemento água. - Ele falava enquanto passava por um corredor que levava até a porta do templo.

Zhero: - Ah... Mas o que meu mestre fez para vocês respeita-los tanto ?

Wei Zhung : - Ele nos devolveu um certo tesouro que foi roubado e perdido... uma certa relíquia, resumindo... uma relíquia do bastão rei macaco.

Zhero : - Nossa. - Ele se surpreende com a resposta e com o tamanho do local.

Wei Zhung: - Bom... Fique a vontade, haverá um pequeno festival hoje, se quiser ficar por aqui esta noite, está convidado. Botarei sua mala no quarto superior, apenas mantenha a voz baixa por favor .

Zhero : - Claro claro. -  Ele dizia enquanto ia saindo do templo.

O ar de fora estava fresco, estava quase de noite, então ele resolve dar uma descansada perto de uma arvore, porem havia uma mulher que estava lá, e sem vergonha algum, resolve puxar alguma conversa para se distrair.

Zhero : - Ahm... olá ? O que fa... - Ele para de falar ao ver a ponta da marca na costa da mulher. - Será que você... - Ele retira a adaga do suporte de sua cintura e então solta um pequeno sorriso. - Tenho um amigo que me dizia histórias sobre uma pequena garota valentona... que descreve perfeitamente o seu... jeito. - Seu olho esquerdo começa a brilhar em um tom avermelhado - Um amigo chamado... Kuromaki . - Um vento forte passa sobre os dois, balançando a árvore violentamente, fazendo várias folhas caírem. Uma voz diferente sai dos lábios de Zhero, uma voz que podia ser familiar para aquela mulher. - Não é mesmo... Pequena fera.


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Off : Pronto, cheguei, Very Happy ( Editado, perdão pelo erro e pelo exagero da forma em que cheguei ao local, qualquer coisa, se estiver errado novamente, me manda um pm por favor ! )

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Xysuke
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Dom Set 07, 2014 9:36 pm

Mokona: - Xy-kun... olha ali... parece uma das caixas que estavam no avião... será que alguém roubou/achou/pegou emprestado/a caixa está viva e se mexe????

Xy: Provavelmente, essa caixa se soltou de dentro do compartimento de carga, quando o avião foi atingido pelos dobradores e caiu na água. A correnteza do rio próxima ao templo deve tê-la trazido para os arredores deste vilarejo, e trouxeram a caixa pra cá.

Xysuke percebeu que a caixa estava próxima a uma barraquinha de achados e perdidos. Os dois se aproximaram.

Xy: O que será que tem aqui dentro?

Ao se aproximar, o casal pôde ouvir vozes vindas de dentro da caixa, pedindo por socorro.

Makie: - Mokona-chan e Xysuke-kun? Estamos salvas! Daskete kudasaiii!!!!!!!!!

Akane: - Help, Help!!!

Xy: Peraí, que vozes são essas????

Xysuke pegou emprestado um Guan Dao de uma barraca de amostra de armas que havia por perto, e o usou como se fosse um pé de cabra, para desprender a tampa da caixa.

Xy: Flor, me ajuda aqui!

Os dois seguraram firme no cabo da lança.

Xy: No três, flor!




Yī...




Èr...




...........SÃN!!!!!!!!!!!!!

Makie e Akane ouviram a contagem, e deram um encontrão de baixo pra cima na tampa, para ajudar, em sincronia com o movimento de Xysuke e Mokona para abrir a caixa do lado de fora. Não se sabe bem o porquê (como diria Mokona, coisas de Seta-san), mas a tampa da caixa tinha dobradiças do outro lado, então a tampa se abriu com tudo, deu a volta na caixa e foi parar lá atrás, como se a caixa fosse um baú, quando as cabeças e os corpos de Makie e Akane, escabeladas, suadas, sujas, com olheiras e o rosto horrível, surgiram, como assombrações, dando de cara com Xysuke e Mokona.

Xy: AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!
Mokona: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!
Makie: AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!
Akane: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Xy: AAAAAAaaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH!!!!!
Mokona: AAAAAAaaaaaaaaaAAAAAAAAAaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!
Makie: aaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!!!!!
Akane: AAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Xy: aaaaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!
Mokona: AAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaHHHHHHHHHHHHHHHHhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Makie: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!
Akane: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!

...
...
...








...
...
...

Após a gritaria toda, Xysuke deu alguns passos para trás, e acabou trombando na pequena Mei Lin Iao, que vinha caminhando perto deles e ficara parada ao ouvir a confusão toda. Ela trazia consigo um punhado de folhas de papel.

@ ->->->->.<-<-<-<- a20
...........................................................................

   @ ->->->.<-<-<- a20
...........................................................................

      @ ->->.<-<- a20
...........................................................................

         @ ->.<- a20

(***BONK!!!!!!!!!!!***)

clown ................................ a13

Xysuke: Itte!!!

Mei Lin: Ittai!!!!!!!!

Com a batida, as folhas de papel que Mei Lin carregava voaram por todos os lados.

Algumas caíram dentro de uma fogueira que algumas pessoas haviam feito no chão, próximo de onde estavam, assando espetinhos.
Algumas caíram dentro do aquário de uma barraca de jogo de pescaria.
Algumas caíram dentro de uma máquina de algodão doce.
Algumas voaram para perto de um artista de rua que engolia e cuspia fogo...ele deu uma baforada de dragão justo quando as folhas passaram na frente dela, transformando-as em cinzas instantaneamente.

Uma pessoa usava um banheiro público ali perto.

Pessoa: Estou sem papel. Alguém???

Algumas folhas entraram por baixo da porta.

Pessoa: Obrigado!

...
...
...

Mei Lin viu aquilo e se apavorou. Levou as mãos à cabeça e arregalou os olhos.

Mei Lin: ESSA NÃO!!! O SCRIPT!!!

Xy/Mo/Ma/A: Script????

Mei Lin: O script para a peça da jornada ao oeste, que será encenada no festival! Dias e dias de trabalho jogados fora T.T! Eu estava de responsável por cuidar dele, e de levá-lo ao local da peça! E agora?

Lola e Zhero chegaram ao local, atraídos pelo barulho da confusão toda.

Lola: Mei Lin?

Mei Lin: Lola?

Zhero: "Mei Lin"?

Xysuke: Mei Lin?

Lola: Xysuke?

Xysuke: Lola?

Akane: Lola?

Lola: Akane?

Mokona: Lola?

Lola: Mokona?

Xysuke: Mokona!

Mokona: Akane!

Zhero: Lola!

Lola: Zhero?

Xysuke: "Zhero"?

Zhero: Xysuke?

Mei Lin: Xysuke?

Mokona: Zhero?

...

Chuck Norris: Chuck Norris....

...

Nisso, os olhos de Makie brilharam. Com sua agilidade de ginasta olímipica, ela deu um salto ornamental de dentro da caixa, dando alguns giros e piruetas no ar, até pousar no meio do pessoal, em uma pose semelhante a esta:



Makie: Não se preocupe, pequena menina chinesa. Eu, Sasaki Makie-chan, vulgo Baka Ranger Pink, defensora dos frascos e comprimidos, tenho a solução para o seu problema.

Mei/Xy/Mo/A: ??????

Makie: Nós providenciaremos e encenaremos uma épica e emocionante peça "Jornada ao Oeste", com narrativa improvisada por esta que vos fala, e todo o talento de atuação dos moradores da Pensão Hinata. Enquanto falo isso pra vocês, uma seção do meu cérebro já começou a girar as engrenagens e pensar em um enredo envolvente e cativante!

De fato, o cérebro de Makie-chan estava mais ou menos assim, neste momento...



Mei Lin fez cara de quem não entendeu nada.

Mei Lin: Mas, Makie-chan, como vocês vão fazer uma peça improvisada e com narrativa de última hora, em tão pouco tempo? O que eu digo pro narrador e atores originais, que devem estar chegando a qualquer momento?

Makie cruzou os braços, baixou a cabeça e riu baixinho.

Makie: Minha querida....você ainda não conhece os Hinata Warriors.....fazemos questão de compensar o estrago que fizemos, resolvendo esse problema pra vocês. Vocês podem relaxar e aproveitar na primeira fila. Temos tudo sob controle.

Xy/Mo/A: ....temos???

Mei Lin: ???

--

Passagem de tempo

--

Make (vestida como narradora e anfitriã no palco): E agora, senhoras e senhores, nós, do grupo de artes Hinata Tabajara Corporeichons, temos a honra de apresentar a vocês...........A VERDADEIRA JORNADA AO OESTE, DIRECTOR'S CUT!!!! Minha querida assistente de palco, por gentileza!

Akane: Ha...hai! ¬¬"

Akane puxou uma corda, e uma cortina atrás delas se abriu. As duas foram uma para cada uma das laterais do palco, estendendo os braços na direção do centro do palco, onde o elenco principal se revelara.

Makie: Com vocês..........SUN WU KONG, O MACACO!!!!

Xy (vestido de macaco): Como diabos isso aconteceu??? @.@

Makie: Zhu Bajie, o porco!

Mokona (vestida como uma linda porquinha): Makie-chan...T.T

Makie: Xuan Zhang, o monge!

Zhero (vestido como um monge): Como diabos viemos parar aqui....

Makie: Sha Wujing, o ogro!

Lola (vestida como uma ogra): .......alguém me mate....

######################################################################

OFF: Aguardem a terceira e última parte desta confusão no festival...em breve

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Seg Set 08, 2014 5:54 pm

**no moves to harima**
___________________________________________________________________________________________________________

** Shuuji estava deveras deprimido, confuso, seu coração não sabia direcionar seu caminho e apenas quando encarasse as coisas de frente, poderia resolver o vazio em seu coração **

Shuuji: eu vou me abrir com Hari-nii, quem sabe ele me entenda... não, não pro meu irmão, preciso de alguém com um pouco mais de sensibilidade... Mokona! É isso eu vou contar meus pensamentos pra ela, ela é mulher, deve entender dessas coisas! ok... **respira fundo** ... vamos lá.

** Shuuji sai decidido do teatro, mas vê que as pessoas não chegavam pra ver 'Jornada ao Oeste' e nota um movimento mais a frente **

Shuuji: Palco improvisado? Vai ver ficaram com medo de entrar pq tinha um maluco lá (no caso eu). Bem, não me fará mal assistir uma peça antes de conversar.

** Shuuji vai até o local e consegue um lugar quase no meio do povo, se assenta e ve o início da peça, mas então o choque... quando uma garota é puxada ao palco para apresentar o show, seu coração gela, e ele só consegue sussurrar um pequeno e fugaz som... **

Shuuji: A..a. Akane...

Continuem!
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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Set 10, 2014 10:20 pm

Off: Gomene Az pela demora, aqui vai galera a versão da Lety Chan sobre a novidade! ^.~

________________________________

Destino...

"Levamos muito tempo para renascer neste mundo. Por diversas vezes, em todas as vidas em que já passei, esperei por esse momento. Um momento único, que já poderia suspirar novamente, sentindo o verdadeiro prazer de desfrutar de algo mais importante que o dinheiro ou qualquer bem material. A vida em todas as que tivemos, foram muita curtas. Sentimos na pele, não uma, mas diversas vezes. Nossos corpos foram dilacerados, esmagados, ameaçados por apenas nos amarmos.

Meu medo sempre foi nunca poder voltar a sentir esse sentimento. Ser literalmente tragada pela força do medo e do desespero por desconhecer a maior força e benção que Deus pode nos dar. O pecado nos levou a diversos sacrifícios, minhas lágrimas não secariam facilmente, mas, agora... Eu posso dizer... Eu consegui... Nós conseguimos... Enfim eu estou aqui... Enfim eu estou livre para reencontrar e desfrutar de seu amor...

Agora nós somos livres, e se tivesse que passar novamente por tudo que passamos... Somente para te reencontrar... Não há dúvidas... Eu iria..."



Após a cerimonia, uma zorra total e divertida onde o buquê havia caído FINALMENTE NAS MÃOS DA MOKONA CHAN (Te responsabiliza mano!), o casal se despediu de todos e seguiu para sua enfim "Lua de Chocolate gostoso" (não gosto muito de mel, já que sou chocólatra huhauha).

E então...

Um momento único, apenas dos dois.
Uma nova chance de recomeçar o que nunca fora lhes dado a oportunidade de iniciar.
O ambiente perfeito. As luzes perfeitas, e um universo inteiro para explorar completamente sozinhos... Enfim.

Um quarto, um único desejo de se unir: corpo, alma e entrelaçando por fim seus corações.
Um toque suave, um deslizar de roupas lentamente, um beijo delicado... Um arrepio.
O sorriso singelo transformado, ao remover o medo de uma primeira vez...

O contato entre os corpos, um calor...
De repente o suor...
Uma música lenta que embalava de fundo, ensinando-os a se conhecer...
O prazer transformado em uma paixão ardente que tomava conta de ambos; o que sempre existiu.
Os gemidos e por fim a sensação de começar algo novo.

As lágrimas que percorriam a face dela, extinguia por fim toda a dor de um passado, todo um medo... Toda uma felicidade reconquistada.

E assim uma nova vida fora gerada.


Quando ela despertou um longo tempo depois, vira um Az emocionado, sabia que havia acontecido alguma coisa até sentir que havia algo diferente nela mesma. Uma certa náusea e uma pequena tontura. Seu corpo um pouco febril... Ela tocou em seu próprio rosto. Ainda coberta pelos lençóis, fora deixando correr por sua pele branca até seu ventre expondo seu corpo perfeito diante dos olhos de seu marido. Ela rapidamente se emociona ao sentir aquela presença ainda pequenina dentro de si, finalmente entendendo o que ele tanto a observava.

- Um filho...?! - No começo uma pergunta e uma afirmação, mas, logo ela se jogou nos braços dele chorando de alegria agradecendo a Deus pelo presente que lhes dera. - Meu Deus obrigada, obrigada por nos perdoar!

Em algum lugar, um tanto próximo deles, Lelahel sorria, ao lado de Metatron com satisfação pelo dever cumprido.

- Eu não sei ainda qual é o sexo... Mas, se for um menino... Será Ryu. - Enquanto falava isso colocava sua mão e a de Az junto em sua barriga e ria-sorria-chorava ao mesmo tempo. - Esse finalmente é o nosso começo.

Continuem... ^.~
(ADOGO EMOÇÕES FORTES AUHAHUHAUAHUA Very Happy)

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"Onde a mais pura criatura vive, fica no oceano, que tocando levemente a terra, ostenta formas as margens do teu olhar. Anjo concebido do amor puro, proteja a quem me visita, a quem participa, pois aqui é o nosso lugar!"

Sempre que posso estarei com vocês!

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Set 10, 2014 11:04 pm

Off: Depois de 5 mil anos... Exagero... Vou postar a resposta da minha Diva-Musa-Deusa-Fodástica preferida pro meu Home! ahauahauhauau.

__________________________________

ANTERIORMENTE...

Encontro...
(E não é com a Fátima Bernardes)

Zhero: "- Ahm... olá ? O que fa... - Ele para de falar ao ver a ponta da marca na costa da mulher. - Será que você... - Ele retira a adaga do suporte de sua cintura e então solta um pequeno sorriso. - Tenho um amigo que me dizia histórias sobre uma pequena garota valentona... que descreve perfeitamente o seu... jeito. - Seu olho esquerdo começa a brilhar em um tom avermelhado - Um amigo chamado... Kuromaki . - Um vento forte passa sobre os dois, balançando a árvore violentamente, fazendo várias folhas caírem. Uma voz diferente sai dos lábios de Zhero, uma voz que podia ser familiar para aquela mulher. - Não é mesmo... Pequena fera?"

Ela não estava ouvindo o começo do papo daquela pessoa estranha que se aproximara dela. No entanto não se sentia ameaçada de alguma forma, havia algo naquela presença, junto a dele, que ela não conseguia decifrar. Mas, ao ouvir o nome de seu pai e as palavras que ele dizia quando ela era criança, Lola se pôs de pé, e caminhou ferozmente na direção daquele homem o encarando de perto, demonstrando desgostar daquela "sabedoria".

- Você têm alguns minutos para me dizer... QUEM É VOCÊ E COMO VOCÊ CONHECEU O MEU PAI? - Ela estava um pouco assustada e incrédula, por um momento seus olhos avermelhados refletiam um pouco a sua dor pequena que ainda existia em si.

Ela não gostaria que qualquer pessoa invadisse suas memórias, e a fizesse relembrar o passado, era doloroso demais, mesmo que ela tenha sido inocentada pelo fato de ter cometido o assassinato provocado pelo pai de Xysuke (Sao Kumi).

Continua o anteriormente com o Zhero...

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qua Set 10, 2014 11:50 pm

Continuando...
( Você pensou que ia ter uma frase cômica aqui, se enganou ! )

Lola:- Você têm alguns minutos para me dizer... QUEM É VOCÊ E COMO VOCÊ CONHECEU O MEU PAI? - Ela estava um pouco assustada e incrédula, por um momento seus olhos avermelhados refletiam um pouco a sua dor pequena que ainda existia em si.


Lentamente seu sorriso ficava mais aparente, a lamina de sua adaga crescia, ficando idêntico a de uma katana formando os Kanjis de Luz e de um Dragão serpente no cabo do mesmo. Uma pequena chama avermelhada nascia e crescia em volta da espada, tornando-a luminosa.

- Sou a pessoa que os humanos odeiam... - Ele ri enquanto olhava a espada - Sou aquele que Herdou os poderes de seu pai, com o seu... espirito. - Em suas costas, um brilho de Dragão serpente nascia em vermelho, queimando a sua pele e lhe causando uma dor profunda. - E pelo jeito, ele me aceitou... - Ele ri enquanto sua sofria dor e caia de joelhos sobre o chão.

Aos poucos ele se levanta do chão, levanta a espada para o céu enquanto seus olhos se fechavam.

- O kami lendário... - ele olha para os kanjis na espada. - Seu pai... tinha muito orgulho de você... Lola. - Ele leva seu olhar para ela - Tinha não... Ainda tem. - A chama da espada fica mais forte como se ela tivesse vida. - E ele... não te culpa por você ter feito aquilo... Ele sabe que não foi sua culpa e te entende...

Um vento forte novamente passa por eles, derrubando mais folhas sobre o ar, quando sem saber por onde, o espirito de Kuromaki aparece ao lado de Zhero .

- Lola... - Ele olhava sério - Você cresceu... e ficou mais forte, mas não o bastante... ainda tem medo da culpa em suas costas... - Ele fecha os olhos e leva a mão até o ombro de Zhero. - Eu te dou o meu perdão, não se sinta culpada pelo o que você fez, apenas siga o seu caminho e honre o seu sangue! - Ele abre os olhos e então olha para Zhero fazendo um sinal positivo com a cabeça enquanto sumia.

Continue!

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Lola Chan

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 11, 2014 12:26 am

Continuação do anteriormente...

Ela se surpreende com aquela revelação, embora acreditasse não ser real, mas, como nada é impossível para a experiente familiar de pessoas como poderes incríveis, ela por fim se deu por vencida.

- Pai?... Mas, como... ? Eu... - Ainda confusa, ao ouvir tudo aquilo tentou engolir a força as lágrimas que brotavam de seus olhos arregalados pela surpresa. - Eu sei... Eu sei, eu tentei superar isso... Mas, ainda... Sinto sua falta e sinto muito...

Apesar de todo aquele tamanho, personalidade forte, ao tocar nessa parte de seu passado ela se tornava diferente. Após, aquela breve conversa, ela o vê aos poucos desaparecer fala uma ultima vez que o amava, o que a deixa um pouco nervosa, mas, logo descobre que aquele homem a sua frente realmente era poderoso.

- Então... Você é um Xamã? - Ela volta a uma postura um pouco rígida, cruzando os braços, meio envergonhada por ter mostrado seu lado frágil a um estranho.

Um vento forte de repente os interrompe de leve, e as flores que nasceram naquela árvore solta suas pétalas ao redor de ambos, acariciando a face da jovem mulher que sorri quase que impossível de se perceber. Lola olhou ao redor, e voltou seu olhar para os olhos penetrantes daquele homem; alguma coisa a cativava, ao mesmo tempo que a deixava curiosa, o observou rapidamente de cima abaixo percebendo sua simplicidade.

- Como chegou aqui? - Se afastou um pouco voltando a sentar naquele banco o observando ainda.

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Zhero Kuratami

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 11, 2014 6:54 pm

Continuando²

Lola: - Então... Você é um Xamã?

Em sua memória e sobre as pequenas histórias que Kuromaki lhe contava, ele sabia mais ou menos de como ela iria agir, mas diferente de tudo que o pai dela havia lhe contado, ela era realmente uma pessoa que surpreendia as pessoas, tinha uma aura e uma presença inigualável a nada que existisse nesse mundo. Surpreso por estar calma, ele sorriu e então guardou a espada enquanto se sentava ao lado dela.

- Sim, sou um xamã... - Ele alonga os braços para cima enquanto prendia o ar e logo depois soltava. - Cheguei aqui com a ajuda de um pequeno mapa que meu mestre me deu, um dos guardiões desse local me levou até aqui a partir de um local adiante. - Então ele volta em sua posição normal e a olha com um sorriso gentil. - Ah, não precisava ficar com vergonha de mostrar esse seu lado... frágil... digamos... - Faz aspas com os dedos.

Zhero se levanta do banco aonde ele estava e logo oferece ajuda a ela estendendo a sua mão. Ele estava feliz de ter encontrado um dos familiares que lhe ajudava, seu coração estava entendendo aos poucos, a vida que seu mestre havia lhe dito.

- Vamos Lola ? Não sei como te dizer isso mas... Esse vestido ficou muito bem em você - Ele fica meio envergonhado de ter dito aquilo e cora de leve enquanto apontava para o meio da multidão. - Espero que não leve isso como uma cantada... só foi um elogio a7

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Ali Al-Said Samir

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Ter Set 16, 2014 11:42 pm

*Algumas horas antes, enquanto eu, Harima e Xysuke meditávamos, Xou Man praticava alguns de seus típicos exercícios de Dobra da Água. Fazendo gestos suaves, ele faz uma coluna de água se levantar do lago; em seguida, ele abaixa as mãos e a coluna também desce. Concentrando-se, ele tenta erguer novamente a coluna, mas desta vez sem mexer o corpo; a água se levanta apenas vinte centímetros e desaba. Xou Man respira frustrado. É então que ele nota que o mestre Lo Meng o observava, tranquilamente, e Xou faz uma reverência saudando-o.*

Xou Man: Mestre eu... queria...
Lo Meng: Você já se desculpou, Xou. Várias vezes, aliás.
Xou: Eu sei mas... a culpa ainda me corrói. Eu não sei por que eu agi daquela forma, sinceramente, e ainda por cima fiz os outros agirem como eu.

*Lo Meng olha para as nuvens de tempestade que se formavam no horizonte.*





Lo Meng: Eu creio que a culpa não foi inteiramente sua ou dos demais, Xou. Aliás, eu tenho quase certeza disso...
Xou: Como assim?
Lo Meng: Eu sinto que o Avatar e seus amigos estão sendo ameaçados por algo muito maior do que as consequências da inércia de Ali. Não tenho como dizer o que é, mas eu sinto isso, mais ou menos como vejo aquela tempestade que se forma. É como se uma tempestade de problemas pudesse ser avistada no horizonte de Ali e dos demais.
Xou: ...
Lo Meng: Entretanto, sinto que outra coisa lhe incomoda, meu pupilo. De que se trata?
Xou: Eu... não tem a ver com as minhas ações erradas ou as dos demais. Mas é sobre a luta. O modo como Ali lutou... eu fiquei sabendo que ele estava há anos sem usar os poderes de Avatar. Como então ele ainda consegue ter tanta perícia? Mais do que isso, como ele pode ser tão mais hábil do que eu, que não parei de treinar um dia desde que ele saiu do Templo da Água?

*Lo Meng suspirou discretamente. Não era inveja o que ele sentia nas palavras de Xou, era mais decepção consigo mesmo, diante da própria falta de capacidade. O velho mestre caminhou lentamente até próximo de seu aluno e, fazendo um gesto com uma mão, fez uma pequena esfera de água sair do lago e flutuar calmamente até sua mão como se fosse uma bolha de sabão. Olhando para Xou através da água, Lo Meng falou*

Lo Meng: Não é uma questão de força, ou de treinamento. Não é nem mesmo uma questão de quantidade de Chi. Se analisar bem, você tem quase tanto Chi quanto Ali em seu estado "normal" (sem o Estado Avatar). Eu observei a luta quase inteira, quando ouvi o avião cair na água e fui ver vocês já estavam atacando a pequena Talim. Notei que Ali não usou o Estado Avatar em nenhum momento, e mesmo assim foi capaz de superar quatro de vocês, inclusive você mesmo, Xou.
Xou: Sim, eu sei... mas então, o que torna Ali tão capacitado?
Lo Meng: Chama-se "talento", meu caro aluno. Todos os Dobradores têm uma considerável dose de talento para as artes marciais. Mas esse talento é variável de pessoa para pessoa. Ali é, sem sombra de dúvida, um dos alunos mais talentosos que já tive, independente de ser o Avatar.

*Xou olhou para a palma de sua mão e fechou seus dedos lentamente.*

Xou: Então, de que adianta treinar? Se o treinamento não pode competir com talento natural, não é inútil me desgastar à toa?

*Lo Meng sorriu. Em seguida, olhou para o lago e, de repente, toda a água do lago começou a se levantar como uma imensa coluna, diante dos olhos estupefatos de Xou Man. Calmamente o nível da água baixou e Lo Meng suspirou, deixando de forçar sua habilidade*

Lo Meng: Eu não disse que treino não pode competir com talento, apenas disse que, no caso de Ali, ele é habilidoso desse jeito mesmo sem treinar graças a seu talento natural. Entretanto, por mais talentosa que uma pessoa seja, ela não vai a lugar algum se não desenvolver suas habilidades, e com Ali não é diferente. Talvez você não lembre, mas na época que ele morava aqui  nunca houve um aluno mais dedicado que ele, nem mesmo você. Mesmo aprendendo mais rápido que você, Ali sempre se esforçava para acordar mais cedo e começar o treino, e só ia dormir muitas horas depois que nós já estávamos dormindo. Além disso... eu soube que, recentemente, Ali perdeu uma luta contra um oponente que sequer era um Dobrador.
Xou: Como? O Avatar foi derrotado por um não-dobrador?!
Lo Meng: Pra você ver que, não importa aquilo que se tem, mas sim como se usa. Mesmo assim, eu notei o quanto ele deixou de treinar suas habilidades; se ele tivesse continuado, ele poderia ter movido a água deste lago com muito mais facilidade do que eu acabei de de fazer. Seja como for, talvez nem assim tivesse sido capaz de derrotar seu oponente (que, pelo que eu ouvi dizer, era realmente forte). Entenda, meu aluno, que não importa o quanto seja forte, sempre pode e VAI aparecer alguém que é mais. Prova disso foi justamente o combate dos amigos de Ali contra os membros do Templo; nenhum dos chamados Hinata Warriors é um Dobrador, e mesmo assim todos eles derrotaram vários de nós. O rapaz chinês (Xysuke), por exemplo, usou um ataque realmente devastador; se o oponente que derrotou Ali é capaz de coisa parecida com as técnicas dos Hinata Warriors, então para mim não é um espanto o Avatar ser derrotado por um não-dobrador. Prova apenas que, realmente, ninguém é invencível.

*Lo Meng e Xou tornaram a olhar as nuvens de tempestade, ainda distantes.*

Xou: Me diga... o senhor acha que a tal tempestade de que falava é culpa do Ali?
Lo Meng: Se está falando do clima, é óbvio que não, trata-se apenas de uma reação natural dos elementos nesta época do ano. Se se refere à tempestade de problemas que ameaçam nossos visitantes... não tenho como dizer.
Xou: E o senhor acha que isto pode nos ameaçar?
Lo Meng: Talvez... a vida, Xou, é como a água: fluida. O que num momento vem em nossa direção, pode tomar uma corrente diferente e ir em outra. A vida de Ali é um bom exemplo disso; enquanto nossas vidas mais parecem a água deste lago, que raramente se move ou se agita, exceto devido à chuva, ao vento ou nossos treinos, a vida de Ali é como uma forte correnteza que está sempre agitada e mudando.
Xou: O senhor sabe por que Ali abandonou sua missão de Avatar?
Lo Meng: Tenho algumas informações sobre isso, mas é algo que diz respeito apenas a ele. Seja como for, o que importa agora é que ele voltou. E nós, como Dobradores da Água, temos a obrigação de seguir o Avatar. Principalmente você, se espera ser graduado como o Xai Xeng da Água.
Xou: É uma tarefa difícil...
Lo Meng: Mas não impossível. Não se esqueça, a pequena Talim, que acompanha Ali, é a Xai Xeng do Ar, mesmo tendo a metade da sua idade, e já é tão habilidosa. talento, combinado com treino, mas tudo isto não seria nada se não fosse a grande vontade que a pequena tem de estar junto a Ali.
Xou (sorrindo): É, já no meu caso... preferia continuar bem longe dele. Mas é algo que terei de abdicar, se relmente me tornar o Xai Xeng. Seja como for, o senhor tem razão, eu preciso treinar se quiser alcançá-los um dia.

*Xou olha novamente as palmas abertas de suas mãos*

Xou: E preciso também me desculpar com Ali e seus amigos pelo que fizemos.
Lo Meng: Que bom ver que, mesmo nessa idade, você ainda consegue aprender, meu jovem.

*Lo Meng dá dois tapinhas nas costas de seu aluno e volta a vigiar a tempestade. Pelo visto, ainda havia chance de o festival não ser atingido por ela.*

***

*Durante o festival, Talim caminhava depois de ter ajudado a colocar as faixas. Ela havia pensado em voltar ao Templo para dormir, mas ficou desanimada com isso ao lembrar que eram quase duas horas de caminhada até o Templo da Água, sem contar o fato que, diferente do Ali, ela não conhecia muito bem o lugar. É então que ela vê o cartaz da peça narrando as aventuras de Sun Wukong. Ela abaixa a cabeça e morde a ponta de seu polegar.*

Talim (pensando): Tsc... bem que o Ali podia me levar lá. Droga, fiz tanto esforço para poder ficar sozinha com o Ali (foi difícil acorrentar a Gogo...) e agora... mas tudo bem, acho que pelo menos posso apreciar a peça!


*Talim vai saltitando até onde havia sido montado o palco. Por ser pequena, ela facilmente consegue passar pela multidão e chegar próximo ao palco, para ver duas garotas japonesas (?!) apresentando a peça: Makie e Akane. É então que ela se surpreende ao ver o elenco.*

Talim: Ué... aquele ali não é o Xysuke?! E a Mokona, a Lola... Poxa, eles vão fazer a peça e nem me chamaram!


*Talim se senta, estufando as bochechas; é então que uma pequena explosão anuncia o início da apresentação e ela estranha*

Talim: Ué... aquilo não foi fogo de artifício... pareceu mais Dobra de Fogo! Será que...


*Talim se aproxima sorrateira dos bastidores do palco e então ela me vê, vestido com um macacão e um boné escondido nos bastidores.*





Talim: ALI?!?
Ali: Shh! Fala baixo ou vai atrapalhar a peça!

Talim: o que está fazendo?

Ali: O que acha? Eu sou o contrarregra e técnico de efeitos especiais! Opa, hora de acrescentar uma névoa...



*Faço um movimento com as mãos, e um pouco de água de uma bacia vira vapor e vai cobrir o palco.*


Talim: Por que está fazendo isso?

Ali: Eles precisavam de alguém que fizesse essas coisas, então as duas meninas (que aparentemente também são da Pensão Hinata) me "convidaram" de livre e espontânea pressão. Hora de uns trovões!



*Faço um movimento com os dedos e disparo pequenos raios para cima, que iluminam o palco e fazem barulho, fazendo o público vibrar. Já Talim pensa outra coisa do meu papel*




Talim: Hunf! Grande coisa! Então você vai ficar só aqui atrás do palco usando seus poderes desse jeito? Que desperício!

Ali: Ah, elas também disseram que eu vou participar da peça, talvez como o vilão.



*Talim ouviu aquilo e seu rosto ficou vermelho. Vermelho. E mais vermelho. Até que, de repente, ela "explode" e começa a chorar. *






Ali (pensando enquanto faz mais neblina e começa a movimentar a pedra que prende Sun Wukong no começo da história): Ué... o que foi agora? Será que ela não gosta da peça?


Continuem...

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Qui Set 18, 2014 9:37 pm

O Continuando chega ao Fim...

Zhero: "- Vamos Lola ? Não sei como te dizer isso mas... Esse vestido ficou muito bem em você - Ele fica meio envergonhado de ter dito aquilo e cora de leve enquanto apontava para o meio da multidão. - Espero que não leve isso como uma cantada... só foi um elogio..."

Ao ouvir as explicações daquele homem, por fim se deu por vencida de que ele não parecia uma ameaça, e realmente não soava aquelas palavras como alguém farsante, ao "reviver" o seu pai. Mesmo assim, se manteve neutra, tentando não demonstrar tantas emoções em um único dia.

Receber um elogio, não era comum para ela, era mais como um "Ah tá... Ok!" continuando a achar de si mesma, alguém que a beleza não faria parte nem em uma próxima encarnação. Ela simplesmente olhou para ele, o viu apontar para a multidão e respondeu ao se levantar.

- Não espere muita coisa de mim... Mesmo que conheça meu pai, ainda não sabe nada ao meu respeito. - Ela o encarou, mas, sem ser ofensiva. Agradeço o elogio, mas, isso eu deixo para minhas sobrinhas... - Riu um pouco se lembrando das outras Naruzas.

Ela estava curiosa, apesar de não parecer, o que um xamã como ele viria fazer em uma cidade como aquela? Mas, o resplendor que vinha dele ao observar algumas coisas, a pegava muitas vezes de surpresa. Vira algumas, barraquinhas, comprou algumas comidas exóticas, e sorriu ao ver alguns malabares de dobradura andando no meio da multidão vestidos como palhaços, a essa altura seu sorriso era natural, expontaneo. Ela passou a puxar ele para tudo quanto é lado, e ninguém na pensão jamais advinharia que aquela era a Lola "ranzinza" de sempre. Um cara que ela nunca vira na vida, agora era seu alvo de compartilhamento de novidades em um festival.

- Olha isso? - Viu um jovem senhor fazer um artefato em ferro rapidamente, tinha um formato de louvadeus e reluzia na pouca luz. - Ela saiu apontando e arrastando o coitado para todo o lado possível. - Nossa não sabia que isso era tão grande! - Uma das barracas lhe chamou atenção, ela se aproximou e viu uma presilha em forma de dragão em prata e dourado, como os olhos em rubi, ela achou perfeito e resolveu experimentar, prendendo seu cabelo em um coque. - Muito lindo, mas, não posso comprá-lo hoje, eu agradeço. - Se curvou ao dono da barraca e foi se afastando de costas até esbarrar no local onde Xysuke e Mokona se encontraram. - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH! ...Mas, hein?

Depois da conversa toda ela se vê presa a uma situação constrangedora. Era hora de atuar.

Continuem pessoas!

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MensagemAssunto: Re: Em busca das armas sagradas   Ter Set 30, 2014 10:52 am

** The Family Kenji is complete? No! **
** Após tanto tempo, teremos o prazer de apresentar 3 novos membros da Família Kenji! Quem são? descobriremos com o tempo...**

** Shuuji está 'assistindo' a peça **

**cristiano assume o post OFF: MENTIRA! assistindo nada! eu e o miguel tamo vendo tudo aqui de cima! o caboclo tá é concentrado na Akane, ta tudo vermelinho ao redor dele, quem diria! forçando a barra a vida toda e agora que tava no maior relax finalmente ele gosta de alguem de verdade! só que ele não ta lembrando de um detalhe sobre ela... vc lembram qual é? não?! daqui a pouco vcs descobrem... **

Shujji: o que ela tá fazendo ali?
___________________________________________

** sim eu não esqueci dela. daphne, depois de tudo ela escapa do templo, e vira que não era nada do que imaginava, escapara do templo usando um feitiço que seu irmão usara, o 'escape rope', saíra na beira de um morro, e descia lentamente pelo morro quando seu pé escorrega em uma poça e sai rolando morro abaixo **

Daphne: uaaahahauauuuahh BLOFT PLOFT CATAPLOFT ULTRAPLOFT

** daphne enquanto rolava mais do que a peppa pig na lama, vira uma caixa 'seta-san corp', quebrada no morro **

Daphne: ahhhnnn? como é que eu vim parar na CHIIIIIIINAAAAAaaaaaaaaa.........
**o morro acaba e tem uma pequena queda, daphne cai com tudo e vê que caira em um lugar estranho... quer dizer, um bando de gente sentada e ....

Daphne: Shuuji?
Shujji: o que ela tá fazendo ali? **sim, igual o de cima**

Daphne: eu to toda suja de lama, no meio da china, e virada numa porca!
**daphne sai do palco e se esconde atras das cortinas**
Daphne: Que vergonha! @-@
___________________________________________________________________________________________

Harima: depois de se divertir, também resolve assistir a peça e senta ao lado de Shuuji, mas Daphne já havia se escondido.

Shuuji: nii-san
Harima: han?
Shuuji: se eu te contar quem está aqui...
Harima: quem?...
_______________________________________________________________________________________________

???1: É ele! Como ele cresceu! Eu vou lá falar com ele!
???2: Não se atreva! Ele não sabe quem somos!
???3: E daí? vai saber cedo ou tarde! Ele está na china, e antes que eles partam nós precisamos agir!

???1: Não sei se consigo...
???3: ah.. mamãe.... você vai ter que conseguir, ou eu vou te matar, quer me ver nervoso?
???2: agiremos ao final do teatro, deixe ele se divertir mais um pouco.

???3: pode ser, pode ser...
__________________________________________________________________________________________________

Continuem!
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