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 Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER

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Lety Chan
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MensagemAssunto: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qua Jul 16, 2014 8:58 pm

Off: Uma história diferente introduzindo minha 345345346364563452452345gérrima Char. xD
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HIKARI NO YUME
Luz do sonho

Orfanato Hikari no Yume - Kyoto - 11hrs am.

- Meu nome é Kaname Sayuri. Minha idade? 16 anos...
Meu resumo de vida? Você não vai querer saber... Mas, de qualquer forma... Vou ter que contar a vocês...

Dizem que fui deixada, largada na frente deste lugar, mas, fico me perguntando várias vezes porquê?
Na verdade as Mikos que cuidam desse casebre, vivem me falando que eu fui deixada por um homem alto, forte que usava um chapéu cobrindo a face de todos, usava um sobretudo esquisito que parecia passar uma certa desconfiança nas sacerdotisas. Eu não sei bem ao certo quem realmente ele era, mas, também isso não importa, não tenho a mínima vontade de saber quem ele é... Ou era.

Cresci observando o tempo ao meu redor, e que tempo...
Não me agradava a felicidade alheia... Observava a vida que meus "colegas de infortúnio" viviam... Chatísse.
Engraçado, eu tenho sempre aquele velho hábito de ver os outros sorrirem, e mesmo que eu esteja séria eu acabo chorando, mesmo sem entender o motivo.

Alguns anos se passaram e algumas crianças, foram sendo adotas, eu tinha 6 anos quando minha melhor amiga Suzuki Yukina se foi. Naquele dia eu chorei, muito, pois ela foi e era a única que eu conseguia me expressar e demonstrar o que eu sentia. Ela sabia do meu segredo... E agora sozinha tenho medo que alguém descubra.




Eu sou... A morte...

Você não entendeu? Então deixa eu te explicar melhor. Quando eu tinha cinco anos, minha pequena turma inocente saiu percorrendo a floresta das Mikos em um passeio matinal que elas costumavam a fazer perto do templo. No caminho, um de meus coleguinhas encontrou um animal ferido, um passarinho que havia caído do ninho. Ele estava agonizando nas mãos de Yukina, e a professora dizia para deixa-lo ali, que não havia mais nada a se fazer... Quando me aproximei, senti cada vibração que vinha do animal, sua respiração, batimentos cardíacos fracos, seu olhar de misericórdia como se implorasse que eu o levasse dali; no começo o sentimento fora estranho, e quando toquei nele, estávamos apenas eu e Yukina, ela me observou, eu estava hipnotizada olhando o pobre passarinho, ela viu me toque sobre ele e aquela luz avermelhada a brotar, naquele dia mencionei algumas palavras, e no mesmo instante o animal parou de se debater, fechei os olhos para eliminar o brilho escarlate deles, quando reabri, eu apenas desmaiei.

Todo aquele tempo, eu não entendi porque era tão diferente, qualquer coisa, animal ou planta que me aproximasse eles morriam, eu tinha medo de tocar nas pessoas, mas, sabia no fundo que nada aconteceria a elas se não despertasse esse poder em mim.

Então hoje, continuo afastada de todos vivendo ainda no orfanato ajudando as mikos quando preciso no templo delas que fica logo acima um pouco das montanhas, porque meus dons são úteis a elas de alguma forma estranha que tenho pesadelos só de lembrar.




Hoje, eu acordei um pouco indisposta, acordei tarde depois de uma longa caminhada, meus pensamentos vagueiam longe, meus 17 anos se completariam em breve, e meus poderes a cada dia, tendem só a aumentar.



_________________
"Onde a mais pura criatura vive, fica no oceano, que tocando levemente a terra, ostenta formas as margens do teu olhar. Anjo concebido do amor puro, proteja a quem me visita, a quem participa, pois aqui é o nosso lugar!"

Sempre que posso estarei com vocês!

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qui Jul 17, 2014 9:01 am

** Batalha de chars, meu 5º char nasce! sem contar os vilões, aí eu to na mesma conta que a Lety-Chan, isso que dá ser velho de pensão!**
____________________________________________________________________________________________________________

Templo Toushou - 2014 - 08:25 da manhã (se não conhece, vale a pena uma googlada, ele tem muito a ver com o char que criei)

**
Eu, 18 anos, era apenas um andarilho que viva às margens do tempo, quem dera eu tivesse passado no exame, talvez hoje seria um sacerdote! Mas decidi construir minha casa ali mesmo, no meio da floresta, ao lado do templo.

Eu sempre estranhei o medo das pessoas com relação a mim, sempre soube que 850 samurais derrotados praticaram um harakiri simultaneo(it's true!) na caverna do templo, quando disse que moraria ali, quase chamaram um sanatório para me levar, dizendo que os suicídios ainda ocorriam e que eu seria o próximo.

Acho que eles erraram.

Não quero me matar, e fazem pelo menos 3 anos que ninguém se mata aqui, este é o tempo que vivo aqui, deve ser por que o lugar não é mais privado o suficiente, sei lá...

Mas havia o Hoshigi-dono, ele era um dos sacerdotes que me permitia tomar café e banho no início e fim de dia, almoço e janta eu tinha que me virar.

Quem sou eu? Sou só um andarilho, alguém que ninguém dá nada, não tenho nada de especial, Menu nome é Satsui, Iori Satsui.
**

**TOC TOC TOC**

Iori: Quem é?

Hoshigi: Sou eu, Hoshigi! Chegou alguma coisa pra você no templo, você andou comprando algo?

Iori: Nâo que eu saiba, veio pelos correios?

Hoshigi: Não, foi uma garça que veio entregar, senhor 'vontade de matar'. Razz

Iori: Engracadinho, (e macabro as vezes) já acostumei com a zoação do meu sobrenome, eu vou ter que ir buscar?

Hoshigi: Já te dou banho e café, espera que eu traga suas coisas?

Iori: Mas são 8000 degraus nessa escada!

Hoshigi: Mora aqui por que quer!

Iori: Ok! Eu vou! daqui uma semana eu volto...

Hoshigi: Sarcasmo?

Iori: Não, magina...

Hoshigi: Vá em paz.

Iori: Obrigado, e que sejam boas notícias...

** Hoshigi-dono é muito severo, também pudera, ele é encarregado de lidar com exorcismos e outras coisas sobrenaturais, não deve ser legal ser esse tipo de sacerdote em um templo desse, bem... como essa escada é grande! nossa! não é a toa que todos aqui tem pernas fortes! **

Iori: ahh....cheguei....embaixo, só de pensar em ter que subir tudo de novo...hum?....deixa ver isso direito... o que está escrito aqui.. é um...um cliente? pra mim?

** conteudo da carta

De: Orfanato Hikari no Yume
Para: Sr. Iori Satsui

Gostaríamos que viesse ao nosso orfanato, coisas estranhas tem acontecido por aqui, e precisamos do seus serviços urgentemente, por favor, ao chegar, diriga-se ao templo e lá você ficará sabendo de tudo.

Agradecidos.
**

** Algo não estava certo, eu era do orfanato quando mais novo, mas como ninguem me adotara e minha idade já me permitia sair, dei lugar a outra criança, fico imaginando quem estava lá, mas a assinatura e o carimbo não são de lá, isso me lembro bem, será uma falsificação, uma brincadeira com o andarilho? Eu nem era exorcista, será que a carta era para o Hoshigi-dono? não, tem meu nome nela, mas eu não entendo nada disso e ...*

Iori: ué, tem algo atrás da carta, um lenço de papel... o cheiro é bom, parecem sakuras em pleno auge, deve ser de quem enviou a carta, ou de quem (não consigo conter o riso), precisa de mim...de mim? kkkkkkk...ai ai.... mas tudo bem, já to na lama mesmo, vou ver o que é.

** Ando bastante, pego um bonde, ando mais um pouco, como hoje não saí para conseguir almoço, fico sem comer, mas chegei cerca de 3 horas depois, ainda bem cansado, subo outra escada... por que os templos tem que ter escadas? ao chegar, vi uma pessoa ou duas, mas saiam dali, dizendo sentir uma sensação estranha, meio fúnebre, para mim, era tudo perfeitamente normal, acho que alguém com Satsui no nome não deve ter medo dessas coisas... e toco o sino de chamada **

Iori: ai ai... o que será...
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Texto grande, introdução necessária, adorei o lance alternativo! Continuem, por favor!
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Khronos Squall

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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qui Jul 17, 2014 9:15 pm

[Templo Byodo-in, Uji-Japão 11:30PM, Quinta-feira]

Os dias estavam quentes, o verão recém havia retornado a aquecer nossos corpos, quando decidi treinar um pouco mais do estilo " Ryaku Ryuhi Hakkesho " ( cem punhos de fogo do dragão ) para aproveitar o dia quente, logo então vesti um quimono leve de seda vermelho escarlate, amarrando a cintura, uma faixa dourada. Ao sair para fora, me espreguicei esticando os braços para cima enquanto respirava bem fundo.

- Ahh ! Que tempo ótimo ! - Falei enquanto terminava de me alongar - Bom... Vamos lá!

Desci lentamente as escadas do templo, indo em direção ao campo vasto que havia em frente do mesmo, um lugar cheio de arvores em volta e com um chão gramado. Me movi bem ao centro do campo, concentrei minhas energias enquanto levantava meu punho esquerdo em minha frente e o da direta sobre as minhas costas, fechei os olhos e respirei fundo quando ouvi de longe uma voz familiar me chamar .

- Khronos ! Venha cá ! Preciso que venha ver isso !

O velho Jin me chamava com uma carta em sua mão, balançando-a sobre o ar para que eu pudesse vê-lo. O velho era como se fosse um pai para mim, pois desde de pequeno, cuidou de mim e me ensinou tudo que sabia de artes marciais.

- Khronos, isso veio do correio pra você, não sei do que se trata, mas acho que pelo endereço, é de um lugar conhecido que eu visitei a muito tempo. - Dizia o velho enquanto se aproximava de mim oferecendo que eu pegasse a carta.

- De um lugar conhecido? Como assim ? - Olhei para a carta procurando o endereço - Kyoto ? O senhor já esteve lá ?

- Já viajei por todo o japão, pensei que soubesse disso... mas mudando de assunto... acho que deveria ir lá .

- Por que mestre ? - Perguntei enquanto abria a carta .

- Desde de pequeno... você não se acha... digamos que... especial dos outros humanos ? - O velho me perguntava em um tom sarcástico.

- As vezes... eu sonhava que estava em chamas... mas as chamas não me queimavam...

- Hahaha! Imaginei ! - O velho falava enquanto me enchia de tapinhas pelas costas - Vá, se arrume, deixe o treino para lá. Nunca lhe disse sobre o seu passado e nada sobre essas chamas que você tanto sonha, mas sei que lá, achará a resposta .

- Está bem mas... - Ele me interrompeu me ignorando enquanto dava as costas e voltava para o templo.

Voltando para o templo, arrumei minhas roupas em uma mochila de viagem, botei um tênis confortável e peguei minhas economias para a viagem, me despedi do mestre e disse a ele que logo voltaria. Peguei um ônibus que ia direto a Kyoto, levando mais de 3 horas de viagem eu já estava lá, quase chegando ao tal do orfanato .

- Vejo que não sou o primeiro a chegar aqui... - Ri ao ver outro rapaz parado a porta. - Veio através de uma carta também ? - Mostrei a carta que estava sobre a mochila.

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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Sex Jul 18, 2014 8:46 am

**Um tempão esperando e tocando aquele sino, eu cheguei as 11 da manhã, eram quase 2 da tarde e ninguem havia atendido a porta!**

Iori: Legal, acho que o mestre me mandou pra mais um teste do templo, ele sabe que eu não sou muito paciente e não fico na porta do templo em qualquer situação, esse tipo de teste é muito chato!

**Um calafrio corre por seu corpo**

Iori: Mas... e se realmente precisarem de mim? quer dizer, a carta tem o meu nome nela, e... **meu celular toca, eu tenho pq ganhei, era Hoshigi-dono.**

Iori: Alô, sim, sim sou eu... não, não abriram a porta ainda o sr sabe como são os templos e seus testes, como assim a porta não é essa? não tem outra! eu só to vendo essa! procurar? ah, isso é com vcs que tem dons, vem aqui e acha pra mi...que? nao pode vir? suicidio, ai no templo? na floresta? eu to 3 anos ai e nada! e eu saio por 3 horas e ai alguem se mata? otimo! ahn? qq quer dizer com 'vc achava que nao tinha dons'? eu não ten... ah ta deixa pra lá, obrigado e tchau.

**Me volto pra parede, mas as coisas estão estranhas, ouvi Hoshigi-dono dizer algumas palavras estranhas no telefone, teria ele me amaldiçoado, ou libertado algo dentro de mim? A parede era branca, agora o templo havia dobrado de tamanho e estava negro, senti um arrepio de morte e me afastei rapidamente, respirei fundo e fechei meus olhos, quando abri, tudo estava normal e voltei a minha sina de ter que ficar esperando, quando um outro jovem, que pelas vestimentas era obvio que vinha de um templo, chegou e me indagou se eu tambem tinha vindo pela carta e a mostrou, mas ao olhar pra ele, e isso foi muito estranho, eu via um nome escrito sobre ele então com a cara mais estranha do mundo respondi...**

Iori: claro, sim, a carta, eu tbm fui chamado, sr. Khronos... Esquilo? não deve ser isso, enfim...

**VI a carta dele, o conteudo era o mesmo, mas a assinatura e o carimbo era diferentes, e ainda assim não eram o do orfanato, quem assinou e carimbou estas cartas diferentemente? Resolvi perguntar.**

Iori: Temos o mesmo remetente, mas as assinaturas e o carimbo não batem, além disso, Hoshigi-dono avisou que a porta que vejo não é a porta real, desde então estou vendo coisas estranhas e agora você chegou, como vive em um templo deve saber como entrar aí, certo?

Continuem!
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Kaname Sayuri

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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Sex Jul 18, 2014 2:46 pm

Off.: Cris, please seja mais paciente, se não daqui a pouco tá criando um monstro com a tal carta para te comer vivo... Só porque ainda não postei a resposta. xD
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

...Ouça e Veja...

Algumas pessoas achariam estranho, mas, para quem tem o dom e consegue enxergar, pode ver que naquela região o que parecia se ver normalmente não realmente era como visto, sim, havia uma ilusão. No lugar onde os supostos rapazes insistiam em bater e chamar, era uma ilusão, na realidade eles surgiram diante de um Tori, e ao passar por ele puderam se depara com uma das Mikos do lugar, a mais poderosa dela Oneda Shizaki.



- Bom dia senhores... O que os trazem até o Templo Shizaki? - Os olha de cima abaixo. - Vejo que possuem dons, não comuns entre nossa sociedade. Vieram aqui pelo convite inesperado? Sinto lhes informar, que muitos monges e sacerdotes vieram até aqui perdendo o seu tempo, os mesmos até retornaram a seus respectivos lugares de origem.

Nesse meio tempo, a conversa dela é interrompida por um grito feminino horrendo.

- Ora ora... - Ela suspira. - Vejo que nossa menina mais uma vez conseguiu se livrar de outro problema. - Bom , se me derem licença, tenho mais o que fazer... - Se curva e sai tranquilamente na direção do templo.

Lá de dentro sai Sayuri correndo assustada, chorando com os olhos arregalados, trombando em Shizaki.

- Sayuri!!! - Shizaki grita a ela como que tentando pará-la, mas, ignora furiosa e volta para dentro do templo.




Ela tromba em Khronos e o faz cair no chão. Ela não abria os olhos apenas chorava. Ainda havia uma luz avermelhada em sua mão direita mas, bem fraca se dissipando aos poucos. Com isso eles puderam ambos sentir um calafrio terrível, na sombra da garota havia uma imagem similar a morte, que também aos poucos sumia. Era terrível como se o clima também tivesse mudado ao redor e as lamparinas (velas) tivesse sido apagadas com um vento gélido de neve invernal.

- Eu... Não... Aguento mais isso... - Chorava em cima de Squall ainda. - Não quero mais... - Soluçava. - Eu não aguento mais...

Continuem.

_________________
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Khronos Squall

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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Seg Jul 21, 2014 9:24 pm

Olhei para a carta do rapaz que havia me chamado de "Esquilo" e percebi que, realmente o que ele falava era real, o remetente era o mesmo mas a assinatura e o carimbo eram diferentes. Com dúvidas, cocei a cabeça por um momento e logo o olhei de volta enquanto guardava a carta.

- Pois é... Ah... é Squall... S-Q-U-A-L-L, Squall e não esquilo. - Ri enquanto olhava atentamente para a casa que estava em nossa frente. - Não sei dizer ao certo, eu sinto um frio em minha alma só de estar aqui e acho que você deve sentir o mesmo que eu... Mas sei que saberemos brevemente.

Logo após ao terminar de falar, a ilusão se desfaz em minha frente, me deixando um pouco impressionado, pois nem os feiticeiros mais poderosos de nossas terras teriam chances para tamanho dessa ilusão. Impressionado, me curvo para a Miko que emitia uma aura diferente e sorrio de volta.

- Bom dia... Olha senhora, não sei muito sobre a história desse lugar, fiquei sabendo de algumas pessoas sim, que vieram para cá e sem solução, voltaram... Mas creio que nosso objetivo aqui dentro , seja... diferente.

Após ter cumprimentado a miko, sinto novamente um arrepio, um vento forte e gelado estremecia a minha alma, como se eu estivesse sentido algo de ruim em minha volta, algo negro e sem vida. Sem saber a resposta daqueles sentimento, passei a mão pela minha cintura, procurando o cabo de minha espada, e sem acha-lá, acabo perdendo-a de uma vez com uma trombada forte.

- Ei! Vá com... - Quando olhei para ver quem era, calei-me na hora, aquela sensação negra novamente me assombrava, e foi daí que descobri ao ver o formato daquela garota que agora, chorava por cima de mim. - Ahm... Vamos com calma... - A segurei com calma pelos braços e a ajudei a ficar de pé. - Não sei o que está havendo aqui, mas vamos nos acalmar primeiro para que você possa me explicar direito e eu poder te ajudar ok ?

Ao terminar de falar, olho sem saber o que fazer para o Sr.Iori, enquanto afago minha mão direita sobre os cabelos da garota que não parava de chorar.
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Harima Kenji
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qua Jul 30, 2014 3:43 pm

** Iori realmente estava tentando absorver a quantidade de informação, templos, ilusões, um cara desconhecido e uma menina que não para de chorar!? o que faltava mais? acho que no ímpeto de resolver a situação, resolveu apelar para o básico, a conversa. **

Iori: ei, ei garota, olha pra mim, por favor, vira o rosto um pouco ** tiro um velho lenço do bolso e enxugo as lágrimas da menina, que ainda soluçava, mas nao pude de deixar de notar um arrepio frio na espinha **, seja o que for, estamos aqui pra ajudar, tá bem? tenho certeza que vamos ajudar, assim que soubermos do que se trata, não é mesmo, Sr.Esquilo? (na intenção de fazê-la rir), então por quê não vamos a um lugar mais calmo e vocês nos contam o que está havendo?

** faço um cafuné de leve e pego minha mochila **

Iori: eu sei fazer um ótimo lanche, trouxe alguns prontos e se quiserem posso fazer mais, que tal?

** sim, a reação parece exagerada, mas eu me baseei na minha reação com minha filha, por exemplo, se ela chora e não sei o que ela quer(raro, mas ja aconteceu), eu vou testando, brincar, comer, trocar ou voar até acertar, é um tipico desespero de pai, e o Iori é meio assim tbm, não pode ver ninguem chorar. : ) **
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Kaname Sayuri

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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Sex Ago 22, 2014 10:59 pm

A descoberta

Sayuri se depara diante de uma situação constrangedora, percebe suas atitudes, e os rapazes e resolve se afastar se sentando de joelhos e limpando as lágrimas, enquanto isso as outras "mikos" gritavam e chamavam pelo seu nome.

Apavorada com os gritos das mesmas e a aproximação delas, resolveu pegar a mão dos dois homens sem pensar, e se afastar dali chegando agora em uma clareira. Mais, calma mas, ainda aflita ela ainda assustada olha para ambos e pergunta.

- Quem são vocês? Não me lembro de conhecê-los... - Sua voz era doce, mas, uma voz agradável de se ouvir.

Seus cabelos se moviam com o vento, ela parecia ter os mesmos umedecidos, algo que lembrava um banho de "água benta" ela desviava a face algumas vezes, como se estivesse com medo de alguma coisa. - Meu nome é Kaname Sayuri... Sou uma aprendiz de sacerdotisa... - Abaixa a cabeça e fecha os olhos. - Se ambos vieram descobrir algo...- Observa as roupas de ambos. - Então cá estou... Meu segundo nome é Shinda (Morte)...

Ela ainda de cabeça baixa, continua a falar.

- Eu preciso de ajuda... Por favor... - Sussurrou o por favor sentindo uma dor e agonia em seu peito.

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Azrael_I
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qui Ago 28, 2014 4:09 pm

Off: E agora, estrelando o meu trocentésimo personagem, de longe o mais estranho que eu já criei! Acho que eu só perco pra Lety-chan e pro Harima em quantidade, mas em número de vilões eu ganho... e também no número de "figuras"

Off 2: "templos, ilusões, um cara desconhecido e uma menina que não para de chorar!? o que faltava mais?" Acredite, Harima, eu ri muito quando li essa sua frase... você vai entender a ironia quando ler este post, hehehehehehe.


ON:
O Surgimento de um... Herói?!

*Uma hora ou um pouco mais antes da chegada do Iori, eu já havia chegado ao Orfanato. A magia na entrada de lá não me era nenhum desafio, as mikos já me conheciam, uma vez que eu costumava trazer presentes para as crianças e doações, mas já fazia mais de um ano que eu visitara aquele orfanato pela última vez; um conhecido meu havia me pedido para ficar de olho naquele orfanato em particular, pois mais cedo ou mais tarde eles iriam precisar da minha ajuda, uma ajuda que dinheiro nenhum no mundo poderia oferecer. Entretanto, devido às complicações da minha vida pessoal, acabei sendo obrigado a ficar tanto tempo sem ir lá; Deus, se eu soubesse antes... Eu vestia terno e gravata, usava óculos e trazia uma cesta cheia de coisas nos braços, era impossível me distinguir de qualquer salaryman japonês que andasse pelas ruas de Kyoto. Caminhei algum tempo pelo terreno de dentro do orfanato quando um dos meninos que estava fazendo embaixadas com uma bola me viu e saiu correndo na minha direção.*


Menino: Jii-san! (off: tio, senhor) Há quanto tempo!
??: Olá, Dayan-kun. Você cresceu heim? Está com quanto hoje, oito anos?


*Fiz um cafuné na cabeça do menino*


Dayan: Você vai ver, ainda vou ser mais alto que você, jii-san!
??: Heheh, não duvido, Dayan-kun. Mas viu, não tenho muito tempo, eu vim ver as mikos. Elas estão?
Dayan: Estão sim. Essa cesta é pra elas?
??: Não, esta cesta é pra vocês. Ah, e eu trouxe algo pra você, que eu comprei quando fui lá na América.


*Enquanto caminhávamos na direção do prédio principal do Orfanato, tirei um envelope de dentro do paletó e dei para Dayan, que me seguia. Ele quase pulou de alegria quando abriu: uma revista em quadrinhos*




Dayan: SUPAIDA-MAAAN!!
??: Não, Dayan, Spider-man, aprenda a pronúncia correta. Ele é o meu super-herói favorito.
Dayan: Ah, mas... tá toda em Inglês...
??: Eu sei, mas essa edição é especial. Além de desenhada e escrita por um grande desenhista, ela foi escrita em Inglês mais simples, que é pra você justamente treinar seu Inglês e poder ler as originais. Eu sei como você gosta dos Super-heróis, então assim você aprende e também se diverte.
Dayan: Heheheh, eu gosto mesmo dos super-heróis, um dia eu também vou ser um.
??: Haha, que coisa... mas você sabe que isso é só um gibi, Dayan-kun.
Dayan: Não, tio! Outro dia o jornal estava falando que existem super-heróis de verdade!
??: Heim?
Dayan: O senhor não sabia? Está o tempo todo nos jornais, dizem que ele já voou pelo mundo todo e veio até aqui no Japão também!
??: É sério que isso foi noticiado aqui no Japão...?
Dayan: Haha, como você é avoado, jii-san! Todo mundo já ouviu falar dele, é o SUPAA-SAVAN!
??: Hã... você quis dizer "SUPER-SEVEN", Dayan?
Dayan: É, isso aí! Vai ver, vou mostrar pra você!


*Entramos no prédio e Dayan me puxou pelo braço até a sala, onde duas outras crianças assistiam um anime na TV (que também tinha sido um presente meu). Quando me viram, elas se levantaram e foram me abraçar, enquanto Dayan pegava o controle remoto e colocava num canal de notícias. Lá estava uma reportagem que mostrava realmente uma pessoa vestida com roupa de super-herói, com capa, máscara e a cueca por cima da calça... poderia não parecer mais do que um maluco usando uma fantasia, se o maluco em questão no vídeo não estivesse voando logo depois de ter levantado um carro com uma mão como se fosse um brinquedo! O vídeo gravado com um celular era bem desfocado, mas era possível ver essa cena com certa clareza.*




Dayan (estufando o peito de orgulho): Olha só, eu não disse? Super-heróis agora existem!
??: Shh, silêncio por favor Dayan-kun, me deixa escutar a reportagem.
Âncora do jornal: Esta manhã, o misterioso homem que se veste como super-herói conhecido como Super-Seven foi filmado com a câmera de um celular enquanto impedia que um carro caísse num precipício. Ao puxar o carro da beirada, ele arrancou o eixo traseiro e o colocou na rodovia; enquanto ele ia embora voando, a motorista do carro, visivelmente alterada, ficou gritando com ele até ser abordada por nossa equipe de reportagem.
Repórter de rua: Então, a senhorita não gostou de ser salva?
Motorista: Fala sério! Quem que quer ser salva dese jeito, por um idiota vestido de palhaço?! Ele ainda arrancou o eixo do meu carro! Só faltava ele tentar me beijar! Hic! Tem um cigarro aí?
Âncora do jornal: Já faz alguns meses desde a primeira aparição do Super-Seven; o chamado "super-herói" raramente aparece, existem poucas fotos ou mesmo gravações dele, não se sabe quem ele é, da onde veio ou mesmo a origem de seus poderes, apenas que ele já foi visto praticamente no mundo inteiro e que até mesmo pode se tratar de mais de uma pessoa. Os relatos são na maioria confusos, alguns já disseram tê-lo visto derrotando monstros ou socando bandidos nas ruas, outros juram que ele salvou pessoas de desastres; não se sabe se ele realmente tem algum tipo de poder misterioso, se usa uma roupa altamente tecnológica, ou se seus poderes são fruto de uma computação gráfica ou alucinação. Independente de tudo isso, o Super-Seven tem sido considerado uma potencial ameaça pelas autoridades, uma vez que vigilantismo é ilegal. A opinião pública se divide, muitos acham que o Super-Seven é apenas um louco usando uma fantasia, outros acreditam que ele pode ser perigoso. Há ainda aqueles que acham que ele possa ser uma má influência e...
Dayan: Há! Mentira! O Super-Seven é um herói! Ele ajuda as pessoas!
??: Herói...


*Fico olhando a tela com um olhar vazio, enquanto Dayan reclama das palavras do repórter. De repente, "acordo" e coloco a cesta de presentes em cima da mesa.*


??: Bem, crianças, eu preciso falar com as Mikos agora. Vocês três podem rachar esta caixa de chocolates, mas lembrem-se de dividir o resto da cesta com os outros, ok?


*Enquanto as crianças correm alegremente para devorar os doces, eu ajeito minha gravata e vou na direção do escritório. Dou três batidas na porta e uma das mikos mais novas abre, me permitindo entrar, onde vejo outra Miko mais velha que estava à minha espera: Tanaka Chiemi. Estamos em um quarto à moda japonesa, retiro meus sapatos antes de entrar e me sento em seiza, enquanto a Miko mais jovem fecha a porta.*



Chiemi: Você sempre nos surpreende com suas visitas...
??: É, mas acredito que desta vez, eu era aguardado, Tanaka-san. Sabe me dizer quem me enviou isto?


*Retiro uma folha de papel do bolso e entrego a ela. Era uma carta endereçada a mim, mas com carimbo e assinatura que eu não conhecia. Chiemi me devolveu o papel, enquanto a miko mais jovem nos servia chá, e a um gesto da mais velha a mais jovem fez um cumprimento e saiu do recinto, deixando-nos a sós. Peguei o papel e o guardei de volta no meu bolso.*


Chiemi: De fato, muitas coisas estão para acontecer neste orfanato, e acredito que sua ajuda será necessária. Mas infelizmente, não tenho como lhe responder quem enviou a carta, ao menos por enquanto.
??: Entendo. Mas as coisas devem estar complicadas mesmo, a ponto de pedirem minha ajuda diretamente. Por outro lado, eu lamento informar que não poderei fazer nada desta vez. Estou realmente ocupado, com sérios problemas em minha vida pessoal.
Chiemi: Não quero parecer grosseira, mas se é assim por que teve o trabalho de vir até aqui?
??: Porque então seria muita grosseria minha não dar a resposta diretamente. Além disso, eu queria visitar as crianças, mas só encontrei aquelas três que estão na sala.


*A miko sorriu e serviu-se de seu chá. Só então eu me servi do meu, representando meu respeito e meu cavalheirismo por ela.*


Chiemi: Sabe, é isso que eu mais admiro em você, meu jovem. O seu coração. Você tem habilidades impressionantes, é capaz de entrar neste orfanato sem ser sentido nem mesmo por mim, mas mesmo assim, sempre sinto que não tenho nada a temer de você, mesmo sabendo do que é capaz.
?? (se inclinando levemente): Você me lisonjeia, Tanaka-san. Não faço mais do que minhas obrigações.
Chiemi: E mesmo assim, recusa-se a nos ajudar quando realmente precisamos?
??: Eu não disse que não iria ajudar, só disse que eu não poderia fazer nada, ao menos pessoalmente. Por outro lado, entrei em contato com um amigo que poderá ajudar vocês. Ele é um tanto espalhafatoso, mas acredito que poderá cuidar dessa questão melhor do que eu.
Chiemi (levemente surpresa): Confesso que não esperava por isso. Mas confio no seu julgamento, e se você diz que esse seu amigo pode nos ajudar, ele será bem vindo aqui. Você ao menos tem noção do que se trata?
??: Não preciso nem adivinhar. É algo envolvendo a Sayuri-chan, não?
Chiemi (sorrindo): Não apenas ela, mas todos que estão à volta dela. E até mesmo você, acredito.
??: Entendo. Então, o perigo não é ela, e sim quem pode estar atrás dela, não é mesmo?

 
*Conversamos ainda durante mais alguns minutos, até terminarmos nosso chá. Em seguida, nos cumprimentamos mais uma vez, me levanto e, antes de sair, eu tiro outro envelope do bolso e entrego para Tanaka Chiemi*


??: Sei que fiquei muito tempo sem aparecer, mas nunca deixei de lhes mandar dinheiro. Não é muito mas...
Chiemi: Toda ajuda é bem-vinda, meu jovem. O que você faz por nós, dinheiro nenhum pode pagar.


*Fico um tanto surpreso por ouvir ela falar aquelas palavras, parecidas com o que eu havia pensado quase uma hora antes. Cumprimento-a mais uma vez e, antes que eu toque na porta, ela é aberta por outa Miko do lado de fora: Oneda Shizaki, que estava esperando que eu saísse. Ela me acompanhou até a sala, onde vimos quase todas as crianças atacando a cesta de doces (Sayuri não estava entre elas) e vemos Dayan ainda assistindo TV, outra reportagem sobre o Super-Seven. Saímos discretamente, sem que elas nos notassem e Shizaki me acompanha até o torii que guarda e protege o orfanato.*


Shizaki: Fiquei surpresa quando Arisa-chan (off: a miko mais jovem que estava com Chiemi) me disse que você estava aqui. É uma das poucas pessoas que consegue esconder sua presença, mesmo de Tanaka-sama ou de mim.
??: Eu sei, Oneda-san. Sei que peço muito a vocês para confiarem em mim assim, de forma tão cega, mas acredite, eu não tenho escolha. Nem mesmo minha família sabe que eu venho aqui.
Shizaki: E o que pretende fazer?
??: Como eu disse, meu amigo chegará logo, e eu prefiro encontrá-lo do lado de fora. Acredito também que outras pessoas chegarão aqui antes dele, o que é  mais uma razão para a minha pressa. Como eu disse à Tanaka-san, meu amigo é barulhento e um tanto espalhafatoso, mas ele poderá ajudá-las melhor do que eu.
Shizaki: Entendo.

*A miko me acompanha até a saída, por onde eu saio discretamente, sem ser notado pelas pessoas que passam nas ruas. Nem mesmo o andarilho que acabara de chegar (Iori) é capaz de me notar ou diferenciar de qualquer outra pessoa das redondezas, eu realmente era capaz de passar despercebido numa multidão, mesmo sendo bem diferente das pessoas ali uma vez que minha aparência era a de um cidadão normal. Suspiro. Eu realmente queria poder ajudar mais o Orfanato, mas um certo amigo meu que pode prever o futuro me disse que desta vez seria melhor eu não me envolver diretamente; muitas coisas já haviam acontecido, meu envolvimento direto acabava atraindo uma maré de azar a todos à minha volta e eu não podia permitir que algo acontecesse às crianças, às mikos ou mesmo a toda aquela cidade, mas principalmente à minha família. Era por isso que eu vinha fazendo aquilo, há muitos anos eu sonhava em fazê-lo, mas me faltava uma certa coragem pra isso; as previsões do Oráculo eram o estímulo final que eu precisava para realizar meu sonho de infância. Me lembro do sonho de Dayan-kun e sorrio. Caminho rapidamente por alguns quarteirões até me distanciar do orfanato e entro em uma cabine de fotos adesivas (sorte que no Japão tem um monte delas) enquanto tiro e guardo meus óculos no bolso. Ninguém era capaz de me ver entrar ali dentro... mas todos iriam me ver sair.*(começa a tocar esta música:)










*Suspirei e uma aura tênue envolveu meu corpo por um instante; minha presença, que antes era invisível até para os mais sensíveis, foi de repente escancarada como se fosse um festival, mas disfarçada de modo que ninguém conseguisse saber quem eu era, nem mesmo as mikos ou os maiores mestres da Terra (OFF:mesmo os da Pensão Hinata), pois eu queria que todos no mundo sentissem minha presença mas sem saber quem eu era; enquanto afrouxava o nó da gravata eu abria a camisa, revelando meu uniforme por baixo da roupa. Rapidamente calcei as luvas; com um toque numa área sensível a máscara cobriu meu rosto automaticamente, tirei o resto do paletó e os sapatos, guardando essas roupas dentro de uma sacola e finalmente ajeitei minha capa. Sim, o motivo de eu estar surpreso pela notícia do salvamento ter sido noticiada no Japão foi que algo que eu fizera na Guatemala de manhã cedo tivesse chegado tão rápido ali (mas afinal, vivemos a Era da Informação, não?). Saí de dentro da cabine de fotos espantando algumas pessoas mas sendo ignorado por outras, afinal no Japão era comum verem cosplays na rua o tempo todo... mas eu não era um cosplay. Me abaixei levemente, decolei e saí dali voando, para surpresa e choque de todos os transeuntes, na direção do Orfanato. Não, eu não era um cosplay; eu era o verdadeiro Super-Seven! Em segundos pousei na entrada do orfanato, assustando as pessoas que correram dali. Enquanto eu decidia como ia fazer minha entrada, ouvi um grito vindo de dentro e corri até lá sumindo da vista dos transeuntes e aparecendo diante de Sayuri, Iori e Squall; Sayuri chorava abraçada em Squall. Logo noto que me apressei à toa, pois não parecia haver perigo real, no momento.*

Sayuri: Eu preciso de ajuda... Por favor...

*Faço uma pose impressionante (e um tanto ridícula) e falo com um tom de voz bem alto, mas sem gritar (a máscara gerava uma distorção na minha voz, tornando impossível até para Shizaki, que me conhecia, me reconhecer).*



Super-Seven: Criança, não tema mais! Eu cheguei para ajudar! Sou o herói Super-Seven! Diga-me, o que lhe aflige?

Continuem... (se conseguirem parar de rir)

_________________






"Queira o melhor... mas prepare-se para o pior do pior."

"Que Deus tenha piedade da sua alma... pois eu não terei!!!"


Última edição por Azrael_I em Qui Ago 28, 2014 10:18 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   Qui Ago 28, 2014 4:42 pm

** Pfffffff!(som de risada alta, com cuspida!) realmente, az! faltava um super-herói! Super-Seven! uma dádiva das mikos! kkkkkkkk Muito bom! Sério! **

** Iori não sabia que reação ter, se ria, se corria, se batia ou se mordia (rima!) de raiva pela, no mínimo, inusitada situação **

Iori: Escuta aqui, ó Syndrome(Os Incríveis) Oriental, veio pra animar o povo é? Cosplay é pras bandas de Akihabara, que eu saiba, enfim, já tem tanto maluco aqui que mais um acho que ajuda mais do que atrapalha, Squall, quem tens a dizer sobre o tipo aí?

**Az, sério, o Iori é um tanto grosseiro as vezes, coisa de andarilho que não confia em ninguem, ele vai mudar, eu prometo! **

Continuem!
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MensagemAssunto: Re: Saga secundária: THE ORPHANAGE - TENTANDO SOBREVIVER   

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